Eu vos digo: Gosto do Natal.
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
Não vos queria assustar, MAS...
Eu vos digo: Gosto do Natal.
domingo, 4 de agosto de 2019
Arco Iris
Só classe...
Se calhar ainda não estou pronta para ser gay... Vi muitas mamas e afectos lésbicos mas não virei ainda...
Embora seja possível.
Ahah.
quarta-feira, 26 de junho de 2019
Como somos enganados pelo comércio
Podiam fazer as barras mais grossas para preencher realmente a embalagem e não enganar o consumidor, não?
Isto levou-me a querer perceber a quantidade em gramas por embalagem.
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Faz alguns dias que estou para vos contar...
...Que, por aqui, as lojas JÁ exibem artigos de Natal nas suas prateleiras.
Os comerciantes sentem-se desesperados, vão ao fundo dos armazéns buscar restos de artigos deixados pela anterior época natalícia. A preços mais inflaccionados. Porém, aqui no UK o comércio tem mais sorte: entre o início do ano escolar e o Natal, têm que celebrar o Halloween. Nas prateleiras, entre pais natais, saquinhos, embrulhos e coisas foleiras, aparecem máscaras de terror, gazes ensaguentadas e outras "maravilhas" imprescindíveis neste mundo tão ávido pelo consumo de plásticas trivialidades.
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Sinto-me num filme de catástrofe
Não gosto quando as minhas folgas coincidem com feriados. Todo o comércio está fechado, os transportes tornam-se mais raros e não tenho família por perto para me juntar com ela nas comemorações. Portanto esta Páscoa foi para mim um aborrecimento.
Além de tudo estive mais para doente do que para saudável. Este clima não ajuda... Hoje esteve quase de chuva. O meu corpo sentindo-se moído, estranho. Noites mal dormidas, tosse, dificuldade em engolir e até mesmo mastigar. Um desconforto e uma fraqueza que tentei dominar dizendo a mim mesma que estava bem.
domingo, 16 de abril de 2017
Bank Holiday
sexta-feira, 7 de abril de 2017
A loja reabriu...
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| Lamentamos, esta loja vai fechar para melhoramentos - sabado, dia 1 de Abril às 19h. E abre Quinta dia 6 de Abril às 10 da manhã. |
Na véspera de abertura, no dia 5 de Abril pelas 17h da tarde, passei pela dita para tirar esta fotografia:
E depois meteram muitos artigos a duas libras e outros tantos que variam entre as cinco e os quarenta. Acho que começam a esquecer-se que o que atrai o público são as promoções e a ideia de que ali vai encontrar tudo a uma libra. Os artigos de eletrónica, brinquedos e jardim aos quais achava piada e custavam 1£, desapareceram todos. Para mim a loja ficou sem atrativos. É lamentável.
domingo, 2 de outubro de 2016
Um susto para não esquecer
Mais um minuto se passa... A supervisora pergunta-me o que aconteceu, eu explico novamente que não sei, é possível que tenha-o deixado na prateleira ou colocado no bolso, ou alguém o pode ter tirado... Pergunta-me se já verifiquei o saco e a mala, digo que sim, várias vezes. Ela responde-me que vai perguntar se viram alguma coisa ou se alguém entregou um telemóvel. E afasta-se calmamente. Não o poderia já o ter feito? Mas devem achar que há tempo... Chamada telefónica? NADA.
Por esta altura já não tenho esperanças. Passou-se muito tempo. Se o receio de o ter perdido por acção de terceiros tinha viabilidade, já não o ia achar. E só pensava no que tinha guardado no telemóvel... privacidade nas mãos de estranhos sem grandes princípios.
Se fosse um artigo da loja que tivesse desaparecido e suspeitassem de um cliente, aposto que o segurança aparecia, o rádio funcionava e chamadas seriam rapidamente efectuadas. Se o ladrão saísse da loja, depressa seria alcançado e desviado para interrogatório na presença da polícia. Age-se com mais rapidez na defesa de «coisas» que ainda não pertencem a ninguém do que no auxílio a terceiros.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
O mundo é Chinês
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| Placas A4 de E.V.A - poucas cores e tamanhos limitados |
Seja o que for que se procure, tudo está standarizado e muito limitado. Os chineses, ainda por cima, são DITADORES. Limitam o tipo de produto que exportam e não apresentam variedade. Eles ELIMINARAM o comércio tradicional, que era vasto, amplo e de qualidade. Saudades das retrosarias, do comércio especializado, que tinha de tudo... Obras no WC? Vá a uma drogaria!
Antes fosse uma aldeia, menor mas, onde se fosse procurar, saber-se o que se vai encontrar.
Eu vi as mesmas toalhas, somente nas mesmas quatro cores (nenhuma azul ou vermelha), não encontrei em parte alguma papel autocolante em veludo (coisa que antes se encontrava sem dificuldade alguma e em variedade de cores) e as folhas de E.V.A. são uma desilusão: pouca variedade nas cores e dimensões e ,nos hipermercados, a aposta vai para as pequenas folhas com "floreados" impressos.
Pois todas vendiam o mesmo tipo de mola, ,com o mesmo formato, o mesmo material... Nenhum demonstrava grande segurança na construção. Todas aquelas molas para a roupa pareciam frágeis, capazes de se partirem por nada, se quebrarem com dois dias de exposição ao sol...
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| "Brinde" que veio com uma compra no site Aliexpress |
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| Uma britânica fez uma compra na Primark.... |
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Nem toda a gente que anda aos caixotes procura o que comer
Colocadas no lixo como se nada fossem... eu fiquei imensamente curiosa por descobrir o conteúdo daqueles filmes. Seriam os filmes caseiros de alguma família? Seriam filmes outrora comercializados? Uma coisa achei porém poder concluir: aquele homem conhecia o conteúdo daqueles contentores e apressou-se a se apossar dele.
O homem removeu também dois peluches do interior do outro contentor - uma Minie e um Mickey.
Um ano ou nem tanto depois dos quadros terem sido deixados junto aos caixotes para serem levados (por quem quisesse ou pelos apanhadores de lixo) reconheci um na montra de um antiquário. A «lady Primavera» estava a olhar de novo para mim. E não existia qualquer dúvida que era o mesmo. Conhecia-os demasiado bem. Sempre olhei para eles. A moldura, particular e idêntica, tinha uma pequena mossa no preciso lugar. Não faço ideia do preço pedido mas ali estava a prova: lixo para uns, riqueza para outros.
* movimento artístico desenvolvido nas últimas décadas do século XIX, um cruzamento entre a arte clássica e a arte industrial, a passagem da pintura para a arte gráfica
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Dia do quê?!?! (datas comemorativas)
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Desejo para o DIA de Natal...

Compreendo que antigamente o Natal tinha outro sabor porque eu mesma era pequena. E compreendo também que mude, pois as pessoas casam, formam as suas próprias famílias e por sua vez também ganham outra. E têm de repartir o seu tempo entre todas. Mas não serve de desculpa para não se entregarem ao convívio. Se o capitalismo transformou o Natal em comércio, que seja. Não devem as pessoas é deixar que o mesmo comércio e capitalismo entre nos seus lares e comande o seu Natal. sábado, 3 de novembro de 2012
Integração numa CULTURA
sexta-feira, 9 de março de 2012
o comércio JUSTO e a CHINA
Há 15 anos comprei numa chique loja de decoração um sofá insuflável. Azul, feito de plástico transparente muito resistente, era um objecto de grande utilidade e com a sua graça. Quando me sentei nele descobri um elevado nível de conforto. Estava muito contente com a minha aquisição. Até ter visto uma coisa verdadeiramente chocante.
O que vi foi a impressão empoeirada de uma sola de um ténis, situada no interior do braço de descanso do sofá. Uma impressão perfeita e pequena como a de um pé infantil, que estava claramente a denunciar uma realidade: CRIANÇAS tinham estado em cima daquele material. Fiquei com o olhar fixado naquela perfeita impressão. Como podia agora sentar-me confortavelmente e relaxar naquele sofá, quando suspeitava que a sua origem de fabrico consistia na exploração de crianças, no TRABALHO INFANTIL?
Comecei a pensar na loja onde o comprei. Não era uma loja dos 300, a grande novidade da altura, cheia de variados artigos a preços acessíveis. Não. A loja onde encontrei o sofá era uma loja «pomposa».
Assim que se pisa a entrada os olhares dos lojistas fixam-se em ti e no passo a seguir um deles chega-se de imediato e pergunta se nos pode auxiliar com alguma questão. Era um tipo de loja na qual não nos conseguimos sentir totalmente à vontade, porque cada movimento é seguido por olhares e qualquer paragem mais demorada a olhar um artigo origina da parte dos lojistas o típico comentário que visa justificar o preço cobrado através da qualidade dos seus produtos. É um ambiente desconfortável, entendem? Como pode uma loja assim comercializar artigos de proveniência duvidosa? E ainda por cima cobrar valores elevados e maximizar o lucro em cima do trabalho infantil??
A verdade sobre a sociedade comercial na qual vivemos é tudo menos bonita. Se formos a olhar para a origem de tudo o que está há nossa volta e tivéssemos de prescindir das coisas que exploram terceiros, provavelmente não teríamos NADA para vestir, calçar, andar, usar, brincar ou comer. A simples canela que se encontra a preços baratos por todo o mundo é fruto de exploração. O cacau consumido pela maioria das marcas de chocolate também provém de EXPLORAÇÃO INFANTIL.
Os anos passaram desde que aquela impressão empoeirada de um pequeno ténis infantil tornou-me cúmplice de um acto de escravidão.

Os anos passaram mas a exploração infantil ou o trabalho de escravo não parece ter sofrido grandes revezes. Continua tudo muito «mascarado», oculto em burocracias e em políticas. A China é o país mais famoso por EXPLORAR o seu povo e documentários feitos com câmaras ocultas retiram quaisquer dúvidas de que este é um povo escravizado. No entanto, cá está a política, os acordos com a China, a abertura do nosso mercado comercial para os produtos chineses e agora a compra da nossa dívida…
Estas decisões têm um preço e começamos agora a sentir os problemas sociais e económicos que derivaram dessa abertura do mercado português para os produtos de fraca qualidade e preço acessível chineses. Uns apontam as famosas lojas dos 300 como a origem do problema mas, se calhar, as lojas mais finórias também não resistem à tentação das margens de lucro elevadas, acabando por se associarem ao comércio de exploração.
Sempre que puder, vou optar pelo COMERCIO JUSTO. Começar por consumir o produto nacional é a primeira coisa a se fazer, a mais sensata a mais fácil. Mas como nada é transparente e a exploração parece ser um fenómeno global, fica difícil escapar à cumplicidade involuntária.

Há dias entrei numa conhecida loja de roupa e comprei um muito necessitado casaco. No acto de pagamento, pedi para que removessem o preço. A rapariga atrás do balcão pega na tesoura e, além do preço, corta também a etiqueta. Quando cheguei a casa fui inspeccionar o casaco à procura de uma qualquer etiqueta, mas nada encontrei, a não ser uns fios brancos resultantes da tesourada. Será normal cortarem a etiqueta de um casaco? Qual a origem? Que instruções de lavagem são as recomendáveis? Quem fez este casaco??
É importante tomar consciência sobre as empresas que realmente praticam o comércio justo e, como consumidores, não colaborar com as que fecham os olhos à exploração e aos direitos humanos. Hoje, na RTP2 ás 23.30, vai passar um documentário que merece uma espreitadela. Vejam.

































