Metereologia 24 h

sábado, 14 de março de 2026

Is cutting ✂️ people out the way to go?

Será que a vida melhora para uma pessoa se ao invés desta estar aberta a conhecer e aceitar todos como eles são cortar TODOS e só ocasionalmente aceitar alguém? 

Aceitas que alguém chegue perto quando está pessoa se mostra constantemente prestativa e gentil. Mas assim que esta te incomoda, não por te fazer algum mal mas por partilhar contigo um problema, ela começa a te incomodar e dela te queres afastar.

Este alguém tem de preencher o requisito de NUNCA te trazer problemas. Só alegrias.

Nunca um desentendimento. Porque se isso acontecer viras um peixe frio, ignoras a pessoa e nunca mais a queres ver.

Cada vez mais vejo isto a acontecer. Em particular na geração Z. Parece-me muito comum. 

Mas e os sentidos alheios? Se fossemos todos agir assim não estaríamos a prestar injustiças?

Quantos de nós não teve parentes, mesmo progenitores que não foram os melhores a não nos tratar mal? 

Mas são nossos pais, família, amigos... E tentamos chegar a um entendimento e acabar com o mal estar.

Não passamos de imediato a cancelar ❌ ❌ ❌ essa pessoa.

Mas estaremos ERRADOS?

Deve-se navegar nesta vida a virar as costas a todos que nos perturbam pela mínima coisa e seguir em frente do aceitando o positivo, o bom?

Por muito que me custe...

É isto??


sexta-feira, 13 de março de 2026

As jaulas dos condenados na idade média

 Cada vez que olha para uma geringonça metálica montada no meu emprego, me faz lembrar as jaulas metálicas usadas durante a idade média para exibir os cadáveres dos condenados á morte e executados.



Em ingles tem o nome exclusivo de gibetts e podiam ser de várias formas, inclusive uma espécie de "armadura" para manter o corpo vertical. E lá ia se decompondo... Até virar esqueleto, em certos casos, onde provavelmente o corpo era pendurado não nas cidades causando mau cheiro ou pestilência mas em estradas por onde as pessoas passavam para as dissuadir de maus comportamentos. 


sexta-feira, 6 de março de 2026

Cinema ao ar livre - costumes perdidos

 


Acho que só algumas pessoas a viver no Reino Unido há bons anos vão entender. Talvez dependa das zonas mas onde estou não se vê este simples gesto de cortesia.

E quando se encontra esse hábito... É como ir ao cinema ver um bom filme. 

Na verdade aqui não existem passagem de peões listradas. Avistar uma é uma raridade. Talvez vestígios de uma era alienígena, uma antiga civilização.

Devido a essa ausência os automobilistas perderam a noção que devem ceder passagem a pedestres que querem atravessar a estrada nas zonas designadas para tal. Eles simplesmente passam só parando se existirem semáforos que assim o determinem. O pior deste sistema é que os semáforos aqui no reino Unido, mais uma vez, não são como os que conhecemos em Portugal. 

Além de não estarem posicionados onde o olhar pode avistar com rapidez, não dão tempo ao peão de atravessar. Ficam verdes três segundos e viram para vermelho. Pelo menos na zona onde vim parar. Em termos de geografia, "forçam" o pedestre a ter de estar mesmo na berma para poder avistar o semáforo que lhe diz respeito pois os tais "homenzinhos" vermelhos ou verdes ficam posicionados de lado, ao nível da cintura e só quando o peão chega à beira da passagem pode avistar se tem prioridade ou não. Isso impossibilita a conhecida "corridinha" quando este ainda está verde, para passar antes que fique vermelho. E os automobilistas, quase não têm sinal o sinal AMARELO ligado por mais que dois segundos. Tenho de prestar mais atenção a este detalhe quando em Portugal mas aqui é quase de IMEDIATO. O sinal está vermelho e logo fica verde para os veículos. Se um peão estiver nesse instante a meio do seu percurso eles não querem saber. Sentem-se "roubados", como se aquele microsegundo fosse estragar todos os seus planos e os fazerem chegar atrasados onde pretendem chegar. 

Aqui no Reino Unido, na zona onde me encontro, considero que o pedestre é também AGREDIDO com as constantes passagens de veículos de duas rodas - agora com motor. É bicicleta, é mota de entregas de comidas, é scooters eletricas e até carrinhos de bebés. 

Num passeio só. Que ainda por cima é ESTREITO, como quase todos no Reino Unido são. Estreitos e feitos de forma a nunca serem nivelados. Tendem a subir e a descer. Tudo o que tem roda e vem na direcção contrária à tua surge de repente e a velocidade. Sou eu, como pedestre, que tem de PARAR para que o veiculo com rodas se movimente. 

Noutro dia num caminho estreito - que aqui chamam de atalho, tão estreito que mal cabem duas pessoas e um caminho de "serpentina", ia a caminhar quando avisto a SOMBRA projectada de uma pessoa em bicicleta. Tive sorte. Quando é que no UK existe SOL? Parei. O indivíduo vinha a pedalar a sua bicicleta num caminho proibido para tal na BOA. Abano a cabeça. Logo a seguir avisto outro. Mas este, todo equipado como um profissional - estava a empurrar a bicileta com a mão e a caminhar. Quase que lhe agradeci. Quase que o quis elogiar por fazer o que é correto. 

Mas depois continuei com a minha vida, tirei esta fotografia e pensei em fazer queixa à câmara para ver se põem um FIM ao perigo que os ciclistas, com motorizada ou não, representam para o pedestre. Que andem nas estradas! Mas jamais, jamais, nos passeios. 


Mas como isto é a realidade, enquanto tentava apanhar um bom momento deste inédito avistamento de um gesto comum de pura cortesia, heis que surgiu a norma. Alguém que não está acostumado a parar, não parou.


É que aqui não se avista sequer a intenção de o fazer. Pelo menos assim tem sido desde que cheguei a cidade onde moro. Quando me abrem uma excepção, sinto um entusiasmo, uma alegria por ser brindada com essa atitude, que fico agradavelmente surpresa, agradecendo ao condutor efusivamente. 

Celebro a excepção com uma satisfação que só quem é pedestre e sempre o foi a vida inteira poderá chegar perto de entender.





terça-feira, 3 de março de 2026

Isto fez-me rir sem parar Ahah!

 

Vejam se gostam deste tipo de humor. 


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

O primeiro sinal do que estava para vir?

    Agora que me encontro deitada no sofá e olhei para cima - avistei a parede. Lembrei com clareza e certezas, o que tinha já esquecido. 

Pouco depois de vir morar para a casa 🏡 onde me encontro há já seis anos, fui de viagem até Portugal por uns sete ou oito dias. Nesse tempo as outras pessoas que moram comigo mantiveram o contacto. A rapariga, a M. (quem se lembra?) estava sempre a enviar mensagens pelo Whatsapp. A maioria trivialidades mas ela não deixava de mencionar nada.

Foi por isso que senti muita  estranheza quando , no regresso, vi estas marcas na parede.




Onde estaria o quadro que tinha colocado ali? Uma moldura branca, quadrada, com uma imagem a preto e branco de uma cidade cosmopolita com visão aérea dos prédios. Deve ter caído - é o que uma pessoa acaba por deduzir. 

A questão estranha era a M. não o ter mencionado. Nem em nenhuma das nossas conversas por telemóvel, nem no meu regresso. Falou de tanta coisa e seria de esperar que também mencionasse "olha, o quadro caiu e partiu-se".

Acho até que nem percebi o quadro em falta logo que cheguei. Mas um ou dois dias depois, já nós tínhamos posto ainda mais conversa da treta em dia. O que tornou tudo ainda mais intrigante. 

Andei á procura dele e encontrei-o no chão, encostado contra a parede, entre o sofá e a arrecadação. Não estava partido, apenas um dos cantos estava aberto. Dava para reparar mas... 


Entre tantas conversas sobre a casa, porquê não mencionar uma coisa assim? Seria tão natural entre colegas. Ainda mais se foi ela, que não trabalhava e vivia em casa, que apanhou o quadro e o meteu de lado. Sim, porque o dito não foi parar ao lado do sofá encostado a uma parede, perto da arrecadação. 

Ela NUNCA mencionou a ausência dele. Não teve reação se por acaso eu expressei surpresa ao não o ver na parede. Mas mencionou algo como "não reparei"  ou se fez de esquecida.


Eu AMAVA embelezar a casa. Estávamos todos a amar a casa, a elogiar os espaços, a planear melhorar pequenas coisas. O quadro foi um dos meus pequenos contributos. Nunca coloquei o que fosse sem lhes pedir aprovação. 

Lembro-me que quando o coloquei lá e perguntei se por eles tudo bem que o ali metesse - na parede da antiga chaminé, acima do sofá, ela questionou o propósito. Quis mesmo saber porquê. Falei que achava que faltava ali qualquer coisa, tinha aquela imagem a preto e branco e achava que era capaz de ficar bem ali. 

Ela encolheu os ombros e "permitiu" o quadro ali. Mas por vezes mencionava-o, nas conversas sobre gostos pessoais, chegando a sugerir que se calhar era melhor tirar, ou que não era seguro.

Assim que me ausento, estranhamente, a fita adesiva que coloquei em excesso para me certificar que o quadro, que era bem leve, não iria cair, é a única coisa ainda presa á parede. 


Pretendia arranjar o quadro e voltar a colocá-lo no lugar. Mas algo... coisas mencionadas aqui e ali pela M. como se não fosse nada... por exemplo, dizer que se caiu foi porque não era para ficar ali e ela bem tinha dito que não achava que ficava bem... Algo, uma sensação, de que não era bem vindo... talvez agora conclua que fosse intuição.

Acabei por não o fazer. 
O uso de adesivo podia ser inadequado para aquele propósito, não quis arriscar. 
Desisti e fui tentar tirar o adesivo da parede, mas não saiu de forma alguma. 

Na altura ocorreu-me a possibilidade, muito ao de leve, pelas circunstâncias, de não ter sido acidente. Mas descartei e não dei importância. Hoje acho que posso afirmar que a M. sem sombra de dúvida era exatamente o tipo de pessoa para se incomodar com algo tão insignificante, querer que as coisas corressem à maneira dela, ao ponto de ir buscar um cabo de vassoura para o usar como ferramenta para bater no quadro até este cair. 

Talvez o tenha feito, talvez não. Mas é pessoa para isso e muito pior.


Há pessoas que, quando "aprontam" algo com alguém, sentem satisfação em ficar quietos a aguardar a reação da vítima.

Tristeza, dor, sofrimento, angústia, incómodo, tudo o que inflija sentimentos menos agradáveis - é o que o certo tipo de indivíduo gosta de causar a terceiros.

Ela era assim. 
Isto do quadro foi um sinal. É sempre assim. É gradual, começa pequeno e escala ao absurdo.


Basta relembrar que passou meses a criticar o colega que fumava, ainda que este o fizesse sempre do lado de fora, com a porta fechada. Quando este saiu da casa, ela, também fumadora, fez questão de fumar de porta aberta, deixando o fumo invadir os cómodos. Ia de propósito abrir a janela que fica ao lado do meu quarto e ia fumar debaixo dela. O que eu sofri! Sempre a respirar um ar tóxico.  Ela fumava como uma chaminé: uns atrás dos outros! Começava pela manhã e podia durar o dia todo até às 5 da madrugada. As beatas, deixava-as pelo chão, muitas vezes aos molhos. Não usava um cinzeiro, nem mesmo quando a agencia tentou a forçar e instalou um na parede do lado de fora da casa. Só serviu para ela, que não gosta de ser "ensinada", por duas ou três vezes, o tivesse colocado a arder. O metal estava tão quente, a parede estava a ferver... que se eu atirasse um ovo estrelava logo. Fui eu que tive de extinguir a fumaça, que durava horas... chegou a um ponto que, pelo cheiro, já sabia o que era. Já nem esperava três horas para ver se se dissipava, se a origem do cheiro era do jardim de vizinhos... intuía e ia lá abaixo para extinguir o fumo. 

E foi isto... 
Foi isto TUDO que me veio à lembrança em fracções de segundos, ao avistar na parede umas marcas. 
Tudo tem história. 


PS: Agora que concluí de escrever e fui ler o post LEMBREI de outra situação que vivi e que deu origem a que muitos de vocês que me lêm comentassem. Tudo começou com o post "A Jarra Saltitante". Surpreendeu-me. Só agora, reparo nas semelhanças. Há de fato personalidades com tanto em comum que se devia, logo ao primeiro gesto, partir para generalizações e não deixar espaço para dúvidas. São  pessoas narcisistas com alguma perigosa "patia" pelo meio

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Na Inglaterra não se vê lixo nas ruas!

 Por largos anos quando comparando alguns hábitos portugueses aos britânicos, nós saímos sempre a perder no critério de ruas sujas.

Mas ganhavamos no critério "Inverno". O português mais curto, mais ameno, o de Inglaterra sempre chuvoso, escuro, longo.

Pois deixem-me que vos diga que é tudo treta! 

Aqui estou eu para desfazer conceitos pré concebidos de uma vez por todas. Quebrar o mito! É TUDO mentira. 

A respeito da sujidade, esqueçam. O que se passa é que Inglaterra é muito verde. Não porque eles tratam bem seus espaços mas porque é um país com chuviscos ocasionais que impedem a relva de secar e ficar castanha. 

Existe muito vegetacao verde que camufla lixo deitado ao chão. 


A presença de vegetação verde não se deve á boa manutenção, porque muitos nem são mantidos. 








E o mito maior é achar que o Inverno inglês é pior que o português.


Não é!
É 1000 vezes melhor.

É ameno a maior parte do ano. Há pessoas que nem guarda ☂️ chuva usam. Tapam a cabeça com o gorro do casaco e andam assim pelas ruas. 

Quando chove muito geralmente não dura muito tempo. Chuva por horas ou o dia inteiro é raro. Geralmente as pessoas aguardam a chuva maior cair e depois vão às suas vidas.


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

A PRAGA da AI e a realidade Fabricada

 

Em certos aspectos a Inteligência Artificial (AI) é bastante prejudicial à sociedade. Ajuda os scammers, os mentirosos, os aldrabões e os vigaristas a atingir de forma mais convincente uma série de pessoas facilmente influenciáveis. 


As roupas também emagrecem? A camera esta sempre na mesma posição em três ocasiões diferentes, à mesma altura e distância? As pessoas encontram-se sempre no mesmo lugar? Com o mesmo penteado? O mesmo estetoscópio na mesma posição e cumprimento e os sapatos são os mesmos também? Os gestos de duas pessoas distintas são o espelho uma da outra, mechem-se igual e ao mesmo tempo mas inversamente? 

Isto de criar conteúdo digital já é muito hollywoodesco. 


Um jovem com problemas de peso a mais vê estas coisas e pensa: "Isto pode ajudar-me!". 

É obrigatório ver o vídeo que se segue para entender a AI. 




quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Parabéns a você


parabéns a esta covinha minha, que faz XX anos.


Foi criada no parto, por este instrumento aqui:


Parabéns há minha mãe. E aos médicos, que há XX anos tiveram sucesso em me remover dentro dela quando não tinha forças para o fazer sozinha.

Pelo fato de estar desacordada e não ter visto ou sentido nada acabei por conjecturar/fantasiar se a possibilidade de ter existido uma irmã/o gémea/o pode ter sido uma realidade escondida do seu conhecimento. 😊


Isto porque pessoas estavam sempre a me abordar dizendo me ter visto noutro lugar, noutra cidade.

Existe em mim um sentimento complexo de explicar mas relacionado com ausência e carência. Como se estivesse para ser mas não foi. Uma identidade de irmandade que me faz falta e é ressonante em mim.