Por largos anos quando comparando alguns hábitos portugueses aos britânicos, nós saímos sempre a perder no critério de ruas sujas.
Mas ganhavamos no critério "Inverno". O português mais curto, mais ameno, o de Inglaterra sempre chuvoso, escuro, longo.
Pois deixem-me que vos diga que é tudo treta!
Aqui estou eu para desfazer conceitos pré concebidos de uma vez por todas. Quebrar o mito! É TUDO mentira.
A respeito da sujidade, esqueçam. O que se passa é que Inglaterra é muito verde. Não porque eles tratam bem seus espaços mas porque é um país com chuviscos ocasionais que impedem a relva de secar e ficar castanha.
Existe muito vegetacao verde que camufla lixo deitado ao chão.
A presença de vegetação verde não se deve á boa manutenção, porque muitos nem são mantidos.
E o mito maior é achar que o Inverno inglês é pior que o português.
Não é!
É 1000 vezes melhor.
É ameno a maior parte do ano. Há pessoas que nem guarda ☂️ chuva usam. Tapam a cabeça com o gorro do casaco e andam assim pelas ruas.
Quando chove muito geralmente não dura muito tempo. Chuva por horas ou o dia inteiro é raro. Geralmente as pessoas aguardam a chuva maior cair e depois vão às suas vidas.
Em certos aspectos a Inteligência Artificial (AI) é bastante prejudicial à sociedade. Ajuda os scammers, os mentirosos, os aldrabões e os vigaristas a atingir de forma mais convincente uma série de pessoas facilmente influenciáveis.
As roupas também emagrecem? A camera esta sempre na mesma posição em três ocasiões diferentes, à mesma altura e distância? As pessoas encontram-se sempre no mesmo lugar? Com o mesmo penteado? O mesmo estetoscópio na mesma posição e cumprimento e os sapatos são os mesmos também? Os gestos de duas pessoas distintas são o espelho uma da outra, mechem-se igual e ao mesmo tempo mas inversamente?
Isto de criar conteúdo digital já é muito hollywoodesco.
Um jovem com problemas de peso a mais vê estas coisas e pensa: "Isto pode ajudar-me!".
Parabéns há minha mãe. E aos médicos, que há XX anos tiveram sucesso em me remover dentro dela quando não tinha forças para o fazer sozinha.
Pelo fato de estar desacordada e não ter visto ou sentido nada acabei por conjecturar/fantasiar se a possibilidade de ter existido uma irmã/o gémea/o pode ter sido uma realidade escondida do seu conhecimento. 😊
Isto porque pessoas estavam sempre a me abordar dizendo me ter visto noutro lugar, noutra cidade.
Existe em mim um sentimento complexo de explicar mas relacionado com ausência e carência. Como se estivesse para ser mas não foi. Uma identidade de irmandade que me faz falta e é ressonante em mim.
Existem culturas que sabem celebrar tal data. Com festa e alegria e mais nada.
Não é o caso da cultura portuguesa, na minha opinião.
Depende de cada um, claro. Mas pessoalmente pelo que observo acho que culturalmente somos educados a sentir o PESO dos anos. A olhar para a idade como um marco dos nossos fracassos.
Ah, a cultura do fado*..Quando a data chega, vem também a depressão. Aprendeu-se a "ver" o copo meio vazio, ao invés de meio cheio. Ainda que o aniversariante o esconda, entre sorrisos ou aparente normalidade. Quando fica a sós consigo mesmo, ele vem: o "fado".
Claro está que, acredito, existirem muitos portugueses que olham para a data e querem passar um dia alegre. Entre amigos, família. O típico. E passam.
Mas mesmo aqueles que sorriem diante de umas velas acesas espetadas num bolo de aniversariante, enquanto lhes cantam os parabéns numa mesa de restaurante, dentro de nós... sentimos o peso. Como se fossemos educados a olhar para o aniversário como um símbolo do curto tempo que temos na terra e do quanto o desperdiçamos.
Pensamos no tempo que já passou e não volta mais, na velhice...
Nem todos os aniversariantes têm família por perto para lhes dar mensagens de parabéns. Há quem não têm ninguém. Esse dia chegará para mim. Por enquanto tenho meus pais que, mal ou bem, se lembram sempre. São eles que me "avisam" que a data se aproxima, desconhecendo o poder massacrante que daí advém. Porque eu, realmente, não lembro e não "marco" o dia no calendário. Até eles me fazerem sentir o "peso" dele.
"Ah, filha, vais fazer XX anos"....!!!
Eu a sentir o meu espírito jovem e eles, sem perceberem, a substituírem esse sentimento pela constatação do peso do tempo já passado. Mas ainda bem que alguém se lembra, não é? E que sejam eles significa que ainda os tenho na minha vida. Sem serem eles, tenho uma tia que também me parabeliza. E tenho um irmão que não podia ser mais indiferente. Um dia os mais velhos irão partir, deixando-me só.
E é coisas assim que acabam por passar pela cabeça de um aniversariante sem família. Não se olha o copo meio cheio, mas o quanto está vazio. O quanto nos faltou conquistar e que, para todos os sentidos, a cultura diz que já devia ter sido conquistado.
E no dia seguinte tudo isto eclipsa-se. Desaparece. Pelo menos conto com isso.
*fado: um estilo musical semelhante aos blues, com voz acompanhada de guitarra mas também com o significado de "peso", geralmente canta a dor, o sofrimento, a perda, o amor não correspondido.
Por vezes pressiono aqueles links de publicidade que surgem durante a visualização de vídeos no youtube. O que dizem para nos levar a eles ás vezes faz todo o sentido. E a curiosidade faz a pessoa espreitar. Foi assim que espreitei uns "fantásticos" panos de cozinha suecos superabsorventes e reutilizáveis - só para concluir que não passam dos muito conhecidos panos absorventes esponjados amarelos, usados há décadas nas cozinhas.
O mais recente click foi para saber o que seria disto:
Na imagem diz que se trata de um workshop para facultar as pessoas com técnicas para "reescrever o cérebro" de forma a eliminar padrões de pensamentos negativos, vencer a procrastinação e atingir qualquer objetivo na vida.
Parece algo que pegaríamos num livro na biblioteca para começar a ler. Carreguei por curiosidade. E surge isto:
A tradução do último nome da "doutora" é Penis de m**da. (Dickshit).
Foi então que percebi: se os aldrabões que criam estes conteúdos se deram à ousadia de colocar um nome super ofensivo num texto claramente escrito em inglês e tendo a "doutora" explicado a finalidade do workshop num video em que falava perfeito inglês, certamente que o "detalhe" do último nome lhes é percetível. Se fosse verdadeiro, a profissional não ia usar este nome. Jamais!
Não se quer ser levada a sério.
Como não quer - entram logo a gozar com os otários que vão colocar dinheiro na conta. Porque se a coisa correr muito mal e através dos dados facultados conseguirem sacar todo o dinheiro da conta bancária e as vítimas quiserem se queixar às autoridades, dizendo que foram lesados por um esquema online encontrado numa fonte creditada e tida como segura como o youtube, vão ter de dizer que foi o curso da doutora... pénis.
E as autoridades vão entreolhar-se e constatar o obvio: com um nome destes, como é que não percebeste que era uma vigarice?
E ele vai dar um em Londres, em Abril. Os bilhetes ainda não estão há venda. Ou se estiveram, já esgotaram. Encontrei por acaso na internet e adorei. A voz e o que ele consegue fazer com ela já de si é impressionante. Mas também quero sublinhar que adoro as composições musicais. Tem sempre um elemento refrescante, que soa a novo ou muito bem metido ou até mesmo surpreendente.
O que acham? O single com que ficou conhecido foi este:
Soube que ele já esteve em Portugal em 2022 - logo após(?) o Covid. Ou terá sido um tanto antes?
Já tem uma carreira de alguns anos mas eu só soube que este artista existe há umas semanas. Surgiu com Steve Tyler num vídeo no youtube - em homenagem ao Ozzie. E não existe uma música dele que eu não tenha apreciado.
Gosto de todo o género de música - mas aquela que me chama mais a atenção é a clássica. Rock e Heavy Metal podem também me agradar em particular, mas é mais raro. Por isso quando gostei deste "roqueiro" apreciei que este estilo se tivesse introduzido no meu ouvido com novas melodias.
E não sou a única. Os comentários no youtube estão entupidos de pessoas dos 60 aos 80 anos a dizer que o escutam e já compraram bilhetes para os seus concertos. "Vou ser a pessoa mais velha lá mas não me importo" - disse um homem de 80 anos. Outro disse que tinha 70 e picos e ele e a esposa estavam na cozinha a curtir o som.
Acho isto fantástico.
Já tentei agarrar o meu bilhete - para o que seria o meu primeiro concerto pago. Já vi alguns, mas na altura em que andava na universidade e existiam as festas e as bandas apareciam para tocar com entrada livre para os estudantes, ou quando se realizam com entrada livre nos parques da cidade durante o verão.
Mas como tenho uma certa timidez... sei que não vou ser capaz de me por aos pulos entre a multidão... (acho)... Talvez precisasse de companhia para me dar insentivo. Ou então me ia sentir ainda mais timida.
Não sei se estou preparada para falar muito abertamente sobre isto. Acho que certas partes não vou aprofundar muito. Mas estava aqui na minha vidinha a pensar, após uma angústia emocional que até dor de cabeça me causou, que na escola, não me lembro de sofrer de bullying.
Disse isto muitas vezes, acreditando ser verdade, quando ainda era estudante, mas já mais adulta. Até que, como adulta, ainda na escola a situação foi-se alterando. Eu pensei que nunca tinha sido vítima de bullying - mas estava errada.
Fui vítima de bullying TODA A MINHA VIDA.
Na realidade, não conheço outra existência.
E talvez por isso, até hoje, a meio de século de vida, é ainda uma situação recorrente.
Não se aprende a ganhar defesas. Aprende-se apenas a suportar em silêncio.
Sorte tem aquele que viu entrar na sua vida uma alma inteligente e caridosa que, entendendo a situação, emprega o indivíduo de ferramentas de defesa e precaução.
Tenho um blogue sobre filmes. Mas é aqui que vou dizer que não me incomodaria de assistir à nova adaptação de "O Monte dos Vendavais". E tudo porque vi este poster.
Que logo me fez lembrar de uma das minhas pinturas favoritas. "O Amor" (1886) de Gustav Klimt.
Quando vi esta imagem achei-a tão poderosa. Tão intensa. Há desejo no ar. Há entrega, há redenção. Luxuria. E tudo envolto em trajes de épocas passadas. Contudo, o amor não muda e ainda arde da mesma forma fossem os amantes mais contemporâneos.
Voltando ao filme, "O Monte dos Vendavais" de 2026 já tem várias coisas a seu favor: A inquestionável e talentosa atriz e produtora Margot Robbie e o ator Jacob Elordi de quem é muito difícil de tirar os olhos de cima tal é a sua capacidade de nos mesmerizar.