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sábado, 9 de setembro de 2023

A T-shirt lesbiana

 No supermercado Continente é onde encontro T-shirts de qualidade que gosto de vestir. Vou sempre espreitar, tem uma grande variedade de feitios, cores, tipos e muitas vêm com dizeres criativos. 


Nisto avisto esta:


Falta ali uma ou duas letras e, decerto, não estaria escrito o que me veio à mente primeiro: Lèsbien (Lésbica).

Mas sem dúvida que é uma T-shirt propensa a que aconteça muitas vezes essa confusão.  😄

Até acharia piada se fossemos usar uma T-shirt a dizer "lésbica" e ninguém prestar atenção. Seria um reflexo de uma sociedade com liberdade de expressão e normalidade. 

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Moda COVID

 




ESPERO QUE NAO PEGUE.

sábado, 26 de setembro de 2020

Sinais de Furia : 27

Um pormenor importante aconteceu na casa: o rapaz que a M. não gostava, fez as malas e foi embora. Uma nova pessoa estará para vir. 


Com esta saída, a M. perdeu o seu principal alvo de implicância. Temo que não demore a encontrar um substituto. 

Despertei eram 1.30h da manhã. E desta vez, sem pesadelo, Ahah. 

Tinha sede.

Fui ao WC. 


Nisto, senti a divisão muito, muito quente. Queimei-me no radiador de toalhas. Nem notei que estava totalmente vazio. A M. deixa sempre toalhas e panos ali, nunca os tira. 

Senti necessidade de ir verificar quantos graus apontava o termómetro digital de aquecimento central. Foi apenas ontem que o coloquei de volta na programação automática, alterando a temperatura para valores de um a dois graus mais altos, visto  já não ser verão. Tinha sido colocado na temperatura manual porque durante o pico de calor, continuava a ligar-se. 

Desci então à cozinha para beber água e verificar o termómetro, que fica à entrada. Assim que entro deparo-me com um estendal de roupa. Percebo que é da M. que chegou a casa pelas 19h. Foco-me no que quero fazer: verificar a temperatura. 

Sabem quantos graus estavam?

27 graus!!

Acho que é uma atitude egoísta por parte da M. colocar um valor tão elevado porque quer secar as suas roupas rapidamente. A ausência de espaço para as secar foi o problema que detectei nesta casa assim que a visitei. Foi a própria M. e todos os que cá moravam a achar que a minha insatisfação com esse detalhe não tinha razão de ser, porque eles secavam as roupas nos quartos, sem problemas. 

Secar roupa no quarto? - minusculo como o meu é? Criar humidade? A ideia não me agradou. O que me safa é saber que lavo pouca roupa de cada vez e espaçadamente. Devo dizer que este detalhe dos hábitos de cada qual na lavagem da roupa também me surpreende. Noto que usam a máquina todos os dias. Para dizer a verdade, desde que cá cheguei ainda não fiz 10 lavagens. Devo andar perto, mas ainda não fiz. Vejo a nova rapariga, a M. e o rapaz a serem muito mais assíduos. Muitas vezes usam a máquina de lavar roupa todos os dias, em dose dupla. Será que os meus hábitos de higiene precisam de ser mudados?

Além de hoje de noite, a M. lavou roupa anteontem. A nova rapariga fez duas máquinas também. E o rapaz, ao chegar do emprego, atira a roupa para dentro da máquina e lava-a. Para dizer a verdade, já tive alguns momentos em que quis usar a máquina mas encontrei-a ocupada - vezes e vezes seguidas. Decerto que outros passaram pelo mesmo. É normal, numa casa partilhada. Há que aceitar. DESCOMPLICAR é a regra.

Ontem encontrei uma brecha - ninguém em casa, ninguém a usar a máquina. Lavei os lençois de cama e cobertor, que bem precisavam. Saíram da máquina quase secos e coloquei-os no quarto com a janela aberta, esperando um raio de sol. Secaram de imediato. Quando não dá para ser assim, gosto de secar a roupa perto dos radiadores. mas não a deixo horas nos radiadores. E estou sempre atenta, para a retirar assim que possível. Nunca nada fica de um dia para o outro ou horas e horas nos espaços em comum. Prefiro isso a aumentar a temperatura da casa inteira, incluindo a dos quartos onde todos dormem, para secar a minha roupa rapidamente.

Foi uma das falsas acusações da Gordzilla... se me permitem o aparte para relembrar a injúria.

Baixei a temperatura e dirigi-me até ao frigorífico para tirar um pouco de água e matar a sede. É então que reparo numa coisa. Que me deixa alarmada. A M. estava furiosa. Consegui perceber essa energia no ar. Mas é ela, que se diz uma espécie de detector sensorial, que consegue sentir a energia de todos, mesmo quando dorme. Ia para relatar aqui mais detalhadamente este seu traço de personalidade. Estou em falta, por isso faço agora um aparte para esse fim.

Quando o rapaz teve o seu problema de saúde, não demorou tempo algum para ela relatar que também passou pelo mesmo quando era mais nova. Dias depois dele regressar, ela diz-se com falta de ar e dor no peito. Depressa chega à conclusão que tem o mesmo problema do G. Marcou uma consulta médica, faltou ao emprego e foi consultada para esse fim. Mas nada saiu dali e pelos vistos, as palpitações e outros sintomas que jurava ter, não regressaram. 

Não pensem que não a apoiei por, no fundo, achar que ela imita o que se passa com os outros. Mesmo nessa condição, se existe a possibilidade de haver um problema de saúde, que se consulte um médico. Mas tal como desconfiei, ela regressou e nunca mais sentiu nada. 

Só voltou a sentir problemas de saúde quando eu mencionei que andava a sentir-me com falta de energia e cansada, após subir as escadas. Disse-lhe que por vezes isso me era normal, por ter anemia e problemas de tiroide. Não demorou mais que umas horas e ela estava a queixar-se do mesmo. Mais uma vez, diagnosticando-se com anemia e dizendo que tinha de ir ao médico. 

Também isso lhe passou.

A situação mais flagrante foi quando soube que eu me lesionei. Ela não soube logo. Não a vi nessa manhã, andamos desencontradas. Pensei que ela ia perguntar-me assim que me visse, se algo se passava, porque quando entrei em casa lesionada e ela estava no WC, soltei vários gritinhos de desconforto enquanto trocava de roupa e desinfectava as feridas. Ela deve ter escutado. Surpreendeu-me que não tivesse desconfiado, visto até que está sempre atenta a sons.

Na casa já outros sabiam, ela foi a última a saber. Foi na noite a seguir, depois de eu ter ido ao hospital, que lhe disse que havia me magoado no braço. Ia para lhe dizer que estava partido, mas ela interrompeu-me de imediato, para dizer que também ela tinha sentido dores na mão e no braço, não conseguindo os mover por muito tempo. Só tive tempo de lhe dizer: "Mas eu sei porquê estou assim. Caí". 

Ela não percebeu a gravidade, ficou estagnada no facto de ter despertado com os sintomas que presumiu serem identicos aos meus. Voltou a repetir-me isto no dia seguinte, a queixar-se de dores e preocupada com a sensação de imobilização. 

Mas ainda não sabia que eu tinha partido um osso do corpo. Pensou que era outra coisa. No dia seguinte viu-me com o braço no suporte de repouso. Quando percebeu que eu tinha um diagnóstico médico, havia ido ao hospital, tirado uma radiografia e descoberto que fracturei o ombro, foi quando mudou de discurso. Disse-me que consegue sentir a minha dor, a minha energia. 

Afinal, um osso partido não pode ela alegar ter. 

Autoproclamou-se então uma espécie de detectora de doenças alheias. Ainda que tenha falhado detectá-las no momento em que ocorreram e só as sentir depois de tomar conhecimento das mesmas. Quem sabe? Provavelmente tem mesmo este dom mais desenvolvido. Ou se calhar, é uma boa maneira de se convencer que não tem antes uma doença mais relacionada com o foro psicológico.


Mas que vi eu quando me dirigi ao frigorífico, que me revelou que ela estava furiosa??

Dois panos atirados para o topo do mesmo. Panos que não são os dela, pertencem aos outros dois da casa e com os quais embirra.

 O frigorífico é muito alto. Ninguém coloca nada ali. Não faz sentido ser aquele o local para panos. Mas eu sei, porque ela quase todos os dias mo diz, segurando com nojo um deles e desviando-o do lugar onde o encontrou, que a enerva chegar a casa e ver os panos desdobrados em cima da bancada. 

Se era assim que eles estavam quando ela chegou ontem de noite, eu não sei. A última vez que os vi, estavam enfiados na barra do fogão, onde já estao outros dois, que são dela. Foi a senhora da limpeza que os prendeu ali. 

Como foram parar em cima do frigorífico só posso especular. Mas acho que especulo corretamente. Resta-me tentar entender qual vai ser a reacção dos outros dois na casa, quando precisarem do seu pano e perceberem onde foram colocados.

O rapaz está por um fio... acho eu.

Ele gosta dela, muito. Mas não consegue mudá-la. Não consegue agradá-la. Não consegue fazê-la ver o seu ponto de vista, ela está sempre em desacordo. Com isso ele sente-se rejeitado, incompreendido, vítima de implicância. Fica enervado com as constantes observações e reprimendas que ela lhe faz. Foi isso que o fez desejar mudar de casa. Disse-lho a ela, como quem deixa um aviso. Mas ela não se emocionou. Ou recuou nas suas atitudes. Ele acabou por ficar mas cada vez que ela volta à carga mais implacavelmente, sinto-o a voltar a ter esses pensamentos.

Ele não tem chance com ela, consigo perceber agora. Noutro dia ela confidenciou-me que se irritou com ele, por a interromper quando ela estava a falar. Foi num momento que ambos estavam a falar de um assunto. eu estava presente. Achei que a conversa fluiu naturalmente. Não detectei nenhum atropelamento abusivo. É natural, por vezes, as pessoas falarem algo em cima do que outra diz, para completar, acrescentar. Qualquer pessoa de fora não teria visto nada de anormal ou detectado a presença de uma pessoa insatisfeita com o comportamento de uma outra.

Ela está sempre a confidenciar-me destas coisas em relacção a ele. Disse-me que lhe parecia a ela que ele queria alguma coisa dela, mas que ela não quer saber dele. O que ele quer é sentir que pode conversar com ela e ser escutado. Quer o normal...

Enfim...

Quem nasce para lagartixa jamais chega a jacaré.  


Quando ao rapaz-que saiu, o JA, fez ele muito bem. Muito bem mesmo! Eu também faço as malas e parto para outra assim que perceber que não serei aceite pelos restantes. Bastou-me aquela experiência. Acho que foi uma aprendizagem bem intensiva, que me passou a lição. 

Ter visto o mesmo acontecer com outra pessoa fez-me entender que é assim mesmo que a vida é. E de nada adiantava ao JA tentar agradar. Porque o olhar e a cabeça dos restantes estava pré-formatada na narrativa que lhes foi injectada. Fosse o que fosse que ele fizesse, a tendência dos outros é procurar o errado e não ver o certo. 

Acho que o JA se esforçou um pouco para não incomodar. Notei nele alguns cuidados que não lhe vi antes. Mas ainda assim não eram suficientes. Na realidade, de nada adiantavam os seus esforços. Tinha sentença passada. Herdada até por ex-inquilinos. Ou se anulava e se deixava pisar - como aconteceu comigo, ou fazia as malas e ia embora. 

É sempre a melhor opção - a de ir embora. Nunca se sabe o que se vai encontrar noutro lugar. Mas com sorte, ele vai partilhar casa com pessoas que não se incomodam com a sua maneira de ser e o aceitam.

Creio que não corro novamente este risco. A atmosfera é simplesmente diferente. Nunca nada será perfeito, conflitos podem surgir. Faz parte. Mas aqui estou à vontade. Não fui forçada a alterar quem  sou, abandonar o melhor de mim, por isso "incomodar" os outros. Não preciso deixar de cozinhar para ceder espaço a quem não larga a cozinha e sei que não vão acusar-me de a deixar suja assim que me vêm a acender um bico de fogão ou a ligar a torradeira.

Sou eu mesma. Limpo tudo. Cozinho para mim mas, por vezes, também a pensar em todos. Se estes estiverem com vontade, há comida que chegue. Estão à vontade para se servirem de algumas coisas específicas. Penso que ninguém tem problemas comigo. Mas o melhor mesmo, é nem ter mais este tipo de receio a assombrar-me. Aos poucos, recupero-me. Fortaleço-me.
E na cura, percebo o quanto afundei... a dimensão do mal a que me sujeitei. 

Mas sobre isso não vou mais pensar.


Quando surgir a oportunidade, tenho a certeza que a M. vai desabafar comigo o que a irritou. Vi a vela queimada no WC - sinal dos seus rituais para se equilibrar espiritualmente. Há sempre algo feito pelos outros que a desalinha, que a incomoda. Ela até se esforça muito. Pelo que me contou, estaria sempre a explodir com todos que a rodeiam se não fizer o seu "treino" diário. 

Gosto da M. mas... confesso... preferia não viver com ela. Sou mazinha??

Espero que não. 


segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Noutro dia no autocarro...



Avistei este senhor e reparei na sua roupa de trabalho. Está certo, também eu uso a roupa em pior condição para ir trabalhar, se a função requer esforço e sujidade. Mas.. uma camisa rasgada desta maneira?
Ao menos o buraco que tinha nas calças jeans foi devidamente costurado e assim que chegarem as férias as calças já estão prometidas ao contentor de reciclagem.

sábado, 27 de abril de 2019

Moda de Verão


O que eu gosto da Moda de Verão é regressar aos anos 80.

Se não acreditam, fiquem atentos ao tipo de indumentária que as lojas disponibilizam. Tudo isto que é usado hoje, foi usado por mim quando era criança. E voltaria a usar - achasse eu que tinha corpo para muitas destas peças. Continua a ser um estilo que aprecio: descontraído, confortável e prático. Com uma pontinha de "edge" (irreverência) aqui e ali. 

São looks CLÁSSICOS...  nunca passam de moda. 

Aqui têm imagens de roupas que fotografei nos cabides de uma loja. Julguem por vocês mesmos.


1- O Blusão de Ganga Preto
Curto, pela cintura, um must na década de 80. Este até tem franjinhas. (E ficam bem).


2 - Os blusões curtos com materiais e corte típico de outras décadas

3 - O blusão de ganga branco



 4 - Clássico: Camisa de ganga comprida


5 - JURO que fotografei isto por causa do material. TÍPICO anos 80!
De uma psicadélica mix cor. Ainda guardo o fato de banho infantil que tem estas ( e mais)  tonalidades. 



6 - Outro material típico dos anos 80: a rendazinha branca, leve, floral... 
 ... nas calças confortáveis, largas, leves

7 - Este fotografei pelo DESIGN. Remete até para a década de 60. O fato de banho listado é um clássico, aqui com um toque de modernidade ao ser amarelo torrado e o twist está no largo cinto que lhe confere elegância, sofisticação e ar de... outro tempo, ainda que sendo lindo hoje. 

                                  



8 - Alguém está pronto para o Disco? 


9 - O CORTE. Essencialmente é o corte, mais o contorno branco que faz muito lembrar os calções da década de 70/80. Estes são enormes. Não usaria logotipos publicitários. Mas gostos são gostos :)

E aqui a introdução mais "moderna" no mesmo estilo de calção-algodão com fita de apertar: o logo é o de uma conhecida (e sem graça) série de comédia de TV nos anos 90. 


10 - O estilo é todo 80... As listas também. Os tamanhos é que não são para todos os corpos! 

11 - Aqui são os materiais usados e as cores. Em muito faz lembrar a qualidade da década de 80, a leveza dos tecidos. Adoro este amarelo. Teria saído da loja com uma camisa deste material e cor (não fotografei) mas não tinham para o meu tamanho. Convém dizer que isso já é de esperar. Estas roupas estao disponíveis para esguias e magras silhuetas. É a única diferença comparativamente às dos anos 80! 

                                     







12 - Na cor, no material, nas listas, no plisado... quem não usou algo assim se viveu nos anos 70/80?
                                                 

                              13 - E que não falte o Macacão! Ah, não pode faltar não.   



       14 - Outra vez as rendinhas...  A blusa branca de algodão com furinhos florais era um MUST   




 15 - E o nó... Toda a roupa tinha de levar nós na cintura ou ser cortada "à selvagem". Aqui só faltam uns acessórios: as polainas e a tira para o suor da testa. Acrescentando estes elementos e subitamente estamos num episódio da série "Fama". 







quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Uma mistura de fantasias de Natal


Não, não são as de chocolate.

Anúncio televisivo aos chocolates de Leite da Imperial (1980)


Uma coisa engraçada que existe por terras de S. Majestade é a «obsessão» que o povo demonstra por «festas». Aqui, aparentemente, qualquer ocasião do ano é motivo para colocarem fantasias à venda. 

Cheguei antes do Halloween e deparei com as lojas carregadas de adereços diversos e muitas fantasias. Eram tantas e tão giras que achei que fariam um Carnaval muito interessante. 

Mal vi esta achei-a giríssima. Adorava ver um bando de crianças
durante o Carnaval a passar na rua vestidas assim.

Muuuito mais baratas que em Portugal, e mais ricas, haviam as tartarugas ninja, o super-homem, o homem aranha, a princesa, o cowboy do filme toy story, enfim... Aqui fazem fatos fantasiosos interessantes. Tanto que até achei que o melhor seria comprar uma fantasia e enviar para Portugal, caso contrário provavelmente só no Carnaval é que elas voltariam às prateleiras das lojas.


Errrr! Errado!!!
Mal acabou o halloween, chegou o Natal. Vapt, vupt. Bem de um dia para o outro.   

O que é que o Natal tem a ver com o Carnaval, perguntam vocês?
Aqui? TUDO.



Neste canto do mundo o Natal sempre foi um bocadinho à americana. Ou seja: os adultos usam aquelas roupas com bonequinhos natalícios, muito vermelho e branco, muitos pinheiros, hastes de rena na cabeça... estão a perceber a cena. Mas o que existe para os muito pequeninos é de delirar!! Os fatos temáticos continuam nas prateleiras, tal e qual fantasias que se adaptam ao tema. Um rei mago? Feito! Sai um baltazar! 

Pai Natal, Elfo menina, elfo menino, rena, estrelinha, rei mago pobre, rei mago rico, etc...



















Uma estrelinha? Feito! Uma fada? O boneco de neve do filme "Frozen" em versão pijama fofinho? Lá está. Com uma protuberante cenoura como nariz a sair do meio do peito. Claro que, é um acessório removível para uma noite de sonho tranquila. 

Confesso que adoro estas coisinhas. E tenho pena de já não ter nenhum bebé ou criança até três anos para a poder vestir com algumas destas roupas. 

Vestidinho para criança, com meias a condizer com as listas nas mangas
e um peluche de gengibre enfiado num dos bolsos em forma de coração,
recortados num tecido macio.
Corações brancos do colar até à cintura, com uma lista negra a imitar
um cinto e «fivela» dourada com glitter em forma de coração.

Digam-me lá: No Natal, se vissem uma criança de um ano a entrar em casa vestida assim não iam achar uma fofura? Kkkk.
É que não é exagerado, é inspirado. 


Quando vi esta camisola até que a quis comprar. Mas não têm o tamanho de criança que pretendia :) É muito comum, além dos desenhos natalícios e figuras do Natal, incluírem luzes coloridas nas vestimentas. Eu gostei desta, pela simplicidade e pela boa colocação luminosa. Cada uma das «luzes» acendia na respectiva cor. E sabem que mais? Este género de roupa desaparece das prateleiras com muita rapidez!

Sem dúvida que o NATAL chegou. Não há que negar.
É logo no dia 1 de Novembro.
E pelo dia 12 as lojas já começam a inflacionar o preço dos produtos.

É que, como é Natal, pode ser que poucos se importem, entrem na onda do consumismo e paguem mais sem resmungar nada Ohohohoh!

sábado, 29 de março de 2014

Decorar prateleiras

Fui «visitar» lojas de roupa. Achei tudo desinteressante. Linhas sem interesse algum, lojas "pintadas" de roupas pretas e brancas, quase que a tornar deprimente a chegada da Primavera.

E os preços? Até as mais «baratuchas» tinham peças absurdamente caras para o seu desinteresse. Muito sinceramente achei que mais valia pagar os preços das roupas das lojas dos chineses de qualidade apenas ligeiramente inferior do que muita daquela que vi nos cabides de lojas mais conceituadas. A diferença nas etiquetas é maior do que a diferença nos tecidos.

Eu até sou daquelas pessoas que acha que faz muito tempo que as lojas dos chineses deixaram de ser baratas e acessíveis e tenta por tudo não dar mais dinheiro a quem não precisa. Nada ali é barato como tinha obrigação de ser. Mas mesmo assim os preços que vi nas etiquetas alheias versus originalidade e qualidade fizeram-me concluir que o lugar daquela roupa sem atractivo algum é a prateleira mesmo. A decorar.

O que quero eu sei, mas encontrar...

Dentro de meses tenho um casamento para ir e pela primeira vez apetece esmerar-me na aparência. (deve ser da idade). Sei exatamente o que quero mas e encontrar? Acho que se o esforço for muito vou acabar por não ligar nenhuma e vestir a primeira coisa na qual me sentir confortável e assim não me chateio mais.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A adolescência (e arredores) espelhada no Youtube



 Na altura em que fui uma adolescente tinha muitas ideias na cabeça. Muita vontade de as concretizar também. Faltava-me, como julgo ser normal, "saber para onde me virar" para seguir esses caminhos que sentia precisar traçar. Um adolescente recorre aos adultos que o cercam. Mas se as respostas destes forem "não sei, não me chateies" ou "nem pensar, pára de ser estúpida", algumas coisas que podiam ser vividas logo na adolescência e servir de experiência para a entrada na idade adulta ficam por acontecer. É a pior coisa, julgo eu, que um educador pode fazer a uma criança: limitar a sua liberdade e necessidade de expressão.

Bom, isso agora quanto a mim pouco importa, serve apenas como introdução para o tema que vim apresentar. No youtube encontrei, por acaso, algumas vezes, vídeos realizados por adolescentes, pré-adolescentes ou semi-alguma-coisa da adolescência. Espreitei por curiosidade, com um nadica de nada de sensação de voyurerista por decerto não ser o público alvo. Mas a verdade é que muitos desses canais são divertidos. Imagino aqueles que estão na mesma idade do visado a divertirem-se com as cenas, a querer fazer algo parecido. O youtube, o vídeo em si, é uma forma de expressão muito apelativa. Era o que me apelava aos sentidos quando era criança: queria filmar. Histórias e o quotidiano do que me cercava. Mas na minha adolescência não existia câmaras de vídeo domésticas. E se não existia isso, então é que nem pensar em criar "cenas" para postar no youtube, pois também não existia internet... Nem computadores, muito menos portáteis, ou ipads ou mesmo telemóveis e quando apareceram, não vinham equipados com câmaras de fotografia, muito menos de vídeo. Portanto, a vontade podia estar lá - e estava. Mas os meios não. Por essa razão fico contente que a geração de hoje tenha acesso a tudo isto para se expressar. E gosto de ver que o fazem. Fazem bem, dominando a tecnologia e algumas técnicas mais avançadas. Têm assunto para falar - do aparentemente disparatado ao mais sério, tudo conta. Uma geração pós-gato fedorento, que se faz sentir na linguagem e estilo que adoptam. Acima de tudo, imaginação, criatividade e coragem para fazer o que lhes apetece, com responsabilidade, decerto... :)

Aqui fica uma ou outra cena/canal que calhei encontrar. Os temas assim como as idades variam entre parvoices típicas (e por isso mesmo engraçadas) a compras online e relações amorosas, mas são todos peças de um puzzle que é a vida que, segundos alguns, tem nestas idades a sua melhor fase. 







PS: Passado tantos anos continuo a achar os meninos, a pesar de tudo, mais interessantes que as meninas. Ao menos falam de tudo um pouco ehehe. Meninas falam hoooooras de  maquilhagem, vestidos, malas, etc.   ;)




sábado, 2 de fevereiro de 2013

Roupa minha, há alguém mais bonita do que eu?


Não ligo muito a roupa. Sou preguiçosa. Não gosto de experimentar roupa e ver se cai bem ou não. Não tenho vontade de ir às compras de roupa. O mesmo para sapatos. Em suma: não sou vaidosa.

Mas hoje em dia quem não olha para o que veste e não revela EXTERIORMENTE ter alguma preocupação com a imagem, parece que não é bem visto como elemento da sociedade. Mas... posso? É que não sou criminosa, portanto, gostava que me deixassem ser como sou: não tenho em mim o gene da disposição automática para a aquisição de roupa nova! Não vou a saldos, não procuro as novidades de cada estação, estou a cag*r para isso!

E sim, não deixo por isso de ser uma excelente pessoa e até tenho noção de estilo e faço a própria moda que outros gostam de seguir, se me apetecesse dar importância a isso, claro está. Tenho o guarda fatos cheio e basta-me o que lá tenho. Não ligo a marcas, não ligo a quase nada. Sou simples. Bastam-me uns jeans, umas camisolas e uns sapatos RASOS. Gosto de sentir confortável, ainda que seja numa camisola de 20 anos com algum borboto. Será que posso?