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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Auguri e felicitações por mais um ano de vida!


Adoro quando me desejam feliz aniversário no facebook. É que a data que lá está é fictícia. Preservo os meus dados pessoais, aqueles que, se forem públicos, nas mãos de pessoas má intencionadas, podem causar sérios problemas. Mas principalmente porque é algo pessoal, íntimo, que deve ser do conhecimento de quem desejamos que saiba, não do mundo!

De modo que, quando me desejam os parabéns fora de hora, comovo-me, sinto-me satisfeita e agradecida. Este ano, já fiz "anos". Quatro pessoas felicitaram-me. Três da família (que pelos vistos não se lembram da data real e refugiam-se na do facebook) e uma italiana desconhecida, que, todos os anos, escreve "auguri" na minha página. 




sábado, 27 de abril de 2019

Moda de Verão


O que eu gosto da Moda de Verão é regressar aos anos 80.

Se não acreditam, fiquem atentos ao tipo de indumentária que as lojas disponibilizam. Tudo isto que é usado hoje, foi usado por mim quando era criança. E voltaria a usar - achasse eu que tinha corpo para muitas destas peças. Continua a ser um estilo que aprecio: descontraído, confortável e prático. Com uma pontinha de "edge" (irreverência) aqui e ali. 

São looks CLÁSSICOS...  nunca passam de moda. 

Aqui têm imagens de roupas que fotografei nos cabides de uma loja. Julguem por vocês mesmos.


1- O Blusão de Ganga Preto
Curto, pela cintura, um must na década de 80. Este até tem franjinhas. (E ficam bem).


2 - Os blusões curtos com materiais e corte típico de outras décadas

3 - O blusão de ganga branco



 4 - Clássico: Camisa de ganga comprida


5 - JURO que fotografei isto por causa do material. TÍPICO anos 80!
De uma psicadélica mix cor. Ainda guardo o fato de banho infantil que tem estas ( e mais)  tonalidades. 



6 - Outro material típico dos anos 80: a rendazinha branca, leve, floral... 
 ... nas calças confortáveis, largas, leves

7 - Este fotografei pelo DESIGN. Remete até para a década de 60. O fato de banho listado é um clássico, aqui com um toque de modernidade ao ser amarelo torrado e o twist está no largo cinto que lhe confere elegância, sofisticação e ar de... outro tempo, ainda que sendo lindo hoje. 

                                  



8 - Alguém está pronto para o Disco? 


9 - O CORTE. Essencialmente é o corte, mais o contorno branco que faz muito lembrar os calções da década de 70/80. Estes são enormes. Não usaria logotipos publicitários. Mas gostos são gostos :)

E aqui a introdução mais "moderna" no mesmo estilo de calção-algodão com fita de apertar: o logo é o de uma conhecida (e sem graça) série de comédia de TV nos anos 90. 


10 - O estilo é todo 80... As listas também. Os tamanhos é que não são para todos os corpos! 

11 - Aqui são os materiais usados e as cores. Em muito faz lembrar a qualidade da década de 80, a leveza dos tecidos. Adoro este amarelo. Teria saído da loja com uma camisa deste material e cor (não fotografei) mas não tinham para o meu tamanho. Convém dizer que isso já é de esperar. Estas roupas estao disponíveis para esguias e magras silhuetas. É a única diferença comparativamente às dos anos 80! 

                                     







12 - Na cor, no material, nas listas, no plisado... quem não usou algo assim se viveu nos anos 70/80?
                                                 

                              13 - E que não falte o Macacão! Ah, não pode faltar não.   



       14 - Outra vez as rendinhas...  A blusa branca de algodão com furinhos florais era um MUST   




 15 - E o nó... Toda a roupa tinha de levar nós na cintura ou ser cortada "à selvagem". Aqui só faltam uns acessórios: as polainas e a tira para o suor da testa. Acrescentando estes elementos e subitamente estamos num episódio da série "Fama". 







quinta-feira, 3 de maio de 2018

Eutanásia humana


Um cientista australiano solicitou o direito à morte assistida.
Com 104 anos, David Goodall que se manteve extremamente activo durante a sua vida, diz que lamenta muito ter chegado até a sua idade.


Quando me dizem que queriam viver até os 100 anos, respondo sempre "Eu não!".
Espantados, os outros dizem-me que querem viver muito tempo e, se pudessem, viviam para sempre. Ao que lhes respondo: "Se pudesse chegar até lá como estou agora, tudo bem mas como não é isso que vai acontecer....80, 70 é o suficiente.".

Sempre tive na ideia que, naturalmente, se morre lá pelos 80. E não me desagrada - nesta altura da minha vida e até este instante- essa eventualidade. Mesmo mais cedo, não me desagrada. Agora o que irei sentir quando lá chegar, será a realidade que, presentemente, só posso intuir. A morte não me assusta o que me entristece é o sofrimento em vida. A solidão, a doença prolongada, a falta de mobilidade, a dependência de terceiros até para as necessidades básicas. Essa condição natural de quase todo o  envelhecimento que proguide até a total degradação física e psicológica. Não quero que o destino me reserve uma existência onde «morro» viva.

E viver até os 100 anos ou mais será, certamente, estar sujeito/a a tal realidade.

A luz de David Goodall está calendarizada para se apagar no dia 10, em Basileia, na Suiça, onde a morte assistida é legal. Acho que uma pessoa lúcida e consciente tem o direito de  decidir isso. Respeito a sua decisão. 



quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Nesta onda...

E sabendo bem!