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sábado, 9 de março de 2019

Está de parabéns...


... a SIC.


Estava a ver o final do telejornal na TVI e ao final de três notícias muito superficiais e de necessidade duvidosa, não aguento mais: Mudo de canal dizendo até em voz alta: "O noticiário da TVI é de vómito!".

Na SIC, onde fui parar, estão a falar da Quinta do Lage, na amadora. Uma reportagem que me mantém colada ao ecran. Tem qualidade e está bem feita. Até o grafismo está excelente. 


Desta realidade salta para uma outra totalmente diferente e igualmente fascinante: passa-se na aldeia da Quintandona, aldeia em xisto, que foi toda recuperada e está a tornar-se um lugar de turismo de luxo. É nesta aldeia que se encontra o melhor Wine Bar de Portugal. Não dizem quando essa categoria foi atribuída - até pode ser que outro estabelecimento já tenha arrecadado essa distinção, mas torna-se irrelevante diante da beleza e das promessas da região.

Seguindo para o Ramén. O tal prato chinês mais conhecido como Japonês, que é uma espécie de sopa, só que com caldo mais aguado e com noodles. 


Senti-me a viajar, preenchida e a receber informação quando comecei a assistir ao noticiário da SIC. Por isso digo que está de parabéns. A reformulação que recebeu - há muito planeada - parece ter sido proveitosa. Os estúdios desapareceram daquele amontoado de tijolo em Carnaxide, e passaram para o sofisticado edifício da empresa em Paço de Arcos, onde já funcionava tudo o resto. 

Munidos de novo ânimo, talvez apresentem coisas novas e melhores.

Quem vê regularmente, o que tem a dizer

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Três retalhos cosidos a linha


 Vi um filme que achei optimo.
Clovehitch Killer. Muito bom. Manteve-me agarrada ao ecrã e cheia de apreensão e desconforto. Nada de muito mau se passa na primeira parte do filme. Mas só a possibilidade de se vir a passar transmite um desconforto tremendo. O guião e a direcção é em tudo diferente dos clichés habituais. Muito inesperado no momento em que é usual a coisa dar para o "torto" para a vítima que é uma personagem secundária.

Apenas faria dois reparos no que diz respeito à veracidade da fecho da história que nos é apresentada. Acho que desvaloriza um pouco o relato de uma testemunha com bons ouvidos e também a sagacidade da ciência forense. Teria preferido que tudo tivesse ficado mais claro, em prol do sofrimento das famílias das vítimas, que, como se sabe, passam o resto das suas vidas a aguardar o momento em que o culpado é descoberto e enviado para a prisão. Mas isso são detalhes numa história que prende de inicio ao fim. Quem já viu?

Momento de grande incógnita e receio na história


Retalho dois:

O Aliexpress é um site de compras que já deu o que tinha a dar. A China mostra-se tão gananciosa quanto os chineses que cá abriram lojas: ao invés de manterem os seus produtos de baixissima qualidade a preços também baixos, descobriram o valor do euro e toca a colocar preços iguais aos de loja física, que tem contas e renda a pagar. Por produtos que não são em grande número e sem qualidade, cobram praticamente o mesmo! Somando algumas "merdices" de baixo valor, gastei 50 libras. Além disso, após a compra, só terás a encomenda em tuas mãos entre 40 a 60 dias. Porra! Só por isso deviam ter tudo ao preço da chuva. E são muito aldrabões. Tal como o chines da loja onde fui durante a estada em Portugal. Comprei e paguei por metro e meio de tecido, recebi um metro e quarenta centímetros. É preciso ter muita cautela com a chinesada, pelo simples facto de culturalmente estarem acostumados a aldrabar, a vender gato por lebre e a esperar que todos sejam ladrões. Por isso perseguem os clientes dentro das suas lojas. Cultura muito diferente que demora a adaptar-se ao estilo europeu penínsular. 

Retalho três:

Para ver até ao fim. Está garantida uma gargalhada no final. :)

https://www.facebook.com/angels.aliaj.5/videos/264305004440551/

Nota: este vídeo só funciona visualizado no facebook. Abram e vejam, merece a pena para começar o dia ou ter aquele momento de pura descontração. Pelos vistos o blogger deixou de permitir a inclusão com visualização de vídeos das redes sociais. O costume...

 Boa terça-feira!

sábado, 29 de março de 2014

Decorar prateleiras

Fui «visitar» lojas de roupa. Achei tudo desinteressante. Linhas sem interesse algum, lojas "pintadas" de roupas pretas e brancas, quase que a tornar deprimente a chegada da Primavera.

E os preços? Até as mais «baratuchas» tinham peças absurdamente caras para o seu desinteresse. Muito sinceramente achei que mais valia pagar os preços das roupas das lojas dos chineses de qualidade apenas ligeiramente inferior do que muita daquela que vi nos cabides de lojas mais conceituadas. A diferença nas etiquetas é maior do que a diferença nos tecidos.

Eu até sou daquelas pessoas que acha que faz muito tempo que as lojas dos chineses deixaram de ser baratas e acessíveis e tenta por tudo não dar mais dinheiro a quem não precisa. Nada ali é barato como tinha obrigação de ser. Mas mesmo assim os preços que vi nas etiquetas alheias versus originalidade e qualidade fizeram-me concluir que o lugar daquela roupa sem atractivo algum é a prateleira mesmo. A decorar.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Dúvida e pedido de esclarecimento sobre a comercialização do calçado

Se os sapatos com fabrico português são tão apreciados pelo mundo a fora pela qualidade, beleza e conforto (ao ponto de serem o segundo mais caro do mundo*) porque é que aqui em Portugal a maioria das casas vendem sapatos feitos NA CHINA???



*fonte: Programa Imagens de Marca (Janeiro 2014)



segunda-feira, 24 de junho de 2013

Comprei uma peruca


Comprei uma peruca. Nenhuma razão em particular, apenas ia comprar um artigo na loja online, vi-a por 2€, tinha bons feedbacks, uma alusão ao "dia da mãe" e para arredondar a despesa comprei-a. Não esperava nada especial de uma compra barata de uma peruca de fios de cabelo artificiais. Mas ao receber verifiquei que os elogios pareciam justos. A cor é boa, o toque também e então decidi experimentar só para ver como ficava. Atei o cabelo num grande pompom debaixo da nuca e enfiei a cabeleira postiça. Achei que os caracóis eram bem reais - desalinhados e desarrumados como os meus costumam estar. Tive mais dificuldades em arranjar o cabelo junto aos olhos, de "franja" até quase ao queixo. E pensei para comigo: devo ser a única pessoa no mundo que compra uma peruca igualzinha ao cabelo que tem!


Tirei a peruca e devolvi-a à embalagem. Deixei os meus cabelos cairem para a posição natural deles. O entusiasmo foi pouco ou nenhum. Afinal, não existiu nenhuma mudança de visual por aí além. Por um lado fiquei contente: existem perucas por aí a imitar o meu cabelo! Então nem tudo está perdido...


PS: quando era jovem tinha vontade de mudar de cabelo não só na forma e cor, como no comprimento com uma frequência constante. Lamentava que a sociedade não visse com bons olhos o uso de perucas meramente decorativas, tal como aceita um acessório da toilette. Por minha vontade tinha usado muuuuitas! Mas jamais o fiz ou sequer existiam como produto de acesso fácil.