quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020
Mind Reader
Há coincidências do «catano». Estava eu a pensar que não tenho casa comprada, quando oiço o som de mensagem no telemóvel. Vou ver e diz assim: "portuguesinha - um adolescente comprou uma casa". Seguido do link.
Claro que sei que é spam.
Mas a minha mente ficou P A S M A!
Foi como se tivessem lido o meu pensamento e nesse exato momento o transferissem para SMS. E o que é mais irreal, é que nunca, antes, recebi tal texto. Nunca sequer fiz pesquisas nos motores de busca. Nunca coloquei o meu número de telefone inglês em algum site e jamais dei o meu nome - escrito na grafia correcta, a nenhum site inglês.
Fiquei mesmo aparvalhada e decidi espreitar que tipo de spam era quando chegasse a casa.
É uma falcatrua online - que uma vez já denunciei, que faz as pessoas acreditar que, comprando Bitcoins, ficam milionários numa questão de horas.
E não foi a única ocasião neste dia em que o meu pensamento foi tranferido. Estava a contar umas unidades e quando chego ao número mentalmente, o loucutor da rádio pronuncia-o.
Eu a pensar no número, o locutor a pronunciá-lo!!!
Isto é macabro.
Infelizmente não é um número que exista no euromihões.
Mas se houvesse lotaria...
Já vos aconteceu coisas assim??
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Máscaras e o Corona Virus
Tenho vindo a querer comprar uma coisa para uso próprio e tenho adiado. Inicialmente pensei em adquirir uma daquelas máscaras para motoqueiros, que só deixa à vista os olhos. Mas depressa mudei de ideias, porque as percebi pouco práticas e só me protegeriam do vento frio. Optei depois pelas golas altas, mas também mudei de ideias, eram demasiado caras para a simplicidade e nada dava garantias de que iam ficar seguras acima do nariz, sem escorrerem pescoço abaixo. Para isso, já me basta o gorro do casaco, que hoje ao soltar-se até fez cair ao chão um outro gorro que uso por dentro. Por sorte, dei conta e voltando atrás, foi possível apanhá-lo do chão.
Como caminho muito, quase sempre perto de vias rápidas, incomoda-me bastante quando recebo baforadas tóxicas dos tubos de escape dos carros a passar. Pessoas a fumar, a mesma coisa. Mas de há uma semana para cá, tenho andado a tossir, sinto-me mal, tenho uma narina a querer entupir mais que a outra, espirro muito, fico com os olhos inchados, parece que sinto pó nas pestanas e por mais que passe água a sensação permanece. Incomoda-me todo o tipo de "pó" que me chega ao nariz. O pó do café, o pó da madeira lixada todo o fim-de-semana na casa, por o senhorio estar a fazer renovações, o pó no emprego - que é imenso e que, feita parva, decidi passar uma vassoura pelo chão. No dia seguinte, senti as amígdalas inchadas, falhava-me a voz, parecia ter vidro na garganta e estava adoentada.
Mas não era início de constipação - como cheguei a temer por o local de trabalho ser frio. Ou melhor: a minha área, que fica perto de portas, é fria, mas cada vez que vou ao WC passo pela zona quente das máquinas de produção. Seria fácil deduzir que a exposição contínua a súbitas alterações de temperaturas resulta no que pode ser o início de uma constipação de inverno.
Mas a intolerância ao pó... ao cheiros fortes, já me indica o verdadeiro culpado: POLUIÇÃO. Partículas agressivas na atmosfera.
E é por isso que decidi. Vou deixar a vergonha para trás - que neste país, a pesar de ninguém usar, usam burkas e outras coisas mais, velhotas pintam o cabelo nas cores do arco-íris, por isso não é caso de estranharem ver uma pessoa na rua a usar uma... máscara respiratória no rosto.
Preciso proteger-me destas agressões!!!
É inacreditável, mas estou muito mais exposta aos perigos da poluição do que um fumador inveterado que vai e volta a todo o lado de carro. Sou fisicamente activa, gosto de andar na rua, mas isso não me traz mais saúde. Pelo contrário: pode tirar-ma.
Na busca por uma máscara eficaz e de preferência, de uso múltiplo, calhei ler o que acontece quando se respira demasiado as partículas nocivas. O pulmão pode inflamar. Posso até ganhar cancro. Corro o risco de contrair a Doença Crónica obstrutiva dos Pulmões, que praticamente me retira TUDO aquilo que mais gosto em mim e me define: a minha energia. Acabam-se as caminhadas (se conseguir dar dois passos é muito), acaba-se qualquer esforço. Tudo o que quiser fazer não irei fazer. Vou precisar respirar por garrafas de oxigénio. E ver a vida passar por mim.
Não quero isso!
Não mereço isso.
Não quero isso!
Não mereço isso.
Mas estou à mercê, tudo indica que é provável. E o corpo está a dar os seus sinais.
É melhor escutar.
Vergonha? Encabulada?
Que se lixe!!
Que se lixe!!
E onde entra o Virus Corona nisto?
Simples. As máscaras de rosto esgotaram em TODO O LADO. Até online. O preço das mesmas também inflacionou bastante. Esta epidemia foi logo calhar na altura em que eu decidi-me definitivamente pelo uso de máscaras de protecção no nariz, sem me importar com as «aparências». Está tudo esgotado mas ainda se encontram online. Quase todas da China, claro... Foi a única alternativa que tive e acabei por comprar no Ebay uma máscara com respiradoro e de uso contínuo, porque penso que ma vão entregar antes que o fim-de-semana chegue, pois pretendo ir para Londres.
Simples. As máscaras de rosto esgotaram em TODO O LADO. Até online. O preço das mesmas também inflacionou bastante. Esta epidemia foi logo calhar na altura em que eu decidi-me definitivamente pelo uso de máscaras de protecção no nariz, sem me importar com as «aparências». Está tudo esgotado mas ainda se encontram online. Quase todas da China, claro... Foi a única alternativa que tive e acabei por comprar no Ebay uma máscara com respiradoro e de uso contínuo, porque penso que ma vão entregar antes que o fim-de-semana chegue, pois pretendo ir para Londres.
Decidi ir passear lá e fui logo escolher ir para a cidade-grande num fim-de-semana de mais chuva e na altura em que o vírus Corona paira ameaçadoramente no ar... Mas não me vai travar. Se ficar em casa, vai ser o terceiro fim-de-semana com o pó das madeiras a correr livre, a vê-lo na mobília que acabei de limpar, na roupa da cama que quero lavar. Não me apetece. Mesmo. O que me apetece é subir ao topo de um edifício alto e olhar para baixo, ver tudo minúsculo, ir a jardins, conhecer locais por onde ainda não passei...
E por isso, Londres, aí vou eu!
E vocês?
Como andam a lidar com esta epidemia?
Como andam a lidar com esta epidemia?
terça-feira, 11 de fevereiro de 2020
Seguidores e folhear catálogos
Não entendo a coluna de seguidores aqui do lado, no blogue. Reparei que desceu de 73 para 72 e quase brinquei com isso. Hoje percebo que caiu de 72 para 71. Por acaso isso não interessa nada, porque desses «setentas», o número real nunca passou de cinco ou seis! O resto é gente que já desapareceu, segue para ser seguido ou publicitado. Lembro-me de fazer um post sobre este tema por a quantidade ter estagnado no número 69. Quando passou a mais quatro (lol) que isso, senti tristesse por perder o «número mágico». Mas alegria com a possibilidade de isso significar ganhar um leitor real, que vai ler e comentar. Por isso, valia a pena sair do número capitua.
A questão de perder seguidores não está no número, mas na qualidade. Quem deixa de seguir, está ativo. Ou não? Não me agrada perder os comunicadores.
Gostava de apanhar mais gente na blogosfera, trocar mais ideias. Receber mais comentários. Não digo comentar mais porque sou das que comenta. Muito. Em comparação, sempre fui 85% mais ativa do que a «atividade» recebida em troca.
Comento quase todos os assuntos, mas omito-me de alguns temas. Um desses, sem dúvida, é a política. Isso e desporto, quase sempre sou capaz de ler sem comentar, não por desinteresse total, mas por desconhecimento. Como opinar se falta mais informação para o fazer? Ás vezes, em situações pontuais, generalistas, ainda vá lá. Mas política de núcleo.... esqueçam.
E depois tem os temas que pouco me interessam. Roupas. Acessórios. Na realidade, se fizessem posts sobre estes temas de uma forma aprofundada e pessoal, com autenticidade e não como propaganda, aí interessava-me e ia comentar assiduamente. Mas postar imagens de roupa toda igual, só muda a cor... opá, se eu quisesse folhear catálogos voltava aos idos tempos da La Redoute.
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domingo, 9 de fevereiro de 2020
Uma semana depois
Numa solarenga tarde
ventosa e fria de Fevereiro...
No parque com este lago
Onde fui fazer isto
sábado, 8 de fevereiro de 2020
Chovem pontos de interrogação
A boa notícia é que fui capaz de voltar a ler livros. Actividade que se tornou impossível lá por Setembro. Mas por volta de Dezembro, agarrei novamente um livro pela primeira vez. Não era bom, veio o Natal, e não o terminei. Estamos em Fevereiro. Faz sete dias que estou a ler Peter Swanson "Before she knew him".
Estou a gostar. É uma escrita simples, sem grandes twists, mas que abre a mente para novas realidades interpretativas. O seu contributo maior é esse: por as situações sobre um outro ponto de vista.
Contudo, aqui e ali, há partes que me remetem para o motivo que me fez largar as leituras. Esta frase sublinhada, por exemplo. Que no meu caso, vem com um ponto de interrogação no final.
Não ia agir sobre uma fantasia se esta não fosse bem-vinda.
Mas pensei ter uma amizade.
E por isso, pontos de interrogações caem sobre tudo, que nem chuva miúda (drizzle rain).
E por isso, pontos de interrogações caem sobre tudo, que nem chuva miúda (drizzle rain).
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
Ah.
Entendo as Rebeccas deste mundo. E quanto mais vivo, mais admiro e vejo o quanto são necessárias.
Refiro-me à personagem criada por Daphne du Maurier. É tão interessante... uma mulher que não existe. Mas que é personagem mais forte de toda a história. E que usou os homens porque os achava uns idiotas, por se encantarem com a sua beleza. "São todos uns estúpidos!" - acho que a certa altura surge citada pela governanta.
E eu entendi. Nesse instante, entendi Rebecca e entendi a admiração da empregada por aquela mulher especial. Ela tinha todos os homens na palma da mão. Porquê? Porque era lá que eles queriam estar. ELES lhe deram esse poder.
Devia ser extremamente frustrante ser tão inteligente e a primeira coisa que um homem via era a beleza. Depois vinha o fascínio pela sua mente, mas sempre, sempre, todo o homem desejava ir para a cama com ela. Asco. Dessa forma nenhum homem poderia jamais interessar-lhe por muito tempo. Não dá "pica", por ser tão fácil. E por ser frustrante, a excitação está no castigo. Por isso ela encontrava outras formas de lidar com eles, excitava-a os jogos psicológicos e brincava com todos, desprezando-os. Deixava-os pensar que eram especiais mas não gostava de nenhum. Ela era feminista.
Essa reverência de que a personagem foi vítima desde criança, é-me fácil de entender. Assim como achei brilhante a forma como ela conseguiu "despedir-se" do mundo antes da sua beleza a trair. E ainda por cima, fazendo um homem acreditar que a assassinou. Oh, ele a matou, sim! Mas porque ela assim o quis. BRILHANTE.
Bom, mas toda esta introdução para contar que estava no supermercado e um homem atrás de mim fala comigo em inglês e quando se afasta, ainda a falar, reconheço de imediato que é português, de Lisboa, por sinal. Só então viro-me na sua direcção e, por simpatia, pergunto-lhe, em inglês:
-"É português?"
-"Sou".
-"Também eu"
-"Ah" - diz com uma expressão de incómodo e a afastar-se.
-"Ah" - diz com uma expressão de incómodo e a afastar-se.
Entretanto meto-me numa fila de atendimento, que ele por sinal corta e passa na frente assim que termina de escolher o que quer e quando chega a minha vez, ele está a terminar de ser atendido, faz por não estabelecer contacto visual comigo e regressa para perto de um amigo (também tuga) a rir, e a dizer algo onde a palavra "ela" entra na frase. Não sai dali de imediato, como seria de esperar para quem mostrou tanta pressa que até se meteu na frente.
Fiquei com a sensação de que fez troça, incomodou-se. Não gostei dele. Caiu-me mal que se tenha metido à frente da fila, acho que demonstra que se acha acima dos restantes. E mostra falta de respeito por mim, que estava nela, e ele sabia muito bem para quê; precisamente pelo mesmo motivo que ele: meter o euromilhões.
Presumo que é um desses tugas que vem trabalhar para uma empresa de informática ou dados. Têm sempre a mania que são mais do que são, que estão acima dos restantes emigrantes da nação. Não gostam de se "misturar".
Fiquei a pensar: "se me visses com menos 15 anos, aposto que ias derreter-te em simpatia". "Se eu fosse famosa, também ias gostar de me encontrar numa fila de supermercado". "Mas como não sou essas coisas, é como se não tivesse valor. Sentes-te incomodado e totalmente desinteressado em ser simplesmente simpático".
E fiquei a pensar nisto... ali estava a razão de existirem «Rebeccas».
E devem existir. Faz sentido. Espero que existam.
Sei o que é ser assediada por ser jovem com um palmo de rosto bonito. Ou por ter desenvolvido curvas precocemente. Sei o que é ser uma «Rebecca», no sentido de entrar numa sala e todas as atenções virarem-se para ti. Aconteceu-me algumas vezes. E depois apareciam rapazes, uns atrás dos outros... interessados em "conhecer-me", estendendo-me convites para tudo e mais alguma coisa, olhando de lado para outros rapazes, tentando ser aquele que agrada mais. Nunca gostei, nunca me senti confortável e por isso desenvolvi vontade e necessidade de ficar "apagada", ser discreta, não evidenciar nada, até mesmo de ocultar a minha inteligência, conhecimentos, interesses. Porque eram muitos, diversificados e isso parecia intensificar ainda mais o interesse masculino. Fiz-me de "parva" por me incomodar com as atenções recebidas. Aquilo que representas, acabas por te tornar! Sempre escondi a minha beleza, talentos e inteligência. Não foi muito inteligente de minha parte... Mas foi o que fiz. Não fiz uso do meu poder. Desse poder que me foi conferido por todos eles, mas que nunca desejei possuir. Rebecca usou-o com deleite. Fez ela muito bem!
Olhei para aquele homem português não muito atraente, quase careca, achando-se acima da minha pessoa e fiquei a pensar se ele soubesse...
O que faço profissionalmente hoje não tem nada de nada a ver com aquilo porque me interessei desde girino :). Mas nos meus 20s, 30s, andei a fazer coisas que amei de paixão. Coisas que tinham a ver com o grande público e que podiam facilmente ter-me catapultado para a fama, transformando-me numa figura pública. Muitos rostos, femininos e masculinos que andam nas revistas, que surgem na televisão, são dessa época. A diferença é que eu nunca perdi a necessidade de me apagar. O que me prejudicou. E esses que aparecem, sempre quiseram aparecer. Fazendo de tudo para o conseguir. Tudo...
Imaginem então se este tuga tivesse encontrado no supermercado a Catarina Furtado? Ou a Cristina Ferreira? Todas produzidas e maquilhadas, claro. Porque se estivessem de gorro na cabeça com o cabelo tudo lá enfiado como eu estava, se calhar nem elas teriam a sorte de serem tratadas com as simpatias de bajulação de que já devem estar mais do que acostumadas.
Acham que este tuga ia ficar-se pelo "Ah" e fugir a milhas?
Coisas que me têm irritado
1) As reduzidas visualizações do blog. Nunca foram muitas, mas foram cortadas para mais de metade. I wonder why?
2) A falta de comentários aos conteúdos. Uma pessoa farta-se de escrever e pá, nem aqueles que só lêm o título e depois deixam um comentário generalista com três a cinco palavras andam por cá. O que se passa?
3) O meu telemóvel Samsung. Que porcaria de marca! Irrita-me que os botões do som estejam ao contrário do modelo anterior, também samsung. Os phones são uma porcaria e não gosto que não venham com a protecção de silicone. Estão sempre a cair das orelhas e não têm botão de volume.
3) Ainda o meu telemóvel Samsung. Que não me deixa escutar música em standby. Tenho de meter o menu das configurações no ecran para que a música possa tocar.
4) Ainda o meu telemóvel Samsung. Que não permite que as músicas toquem continuamente. Só consigo ouvir compilações.
5) Ainda o meu telemóvel Samsung. Que me pediu para actualizar a impressão digital por, supostamente, terem feito melhorias, e aquilo nunca, nunca, nunca funciona!!!
6) Ainda o meu telemóvel Samsung. Cada vez que quero tirar uma fotografia ou fazer um vídeo, aquilo salta sempre de posição. Nunca pára quieto, porra!
7) Ainda o meu telemóvel Samsung. Já que a música é uma bosta, lembrei-me de começar a escutar rádio. Não entendo porque é que só me deixa escutar um pouquinho e depois desliga-se! Nem uma canção inteira me deixa ouvir. Desliga-se e tenho de ligar novamente. Que coisa imprestável!
8) Ainda o meu telemóvel Samsung. A capa não serve para nada! Não fica de pé, não dá para posicionar o telemóvel e ainda por cima, os botões ficam DEBAIXO caso tente dobrá-la para visualizar um vídeo. Tenho sempre de encostar o aparelho contra alguma coisa. Mas as capas com tampa dobrável não serviam para isto???
9) Ainda o meu telemóvel Samsung. Cada vez que carrego Ficheiros/Audio para aceder ás músicas que ali coloquei, aparece-me um menu da Samsung a dizer que para continuar tenho de aceder à conta. Inconveniente. É preciso conta com password para escutar música que foste tu a colocar no telemóvel?
10) O gorro do meu casaco. Deve ter sido feito para a cabeça de um gigante! Preciso tanto de o ter apertadinho para o frio não entrar, e o diabo é que tenho de usar as mãos para o manter fechado, porque os botões de mola estão numa posição tão afastada que o gorro cai da cabeça. Não há meio de o conseguir manter ali sem ter de me maçar.
E pronto. Acho que é isto.
TODOS OS DIAS, mas todo o santo dia, é uma luta diária para ter estas pequenas coisas que nem deviam te fazer pensar nelas, a funcionar.
Excluindo o blog, claro!
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
Novo vício
Podia ser o meu novo vício, já que sinto-me tão mais propensa naquele momento do dia. Mas as falhas constantes nos dados móveis vão impedir-me de dar continuidade a algo que receei vir a poder tornar-se um novo hábito: postar no blog enquanto marcho para o emprego.
Gostei de fazê-lo na primeira vez. Fez o tempo passar mais rápido, nem notei. No dia seguinte, nova inspiração, fez-me fazer o mesmo. E quase nem tive tempo para terminar o post, pois demora 20 vezes mais tempo a escrever no teclado de um smartphone do que num computador. Descobri que sou boa no texting and walking. Agora entendo a imagem em baixo!
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