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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Coisas que me têm irritado


1) As reduzidas visualizações do blog. Nunca foram muitas, mas foram cortadas para mais de metade. I wonder why?

2) A falta de comentários aos conteúdos. Uma pessoa farta-se de escrever e pá, nem aqueles que só lêm o título e depois deixam um comentário generalista com três a cinco palavras andam por cá. O que se passa?

3) O meu telemóvel Samsung. Que porcaria de marca! Irrita-me que os botões do som estejam ao contrário do modelo anterior, também samsung. Os phones são uma porcaria e não gosto que não venham com a protecção de silicone. Estão sempre a cair das orelhas e não têm botão de volume.

3) Ainda o meu telemóvel Samsung. Que não me deixa escutar música em standby. Tenho de meter o menu das configurações no ecran para que a música possa tocar.

4) Ainda o meu telemóvel Samsung. Que não permite que as músicas toquem continuamente. Só consigo ouvir compilações.

5) Ainda o meu telemóvel Samsung. Que me pediu para actualizar a impressão digital por, supostamente, terem feito melhorias, e aquilo nunca, nunca, nunca funciona!!!

6) Ainda o meu telemóvel Samsung. Cada vez que quero tirar uma fotografia ou fazer um vídeo, aquilo salta sempre de posição. Nunca pára quieto, porra!

7) Ainda o meu telemóvel Samsung. Já que a música é uma bosta, lembrei-me de começar a escutar rádio. Não entendo porque é que só me deixa escutar um pouquinho e depois desliga-se! Nem uma canção inteira me deixa ouvir. Desliga-se e tenho de ligar novamente. Que coisa imprestável!

8) Ainda o meu telemóvel Samsung. A capa não serve para nada! Não fica de pé, não dá para posicionar o telemóvel e ainda por cima, os botões ficam DEBAIXO caso tente dobrá-la para visualizar um vídeo. Tenho sempre de encostar o aparelho contra alguma coisa. Mas as capas com tampa dobrável não serviam para isto???

9) Ainda o meu telemóvel Samsung. Cada vez que carrego Ficheiros/Audio para aceder ás músicas que ali coloquei, aparece-me um menu da Samsung a dizer que para continuar tenho de aceder à conta. Inconveniente. É preciso conta com password para escutar música que foste tu a colocar no telemóvel?

10) O gorro do meu casaco. Deve ter sido feito para a cabeça de um gigante! Preciso tanto de o ter apertadinho para o frio não entrar, e o diabo é que tenho de usar as mãos para o manter fechado, porque os botões de mola estão numa posição tão afastada que o gorro cai da cabeça. Não há meio de o conseguir manter ali sem ter de me maçar.


E pronto. Acho que é isto.
TODOS OS DIAS, mas todo o santo dia, é uma luta diária para ter estas pequenas coisas que nem deviam te fazer pensar nelas, a funcionar.

Excluindo o blog, claro!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Ruídos portáteis

O espaço público já não é o mesmo desde que inventaram aparelhos portáteis. Eram walkmans, agora são Mp3s, Mp4s, telemóveis com gps e blue tooth, leitores de cds, leitores de dvds... tudo portátil, que cabe num bolso. E tudo a fazer ruído.

Isto estaria tudo muito bem se cada pessoa que decide sair para a rua a usufruir destas comodidades modernas, o fizesse mantendo-as para si. Mas não é o que se verifica. Nos transportes públicos e áreas comuns, é vê-los e, infelismente, ouvi-los. Dizem que escutam música e, como é para usufruto particular e ainda por cima estão de ouvidos tapados, ninguém os oportuna. Conveniente pretexto para se ocultar.


Acontece que raramente aparece alguém com estas "tecnologias" que a saiba usar de modo a ser o único ouvinte. Quase todos têm o volume da música tão alto, que jorra ruídos para fora dos phones, invadem o espaço circundante e incomodam. Para cada cabeça com os ouvidos entupidos com ruídos, aqueles que nada têm são forçados a aguentar não um, mas vários. Brotam de todo o lado. Um, dois, três, quatro, cinco... seis pessoas ao teu redor estão a "escutar" música. E a obrigarem-te também a escutar. Mas o que escutas é música? Não! São ruídos!





Ao menos os automóveis que andam com a música alta e vidros para baixo têm a grande vantagem de assumirem o que estão a fazer. E não só: goste-se ou não, é meramente uma questão de gosto pessoal mas, o que sai projectado para o ambiente é música. Não são ruídos. Outra vantagem da música de automóvel, é que é passageira. É como um perfume que passa e evapora. É só um cheirinho e segue com o vento.


O mesmo não acontece com os "portáteis" e particulares instrumentos de tortura alheia. Deviam ser proibidos em áreas comuns. Não? Acham que é exagero? Experimentem primeiro para ver como é... ou então devia existir o bom senso de escutar música sim, mas num volume baixo. Não só demonstra respeito e civilidade, como bom senso. Ou chegarão todos à terceira idade bastante surdos!


Hoje o meu dia foi assim. Dois ou três indivíduos com música portátil nos ouvidos grudaram em mim e me submeteram à tortura de ter de aguentar ruídos estridentes e batitas de construções de obras de construção civil. Mas o pior até foi quando uma miúda sentada ao meu lado na camioneta, começa a ver um filme em dvd! Colocou phones? Não! Som ao vivo! Uma série de ruídos e depois, para rejubilo, sons de violino, que terminaram numa opereta russa qualquer. Boa!


É tão bom levar com o barulho dos outros! :(

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

A praga tecnológica

Todos os dias, logo pela manhã, levo com duas ou três coisas que dispensava bem: o cheiro de tubo de escape do trânsito automóvel, pessoas a acender os cigarros bem na minha frente de modo a que o fumo siga a direcção dos meus pulmões e, o pior de todos, terrível para mim, a PRAGA DIGITAL.


Não consigo fugir dela. Mas qual praga? Falo da música portátil. Dos muitos e muitos ouvidos onde espetam os auscultadores e daí sai um ruído irritante, um zumbido pouco pacífico, que nos é impigido. Os infractores deste acto danoso, sentem-se imunes, escudados que estão pelo equipamento que os esconde. Apetece-me cortar-lhes os fios. Puf! Terminava o acto doloso.


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Hoje pela manhã, senti tranquilidade no autocarro. Não estava cheio, consegui um lugar para viajar sentada e tentei perceber porquê estava esta viagem a ser tranquila. Viajava na parte de tras de um autocarro de três portas. O que estava diferente? É que todas as pessoas ali não traziam consigo nada que produzisse ruído. Percebi que não estava a ser agredida com os habituais zombidos. Tão depressa respirei de satisfação, tão depressa apareceu uma miúda. Põe-se mesmo à minha frente. Surge de imediato aquele som ruídoso: Bzzzz rRsssss Tssss Rssss Tasssss. Irra! Estava a ser tranquilo e era bom demais para ser verdade... aquele minuto durou uma eternidade. Mais ainda quando o som tornou-se mais cristalino, com o fim do movimento do autocarro num semáforo. Lá se foi a viagem tranquila...

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E você? Como começa a sua manhã mal põe os pés na rua?