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terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

E voltou!

 

Não quero celebrar muito antes do tempo mas a verdade é que voltei a ler um livro! Olhei para ele, que tinha caído da pilha de livros que guardo a um canto e chamou a minha atenção. Novinho. Por abrir. Com um título interessante e, por ironia, bem apropriado. 

Peguei, sabendo que se tratava de mais um mistério envolvendo um assassinato e não consegui largar. Tal como era o meu hábito. Antes, lá em 2019. Depois algo mudou. A leitura de livros tornou-se quase impossível. Não, não quase, realmente impossível. Lia capítulos inteiros com outras coisas na mente. Palavras soltas mas encadeadas umas atrás das outras incutiam uma dor aguda no peito. Parei. 

Mas pode ter existido outro motivo pelo qual parei e pelo qual recomecei. Desta vez, fiz a leitura com óculos. Já os tenho prescrito há quatro anos. Era só para usar para poupar a vista. Mas nunca usei. Agora fui buscá-los e já não me sinto bem sem eles. Sei que já estão desactualizados na graduação, preciso de um valor superior. Mas pretendo tratar disso mais tarde. 

Aqui está o livro que marcou o meu regresso à leitura regular de histórias impressas em papel: 



Conhecem?
Desta vez também dei início a um hábito que sempre me apeteceu ter mas nunca ousei fazer, porque, de certa forma, tenho a sensação que é quase como profanar um livro: fiz anotações à margem, sobre o que me ia ocorrendo sobre a história. Tentar adivinhar o que se está a passar nos muitos mistérios apresentados. Quase sempre adivinho o "assassino" - desde o tempo em que tinha uns 11 anos e lia livros da colecção "Uma Aventura". 

Desta feita adivinhei o malfeitor, suspeitei de outros, mais ou menos que entendi quem estava a fazer o quê, mas não posso dizer que foi a 100%. Tinha suspeitas. Acho que a história precipita-se muito rapidamente para um final e de forma muito conveniente. Mas ainda assim, gostei. 


Para sempre essas impressões ficaram marcadas no livro. 


segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Novas leituras


                     Novo género de leitura


Anteriores leituras


quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Conseguirei ler livros?

 

Uma das consequências secundárias do sofrimento devido à paixonite - (já lá vão três anos!) foi inesperado e incompreensível: deixei de ler livros


Não sei como uma coisa pode estar ligada à outra e jamais, em toda a minha vida, achei que podia cair nessa categoria. Mas aconteceu. Durante a "doença do P" (chamemos-lhe assim) continuei a pegar nos livros mas não os conseguia ler. Lia linhas, frases, parágrafos, páginas e capítulos de livros mas a história não conseguia se sobrepor à narrativa que não abandonava o meu pensamento. Insistência causava-me súbitos picos de dor, por existirem palavras e descrições que reavivavam memórias. 

Tive de os colocar de lado. 

Desde então já tentei pegar neles mas não é mais o mesmo. Algo desapareceu. Coloco-os de lado com intenção de regressar e nunca regresso. Considero esta realidade uma significativa perda para a minha pessoa. Mais ainda sendo sozinha. Gosto de ler desde menina, desde que aprendi a juntar as letras e descobrir seu significado. Ficava deitada de barriga no chão, com uma pilha de livros à esquerda e outra à direita. Passava horas a ler, por vezes o dia inteiro, e foram momentos muito bem passados. O prazer que os livros me proporcionam foi algo que sempre surpreendeu quem me rodeava. (Já estão a ver o tipo de pessoas que me rodeiam). Incluindo o P. Ficou muito surpreso. Mas gostou. Admirou. 

E agora não os leio mais!

Não consigo entender porquê. Mas não quero ir contra. O que quer que seja que se perdeu, quero que volte naturalmente, sem ser forçado. 

Tenho outra explicação que poderá influenciar esta realidade. Parece-me que, para esta específica necessidade que é a leitura em papel, já não consigo usar os olhos tão bem quanto antes. Sei que preciso de óculos com alguma graduação mas quando os tentei usar pareceram-me terríveis e não usá-los pareceu-me melhor. Para quem usou óculos todos os dias da sua vida desde a infância até a maturidade dos 25 anos, também me surpreende essa rejeição. Se fosse novamente miopia talvez conseguisse lidar bem com isso, porque me foi tão familiar. Mas é outra coisa, que requer lentes bi-focais e é uma chatice. Contudo, o que me aborrece com a minha visão não é nem miopia nem vista cansada ou má visão. É a "névoa" e os "mosquitos". Sempre tive uma visão do mundo através de um astigmatismo. Por vezes gostava de lavar a vista para ver se, como acontece quando se lava um vidro ou uma lente, a sujidade sai e fica-se a ver bem. Mas para esta específica condição ocular - todos os especialistas me dizem, não há "nada a fazer". 

E eu a achar que hoje em dia, em que se faz de tudo em medicina, implantes inclusive, já não houvesse nada que não tivesse arranjo. 

Talvez esta mudança na visão seja a razão pela qual os livros, anteriormente muito apreciados, lidos e relidos, são agora duas pilhas de papel que guardo a um canto.

Nem sabia mas, há três anos, estava a perder não um, mas dois amores



segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Li um livro!

 

Li um livro e isso deixa-me muito feliz. Desde de 2019, mais concretamente "depois" de um certo acontecimento no final desse ano que não consegui mais ler livros. 

Tentei algumas vezes, mas não voltava a pegar neles. Talvez também porque, algum tempo depois, troquei os turnos de dia pelo da noite. Isso pode ter atrapalhado o ritmo com que me dedicava à leitura. 

Julguei que tinha perdido o gosto. Senti-me um pouco mais pobre. Nunca imaginei que fosse um gosto que se perdesse. Adquiri-o desde pequena. Tinha-o como parte de mim para todo o sempre. Poderia tê-lo perdido? Experiências passadas dizem-me que sim. Assim como adquirimos capacidades, também as podemos perder rapidamente. Talentos que um dia tive, não tenho mais. Perdi-os por falta de uso ou por os ter satisfeito q.b. 

Não ia forçar-me a ler, queria que o gosto surgisse por si mesmo, como estava habituada. Mas já não tinha muitas esperanças. A mudança aconteceu no final de Dezembro... mais exatamente no dia de Natal, em que estava em casa ao invés de andar a trabalhar.

Terminei de ler o livro hoje. "Guilty not Guilty" - é o título.

Dou por mim a ter vários projectos de DIY na calha - quero mesmo fazê-los. Quero reparar uma camisola velha aplicando-lhe embroidery, quero ter uma escultura do meu rosto e de rostos da família para a posterioridade (o meu com uma utilidade adicionada), quero criar um back burner personalizado (é o diy mais fácil) e muitas outras coisas. 

Provavelmente não terei oportunidade de realizar nenhuma. Pelo menos não tão cedo. 
Mas aos poucos, a típica portuguesinha começa a brotar. Tal como uma flor depois de ter sido dizimada num incêndio devastador. Leva alguns anos, mas a vida triunfa sobre a pior das devastações.


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Mais um livro que entra na lista dos que não são lidos até ao fim.

Achei-o muito maçante mas estava determinada a termina-lo.


Trata-se de uma descrição exaustiva do quotidiano de uma mae, filha e pai. Alternadamente, cada qual dá a sua versão de um momento, como se fosse um diário interior. E aqueles com quem interagem mais, também têm direito a capítulos onde desabafam na primeira pessoa o que sentem e pensam. Ou seja: são capítulos de cada personagem a falar à vez. Fica difícil de acompanhar. Ainda por mais, por ser retroativo, mas não começa no fim, a história parece iniciar-se a meio.

O problema é que são  relatados eventos banais que tornam a leitura aborrecida. Descrições como mae e filha a passear de carro numa estrada no deserto encontrarem um motorista e irem almoçar, idas ao lago, mergulhos, etc.


Pode até ser que toda esta informação aparentemente banal e desnecessária venha a fazer sentido no finalzinho. Mas é penoso de acompanhar, principalmente os relatos da filha, que tem 15 anos e como toda a adolescente pensa e fala como uma.


A sinopse promete uma revelação bombástica. A esposa tenta deixar o marido. Pela segunda vez durante o casamento. As razões são desconhecidas. Deixa no ar a possibilidade de incesto que atravessa gerações.


Talvez salte para o fim para poupar-me a conjecturas. Nunca fiz isso com um livro. Pode vir a ser gratificante.

domingo, 6 de outubro de 2019

Mais um livro


O que se sente quando se lê um livro cuja história nos é mais familiar do que gostaríamos?

Lê-se com sobressaltos e apreensão!
Respirando fundo umas tantas vezes, não respirando de todo e deixando a leitura de lado de vez em vez. Mas se não a abandonar-mos e conseguir-mos ler até ao fim, é bom sinal.

Quando o peguei logo me interessei pela história. Mas era densa. Quis muito conseguir ler até ao fim. Receei ter de abandonar a leitura a meio, devido à densidade do tema.

Mas cheguei ao fim e terminei a leitura com uma sensação de triunfo.

Curei-me.


sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Mais uma leitura finalizada


The Cockney Sparrow (2007), da autora Dilly Court foi a minha última leitura concluída. 
Gostei bastante de mais esta história. Talvez por estar em Inglaterra, mais uma vez a história passa-se em Londres, mas no tempo das carroças puxadas a cavalos e da iluminação com velas - a agora apelidada de época Vitoriana.

Mais uma vez, uma menina pobre com uma vocação, que acaba por encontrar a sorte, mas não antes de dar muitos trambolhões e sofrer o diabo a quatro!


Sem querer adiantar muito, a heroína chama-se Clemency (Clemência), é muito pobre, tem de andar pelas ruas com neve com os pés descalços - este tipo de pobreza. Para sobreviver ela rouba carteiras a transeuntes distraídos. Dela depende o irmão paralítico das pernas e a mãe alcoólica, que se juntou a um homem mau, que a força a prostituir-se. Mas Clemência tem um dom: uma voz que emociona quem a ouve. E de acaso a acaso, ela acaba por se tornar vedeta de Teatro musical. Só que nem por isso deixa de ter de fugir do padrasto, que a quer colocar na vida, e nem por isso consegue ter um teto para morar e dinheiro para comer. 

Será que a vida desta rapariga alguma vez vai melhorar?
E porquê existe um homem que a quer meter de volta no mundo do crime?



NOTA: O Mais Surpreendente na leitura: os detalhes do quotidiano numa outra época surpreendem e instruem. O nome correcto para utensílios que nunca ouvimos falar ou sabiamos da sua existência e a linguagem da altura. 




sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Uma rotina paradisíaca


Este é o livro que estou a ler no momento.



Faço a minha leitura durante a hora para o almoço, sempre num parque. ADORO. É aquele momento que sabe por muitos.

Tenho vários pousos onde gosto de ficar. Se o dia estiver encoberto com pouco ou nada de sol, gosto de ir para o centro da vegetação. Existe um passadiço em madeira que vai até ao meio do verde, onde imagino que outrora foi um lago, onde o proprietário podia mergulhar e pescar. Há um banco no final do passadiço e é nele que gosto de me deitar de barriga para baixo, deixando o calor da madeira aquecer os meus ossos. A sensação é maravilhosa. Também a contribuir para esta massagem aos sentidos está a brisa, que traz com ela o perfume inebriante de fauna e flora.





Aqui é o meu paraíso, o meu Nirvana. É uma pena que o emprego esteja em contagem decrescente e vá terminar em breve. As pessoas são simples e espetaculares. Uma raridade de 1 em 1000. Podes deixar qualquer coisa em qualquer lugar que vai sempre estar ali.  Ninguém te tira sequer uma coca-cola do frigorífico. Com frequência esqueço o telemóvel no WC e sempre mo vem entregar ou então, quando dou conta, quando regresso ainda se encontra onde o deixei. Em que outros lugares cheios de gente isso acontece? 

Mas o que vai ser mesmo difícil é deixar de incluir o parque na minha rotina. Vou sentir falta.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Mais um livro lido


Tirei-o da prateleira por impulso, entusiasmada com as "review" na capa: Cativante (Sunday Times), "Hipnótico" (Elle), "Perturbador mas refrescante" (Stylist). Tem reviews até no interior da capa, na contra-capa e as primeiras quatro páginas são também reservadas aos "elogios" à autora, que é "licenciada em Harvard e antiga editora de livros" - diz no interior da contra-capa, o único espaço livre desse tipo de auto promoção.

Serviu-me de lição. 
Já tinha concluído que livros que imprimem na própria obra as reviews dão as piores leituras.




Girls on Fire, de Robin Wasserman fala da vida de miúdas adolescentes numa localidade americana algures no meio do nada. A linguagem é maçante, são páginas e páginas de história que não sai dali, só enrola de um lado para o outro. É como assistir a um jogo de ténis, em que a bola passa da esquerda para a direita, depois da direita para a esquerda e nada mais. "Fos-te tu, Não fos-te tu.". É uma leitura que se faz bem se se saltar a maior parte dos capítulos. 

Experimentei saltar linhas e dei conta que as frases começavam sempre com a mesma expressão e isso é frequente pelo livro inteiro "uma menina bem comportada..."  "uma menina bem comportada"... "Uma menina bem comportada"... Entendo que se quer dar ênfase a uma ideia mas percebe-se à primeira, não é preciso repetir. 

A história não me atraiu. Mas li até ao fim. Acho que lhe falta densidade, as personagens são pouco desenvolvidas e insuficientes. Está previsivelmente cheio de linguagem sexual, com enfadonhas descrições detalhadas de actos sexuais. Perversidade e linguagem vulgar brotam a rodos. Adolescentes com juízos de valor a torto e a direito, a detestar os pais e pais passivos que não sabem nada da vida dos filhos. Ninguém gosta de ninguém, ninguém é feliz, todos são falsos uns com os outros e todos se portam mal.





quarta-feira, 15 de maio de 2019

Mais um livro lido e uma descoberta

De ontem para hoje acrescentei uma nova leitura na lista de livros. Sim, li uma história de 69 capítulos em 24h. 

Fiquei a imaginar o que me levou a ler este livro tão rapidamente e sem esforço já que a intenção quando ontem lhe peguei era passar apenas por uns instantes de leitura. Já o objectivo com que abri os anteriores que até eram menos espessos em número de páginas, foi fazer uma leitura aprazerosa de uma ponta à outra, no máximo em dois dias.

Os motivos porque uns conseguem ser lidos assim e outros não, desvendaram-se, acho eu, após ler este livro. 


É a linguagem usada e a maneira como as personagens se comportam. No anterior a linguagem era actual, muito palavrão, interjeição, descrições exaustivas sobre o que a personagem está a sentir além de contínuas cenas de flashback enfiadas entre momentos de acção. Não que este último não tenha o mesmo: palavrões aqui e ali, lembranças do passado, mas não de forma tão exaustiva ou vulgarizada. Estando contextualizado noutra época - não tão recente assim mas muito diferente dos dias de hoje, apraz-me mais a forma com que as pessoas interagiam, mostrando um pouco mais de apego a valores de educação que sociedade de então impunha.


Depois vem a entrega da história. Uma das formulas mais usadas atualmente para entregar uma história, é dividi-la por personagens e ir apresentando os "núcleos" numa salada de nomes que inicialmente dificulta diferenciar quem é quem. Do "jorge" passam para a "Edna", daqui para o "João" e uns e outros andam com outras pessoas, maridos esposas e amantes, todos se conhecem e a certa altura todos se reúnem. Não há uma personagem principal, todas são personagens centrais. A informação é dada aos poucos, a conta gotas. E o final? O fim termina sempre meio em aberto, sem mais desenvolvimentos. No que uns julgam ser a "apoteose".  Sem uma "espreitadela" para o futuro. Dando aquela "aquecida no coração" de que os nossos heróis viveram felizes para sempre, quem sabe? 


Quase sempre opto por ler crimes e mistérios, raramente pego em dramas românticos, embora goste quando são romances históricos mas despreze um pouco esta moda de "contar" os "podres" de figuras nobres do passado - principalmente se não há nada factual que justifique que a percepção das pessoas sobre alguém fique associada a uma obra de ficção. Adoro quando é pura ficção, com muita investigação, a figura existiu, o mito existiu, mas o autor tomou a liberdade de inventar em torno disso. Gosto quando sinto que a obra jorra criatividade e inteligência, associada com instrução e uma forma extraordinária de explicar passados remotos difíceis de imaginar, como se estivéssemos a viver naquele século, com aquelas pessoas. 


Encaixo estes últimos livros que li na categoria de romance dramático. O último é mais fiel à sua categoria e não recorre ao mistério incluído no próprio título, para apelar à curiosidade. Nada de "Segredos, mentiras, fantasmas". Contudo, também tem as suas revelações dramáticas, contadas à medida que a história progride. 


E vocês?
Sabem quais são as suas preferências de leitura?


domingo, 12 de maio de 2019

Leitura com mensagem


Experimentem quando estiverem a ler um livro, fixar o olhar num ponto específico e ir abrindo várias páginas ao acaso. Só vale registar a primeira palavra que o olhar apanha. Mude de página rapidamente, folheando várias, fazendo pelo menos quatro tentativas. Junte todas as palavras numa frase.

Tem mais piada se antes de fazer este exercício, concentrar-se e interiorizar algo para a qual procura uma resposta. O livro vai dizê-la.

Contem aqui que palavras formularam!

Secret will eventually catch up again 

Este foi o primeiro resultado que obtive e surpreendeu-me como as palavras ao acaso combinam perfeitamente numa frase coerente. Fiz isto na brincadeira mas fiquei pasmada como bateu certo... à primeira, à quinta vez, ehehe.

E no espírito da coisa, uma das palavras, cortada ao meio por um infén, valeu apenas pela metade que os meus olhos apanharam. Por isso fui atrás do que poderia significar metade da palavra (que era palavra por si só). Fui parar a esta frase: Estas perdiendo el tiempo pensando, pensando. O que conduziu a esta bela descoberta: 


Divirtam-se!




quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Curiosidade (hábitos de blogueiros)

Tenho uma curiosidade: quando entram num blogue costumam ler e comentar apenas o primeiro post?

Ou têm curiosidade em ver os restantes?
Comentam no primeiro uma frase simples de três palavras só para chamar a atenção para o vosso blogue?

Não é segredo para aqueles onde costumo ir parar com mais frequência, que esta blogueira aqui é de ler tudo, comentar o que lhe apetece, até se cansar. O que por vezes leva mais horas do que desejaria, é verdade. Mas é o que me satisfaz a mim. 

Nos últimos dias tenho colocado posts de continuidade e reparado que os comentários "frescos" ficam-se pelo último post

E então, podem 'matar-me' a curiosidade?

Apeteceu-me oferecer-vos este bolo.
Bon apetit!