sábado, 5 de outubro de 2019
Malévola!
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
Mais um sumiço
Tudo o que é série de romance, de época, tudo o que é reality show de culinária e todo esse junk TV mascarado de "erudito ou histórico", ela "papa" tudo. As receitas são sempre as mesmas (e não falo dos programas de culinária), mas mesmo repetidas até a exaustão, ela vê tudo. Sempre as mesmas formulas e histórias. Aliás, nunca vi ninguém consumir tanta televisão! Nem eu, nos meus mais dedicados dias.
Como esta série tem 12 temporadas de vinte e tal episódios, até passarem todos e voltar ao início (a série por enquanto repete-se) passam-se meses. Mas eu vou insistir! Os actos mesquinhos dela só adiam ou perpetuam a minha necessidade. Quanto mais apagar, mais tempo vou precisar.
Ela também voltou a desligar os cabos de ligação do meu aparelho. Para isso tem de ir atrás do móvel e puxá-los, tendo cuidado para não desligar nenhum dos outros. O cabo da tomada do aparelho, esse sou eu que só o ligo quando o vou usar. Pelo que o aparelho nem sequer está a consumir energia, pois nem ligado à corrente.
Ainda assim, ela tem necessidade de interferir e sente-se incomodada com a presença de algo meu na sala.
Deve estar feliz, porque a jarra decorativa, essa removi-a antes de ir embora.
Já as duas com flores naturais que cá deixei na minha ausência, continuaram no mesmo sítio, sem sofrerem manutenção. A murchar... Ninguém trocou a água. Nem sei se ela conhece que esse procedimento deve ser feito! Pois colocou um ramo de flores num copo ao lado, sem sequer remover a película em plástico, e também essa água está turva, esverdiada e quase evaporada. Nunca a vi compor flores numa jarra, ela simplesmente deixa-as a um canto.
E depois acha-se uma pessoa de classe.
Conhecedora de etiqueta.
Vende-se assim, mas as suas acções mostram quem realmente é.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Adoro Televisão!
No que diz respeito à evolução na tecnologia, o cidadão submete-se muito mais do que manda. Os interesses económicos ditam o fim do sistema analógico e estão em guerra para ver qual dos sistemas digitais, o HDD ou o Blue Ray vão ficar com a grande fatia do mercado. E nós? Submetemo-nos, porque mais nada podemos fazer.
A televisão Digital irá ser uma realidade definitiva em Portugal. No Brasil a cidade de São Paulo emite totalmente em digital desde 2 de Dezembro de 2007. Mas questões levantam-se, uma vez que o governo não decide se vai permitir o bloqueio do sinal para gravações.
Ou seja: ao nos enfiarem o sistema Digital pela garganta abaixo, estão é a introduzir um meio de terem mais poder e ganhar mais dinheiro. Para funcionar, é necessário uma espécie de “power box”, semelhante à fornecida pela TV Cabo Portugal, a tal que já provou que a imagem digital estagna e apresenta defeitos de pixéis. Um extra de plástico que o sistema analógico dispensa. Se for proibida a gravação de todos ou apenas um programa que seja, cá está o melhor direito do cidadão que tem televisão a ir embora: gravar o que vê. Vamos pagar, claro. Pagar mensalmente para ter este “luxo”. E se quisermos mais canais, “especiais” também pagamos mais uns extras. Pagamos também a power-box. Pagamos os “vídeos on demand”. E vamos comprar as séries que tanto gostamos, porque não dão para gravar da TV.
É isso que se ganha com a TV Digital. Tudo o resto acredito realmente, é treta!
Faz-me lembrar a sociedade de hoje, que nos impinge uma série de produtos de plástico sem utilidade alguma e faz as pessoas sentir que precisam daquilo para algo. Tal como os brindes do Happy Meal do MacDonalds!
Sempre tive televisão. E tenho muitos programas gravados nela. Primeiramente, recebi esta maravilha tecnológica por uma antena no telhado. Depois uma só antena não era suficiente- disseram. Muito melhor era a imagem por satélite! Isso é que era bom, era só vantagens. Então, passei a ter televisão por satélite. Poucos anos depois surgiu o cabo. Isto era a melhor invenção de todas! O sinal viaja debaixo da terra, o que garantia a melhor qualidade de imagem sem o risco de trovoadas estragarem algo, o vento, as intempéries do tempo… a televisão por cabo foi “vendida” ao povo português como a segunda maravilha do mundo da televisão! A primeira claro, sendo a própria. Então passei a ter televisão por satélite e por cabo. O cabo oferecia também um pacote especial, interactivo, onde podia consultar a programação, ver programas quando me apetecesse etc. Um serviço muito publicitado, amplamente introduzido no mercado no intuito de levar o povo a aderir a esta MAIS dispendiosa mas imprescindível tecnologia. Só que o resultado ficou bastante a quê das expectativas. E a TV Interactiva nunca viveu um boom.
Agora vem o Digital e o que nos garantem é um leque de maravilhas para os sentidos. Promessa essa que, se formos a ver, é sempre a mesma para cada mudança introduzida no mercado. Como as pessoas engolem sempre o mesmo argumento, é que é o mistério.
Do novo sistema de transmissão de televisão digital espera-se imagens PERFEITAS, livres de fantasmas e chuviscos (onde já ouvi isto antes? Mas isto já não foi cumprido?). De promessas seguem-se tudo o que é supérfluo e não “pegou” com a TV Interactiva: tv nos telemóveis, interactividade diversa… tretas. As tais merdinhas de plástico que estão sempre a impingir.
A verdade verdadeira, a derradeira verdade, é que o povo quer é acender a televisão, mudar de canais e só. Tudo o resto é treta. Tudo o resto é supérfluo, disso não precisamos nem tão pouco vamos usar.
A verdade verdadeira e derradeira é que as imagens que gravei do tempo em que estas se recebiam pelas ondas hertezianas da antena no telhado, mesmo gravadas por vídeos mono e tecnologicamente pouco avançados, apresentam melhor qualidade que as que gravei posteriormente, nesse então maravilhoso “futuro” tecnológico, de áudio digital e stereo, prometido pela tv por Cabo que afinal tinha á mesma fantasmas, chuviscos, ausência de legendagem ou total desorganização na mesma e a imagem a desaparecer frequentemente, coisa que a antena no telhado nunca deixou acontecer. Com a antena no telhado não pagava todos os meses para ter televisão. E as imagens, garanto, são hoje mais resistentes. Algumas foram copiadas para outra cassete de vídeo e sobreviveram até estes dias como cópias. Mas estão melhor que originais modernos.
Portanto: estão ou não a querer entrar no nosso bolso em troca de uma ditadura? Sabem que mais? Eu só quero aquela antena no telhado, contento-me com 4 canais (para quê 40 se não se vê nenhum?) e até, com apenas um aparelho de televisão. E quem sabe, um dia, até este não desaparece?
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Nostalgia e tecnologias
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| Cassete com 4h de fita, leva menos de 1m a rebobinar. |
Só ganha, na qualidade de imagem. Não no volume de som, porque aí perde por um penhasco! Mas quem sente um pouco de nostalgia, sente-a também por aquela imagem granulada, com «chuva» quando não recebia qualquer sinal e com interferências cada vez que chegava ao fim de uma gravação que se sobrepunha a uma anterior. Priceless! :D
quinta-feira, 21 de maio de 2020
Gangster style
A minha situação nesta casa continua na mesma. O senhorio esteve cá, ficou meia hora na sala a falar baixinho com a gorda e nem é preciso uma bola de cristal para adivinhar qual o tema. Argh! Gente mal formada. Não quero mais saber da gorda e do senhorio. Doos dissimulados, falsos e maldizentes!
Malditos sejam para toda a eternidade.
Gente boa no coração não consegue lançar pragas. Ainda assim, espero que grude neles toda a espécie de pustulas, incomodos, desconfortos, deformações e que os outros se sintam repugnados não pela aparencia mas pelo mau caracter que se esconde na falsa simpatia que usam para seduzir e manipular. Que lhes vejam sempre essa faceta e que dela queiram distancia.
A conversa deve ter corrido muito bem. Pois ela deixou outro "recado" no quadro. Outra provocação, outra mensagem indirecta, de vitoria já comemorada. Não vou mais ser discreta, vou revelar aqui:
Hoje quando chego a casa ela deixou isto no quadro. O nome de todos aqueles que conspiram para me tirar desta casa, que ela acha que é legítimo que seja somente para "us". Atencao que o nome DELA não está cá. Tipico dos manipuladores. Deixam-se de fora. A menos que tenha dado para o abreviar. Mas duvido muito porwue uma vez contou-me que detesta que lhe confundam o nome ou a chamem por diminutivos. É tipico do narcisista purista. Ofende-se e chega a niveis de ira elevados só porque alguém não a trata pelo nome formal.
Finalmente conseguiu agradar todas estas pessoas. Já as deve ter contactado para celebrar. Dois anos de tramóias, conspirações, atitudes francamente reprováveis de segregação, ridicularizacao, sempre encobertas por um manto de hipocrisia. Deu frutos. Melhores do que esperados. Não só me remove da casa, como me rotula de desiquilibrada. Isso é que me dói. Isso e saber que, apos tantas esperancas de ter alguém decente a vir para cá morar, provavelmente agora wue quero sair é que vão entrar um ou outro. E serão todos para ela. Sao todos homens. Um, talvez ainda um rapaz. Foi aquele que escutei hoje a falar pela porta e simpatizei de imediato. Pareceu puroz honesto, sincero, transparente. Tudo o que desejei que aparecesse por aqui!!! E gostei do sotaque ingles. (Ps: afinal aquele que se mudou psra ca no dia 18 é inglês, ainda nao se deu a conhecer, nao tem nada na cozinha, nem no wc, nao come em casa, nem sequer o ouvi a tomar um duche. Só o escuto a ir ao wc, e a falar ao tm no quarto). Por tudo isto é que considero que possa ser um inquilino falso, que apareceu só para vigiar e proteger a"pobre" gorda da "desiquilibrada" portogeise. Ai, a quantidade de auto-projecções que esta tipa faz nos outros!! Acho que deve ser mais fácil e dar melhores resultados quando se fala mal de alguem estando a falar de si mesmo.
Bom mas eu também tenho uma mensagem no quadro para lhe deixar. Vai ser a ultima coisa que vou fazer ao sair. Colar as suas proprias palavras que deixou no quadro e fazer com wue as engula, escritas na propria caligrafia.
"Querida colega, o que fizeste em casa durante a quarentena"? - vai perguntar-lhe alguém quando regressar à escola onde lecciona (sim, a bruxa dissimulada arma-se em professora de... italiano. Que mais podia ser, não é mesmo??)
Ela vai lamentar-se e dizer que foi aborrecido. Mas na realidade dedicou-se em pleno à sua atividade predilecta, pela qual estava obsecada: tirar a portogeise da casa! Tirar a portogeise da casa!
E não esperou muito: aproveitando o espirito pascoal, enfiou na garganta do senhorio um pedaco de bolo "folar" e munida deste espirito caridoso aniquilou-me. Em plena quarentena, conspirou com o comparsa e o senhorio para me removerem da casa. Sem problemas em meterem na rua uma senhora sem familia, sozinha no reino unido, na meia idade, com emprego instável.
É isto que tem dentro dos corações.
Eu jamais seria capaz de.tamanha crueldade.
Mas é por isso mesmo, por ser incapaz, que me vejo nestas situações . Nao fui capaz de a expor quando soube que falava mal de mim a todos que entravam na casa. Não a denunciei quando malevolamente apagou todas as gravacoes da box assim que eu viajei para fora. Não a denunciei quando armou um esquema para substituir a velha box à qual ligava o meu dvd através de cabo scart por uma moderna, sem essa possibilidade. Não a confrontei quando passou dois meses a acordar mais cedo só para ocupar primeiro o wc do piso superior que fica ao lado da porta do meu quarto. Porque sabia que eu acordava e ia trabalhar em apenas meia-hora. E ela demorava esse tempo só para ficar sentada na sanita a ver programas no telemóvel. Por altura em que eu metia a chave a porta e saia, ela puxava o autoclismo. Só depois ia para o duche. Eu saia de casa as 7am para comecar o turno as 8am. Ela saia as 8am, 8,30am.... para apanhar o comboio e ir trabalhar num colegio noutra cidade. Não gosta desta, nem dawuela, nao gosta de nenhuma... mas nao abandona esta casa. Nem que tenha de trabalhar nos quintos dos infernos da lonjura. Como todos os italianos que já conheci, sao todos maos de vaca, não gostam de gastar. Tentam economizar tostões impondo a sua presença a outros. Tentando arranjar uma estada gratis aqui e ali, trazendo dos hotéis onde a companhia aerea os instala aguas, papel higienico, snacks, mini shampoos e outros utensílios uteis. Gastam somente para se mostrarem. Para causar boa impressão.
AParencias, sempre as aparencias. O que os outros vao ficar a pensar de si. É só o que lhes importa.
Salvar face.
Mas tudo isto não vai ser em vão. Ontem surgiu-me uma ideia de como posso tentar usar isto para escoar um pouco esta revolta.
Vai levar tempo. Talvez não resulte. Talvez desista. Mas assim wue reunir condicoes pretendo faze-lo.
Já tomei um pequeno passo. Decidi criar um blogue só para relatar esta experiencia. Mas visando ajudar. Procurando tirar uma aprendizagem de cada acontecimento e avancar com alternativas para solucionar. Um blogue negativo, mas positivo. Reflectivo. Diferente da forma como escrevo aqui. Só me faz falta realmente é, um computador. Não dá para escrever no telemóvel.
O senhorio, decerto só para eu saber, cumprir uma formalidade ou já com um esquema montado, enviou uma mensagem a dizer que no dia 1 Já temos a lotação da casa cheia. ( Como se nao quisesse expulsar-me de cá. ). E que vai redigir um novo contrato dizendo que tem de dar um mes de aviso. (Que parabtodos os efeitos já dei, não quero saber. Eu enviei um sms para o efeito, mas enganei-me no numero. E no dia seguinte disse a gorda que para mim esta casa era veneno e nao ficava nela nem que o senhorio aparecesse a dar-me a chave para ca morar sozinha. Todos os cantos, tudo o que possa fazer, cada gesto e decisao que tome, vai trazer há tona uma amarga recordação. Foi quando percebi isso que entendi que não podia ser eu a ficar na casa. Esta tinha sido corrompida. O que me fizeram passar dentro dela sabotou a forma como dela podia usufruir.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024
Músicos de Rua
As pessoas gostam de dar moedas a maus cantores de rua. Uma vez passei por uma rapariga a cantar e a tocar guitarra em simultaneo e a voz dela era espetacular! Cantava muito bem e imaginei-a, facilmente, a cantar num estadio com uma multidão eufórica a assistir. Porquê ninguém parou para ouvir nem me intrigou tanto quanto foi avistar que nao tinha nenhum dinheiro dentro da valise instrumental deixada aberta no chão.
A minha vontade quando por ela passei e a escutei foi elogiá-la e deixar uma gratificação de apreço. Mas nesta época em que já não se usa dinheiro, não tinha nada para lhe entregar. Quis muito dizer-lhe o quanto cantava bem. Mas nao consigo deixar de ser tímida e fruto de uma criação citadina que impõe uma certa restrinção públicas de emoções ou interações com estranhos.
Nunca mais a vi. No seu semblante pareceu-me que também ela estava a pensar que estava a cantar para um bando de gente que nao sabe dar valor a verdadeiro talento. Se aparecesse num programa de TV do estilo idolos, aquelas mesmas pessoas que ali nao a apreciaram estariam a gastar todo o dinheiro poupado em bilhetes de concerto. De graça, não souberam apreciar.
No seu lugar costuma estar uma senhora mais idosa que canta tão mas tão mal e desafinada, fora de tom, que as palavras que pronuncia sao imperceptíveis, saem como um grito miado. Mesmo que a melodia que sai da box eletrica seja muito popular e reconhecida ela a assassina. Custa-me ouvir e sempre me apresso a entrar rapidamente na loja onde ela se encosta para "ganhar a vida". O "recepiente" dela está sempre cheio de moedas.
Por isso concluo que as pessoas não sabem valorozar talento a menos que lhea seja dito por outro alguém. E se lhes cobrarem muito dinheiro.
largar teocos dentro dos cantores de.musixa que cantam mal
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
Pilas
Regressei assim ao meu hábito de desenhar e escrever no quadro. Hábito que interrompi pela malícia com que aquele veículo passou a ser usado. Eram só mensagens a "apontar" dedos à sujidade na casa e rabiscos ofensivos. Tudo cheio de segundas intenções, mas com um alvo único: eu.
Sabia, claro. Todos sabiam. Era como um "segredo" (mais um) para ficar só entre eles. Mas adivinhei que tinha sido o rapaz-rei-da-casa, pela forma como o desenho era "intocável". A rapariga que foi embora no verão adicionou mensagens de adeus em italiano em volta do sacrossanto pássaro fálico, que entretanto também ganhou um outro orifício sexual. O tempo passava mas ousar eliminar o pássaro, isso não faziam. Nem para colocarem daquelas mensagens "o fogão está todo sujo! É favor limpar depois de usar" - que tanto gostavam de escrever.
E assim o quadro ficou por... três, cinco meses??!
No ano novo a mensagem no quadro foi alterada para: "feliz ano novo", mas manteve-se o desenho. (que era intemporal, dava para qualquer altura). A meio de Janeiro, um gajo que a mais-gorda consegue induzir a cá vir jantar ocasionalmente (é assim que ela "pesca" pessoas, usando jantares "italianos" como isco) "violentou" esse desenho, rabiscando um outro pássaro a relembrar o "do morto" e também com direito a uma gigante pila.
Calhei passar por ali nessa altura e então perguntei quem tinha adicionado o "foguetão". O rapaz, que estava sentado a jantar, explicou que foi ele, em "homenagem" ao pássaro desenhado pelo "rei-da-casa". Foi a primeira vez que alguém deu-me a conhecer o autor do desenho, julgando que eu tinha conhecimento. E lá estava a veneração a querer vir à tona novamente...
É que também fizeram-lhe uma éfigie com almofadas, tecido e balões. Esta figura, a quem deram o nome do gajo, dizendo que era para ele ainda estar na casa, ficou duas semanas no sofá da sala. Cada vez que uma corrente de ar mais forte, ou alguém tocava naquilo, lá se ia a cabeça, ou os braços... Uma patetice. Epá o gajo não morreu! Só mudou de país.
(sempre com a mania que só o cheiro dos cozinhados dos outros é que é insustentável, caramba!)
Desci à cozinha para comer algo e é quando vejo o quadro. Tinha sido totalmente apagado. O desenho tão bonito, os dizeres. No seu lugar, um escrito "Eu voltei!" e o desenho de uma pila, como assinatura.
Não é que me tenha incomodado, mas não gostei. Sei muito bem o real sentido daquilo. Insistem em tornar aquele espaço num veículo de ódio e ataque à "tuga". Não quero e não vou aceitar. Muito menos que a mais-velha use outros para atingir esse fim. Sim, porque era ela que queria apagar aquele quadro mais que ninguém! Ela queria... mas precisava de encontrar uma forma de ficar com as mãos "limpas". E assim, com uma palavrinha aqui e ali... manipula os outros para fazerem as suas maldades. Convida o tipo, sabendo que vai conseguir suscitar uma reacção dele assim que o orientar para a ausência da "pila" no «seu» desenho.
Sim, porque é esse o significado do gesto e do desenho de uma pila... é um "fuck you".
Devia ter nascido nos EUA na década de 50 ahahah!
Lá pelos anos 60, 70, aquilo é que foi diversão. E não era só pelo amor-livre. Que isso... mantem-se nos dias de hoje, mas de uma forma que deixa a desejar. Refiro-me ao idealismo, à aceitação do «preto, do branco, do azul, das bolinhas», às mentes abertas para tudo o que pudesse ser sugerido.
Actualmente vivemos num mundo cada vez mais "liberal", conectado pela tecnologia, mas as pessoas mantêm-se retrógradas e presas a atitudes e comportamentos básicos.
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Casamento Religioso ou espetáculo?
Desculpem-me mas isto não me cai bem.
Pode ser que um dia isto se banalize demasiado e já nem incomode.
As vísceras das redes sociais não «caíram em cima» disto??
Muito me surpreende Kkkk
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
Saiu como um rato e à francesa
quinta-feira, 2 de abril de 2020
Hostilidade através do quadro - II
Se a caca do pássaro for mesmo para me dar sorte, o jackpot é ter esta gente toda fora daqui.
E isso seria também um milagre. Porque gente desta nunca quer largar o osso. Só se acharem que encontraram coisa melhor. Agora que se achem com mais direitos, que se comportem com nepotismo, hostilidade, xenofobismo... só mostra o tipo de tutano de que são realmente feitos.
Em plena quarentena, e a armarem conflictos.
Tardei a ver, porque estava sempre a trabalhar. Quando vi achei que era tão estúpido! Foi só uma mensagem de apoio e concelho, relacionada com o momento de quarentena que atravessamos. Não precisava de resposta. Não era eu que estava a escrevê-la para eles! E estes panhonhas que ficam por casa acham que têm de dar como resposta "não posso". Quem não pode sou eu. Que tenho de ir trabalhar. Mas como concluí no post onde anteriormente mencionei os problemas domésticos, o Covid-19 ou o Corona parecem muito menos ameaçadores que esta italienada.
Mal posso esperar para regressar ao trabalho! Ele me mantem sã. Que pena que não poderam ficar de quarentena lá no país deles. Aí é que não podiam sair mesmo. Foi mesmo uma lástima. Tivesse isso acontecido agora e, estando eles lá para as férias da Páscoa, não se teria perdido nada. Pelo contrário. Seriam só ganhos.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
SOCORRO tecnológico
HELP!
Socorro!
E nem sei mais o quê!!
Dei dois gritos lá em cima, porque preciso também de ajuda com o computador. É que não entendo como pode estar tão lento, que uma simples pesquisa no google demorou quase 1 minuto a aparecer. Nada foi instalado, nada alterado apenas "deu-lhe"... Está lento como um burro empacado, uma tartaruga depois de um enfarte, um coelho sem patas!
Bem haja.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Um jardim povoado é um jardim abençoado!
terça-feira, 18 de julho de 2017
Limpeza Virtual
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| Pormenor da esquina do barracão com a cerca do quintal. |
segunda-feira, 27 de abril de 2020
O meu bebé chegou!
Desse momento adiante passei todo o dia com um sorriso bobo e aberto. Não fechava.
Tantos receios e digo: veio lindo!!
Ela, porque é uma scooter, é linda. Já a testei e fiquei impressionada como me equilibro bem naquilo nunca tendo andado numa. Mas falta o savoir fare. Falta que eu e ela sejamos um só elemento, em perfeita sintonia. Isso leva tempo.
É mais pesada do que imaginei. Ou melhor: imaginei que não seria muito confortável transportar os quase 12kg de scooter na mão mas pensei possivel. O problema não está tanto no peso mas sim no tão pouco prático que se torna. O peso é desnivelado, o que exige duas mãos e por onde a agarrar também faz diferença. Se esta é a mais leve no mercado, tenho a certeza que este é um problema transversal a todas.
Dobra-se num formato tão compacto que é uma maravilha de se ver. Mas eu vou mantê-la montada porque.... Jesus!!
Não imaginam o quão moroso, senão mesmo impossível é conseguir com que o mecanismo funcione. Já sabia disto e vi muitos videos para me preparar. Chegado o momento de por em prática, nem mesmo seguindo as instruções consegui fixar o eixo. Eventualmente foi possivel mas nao consigo repetir a façanha. Sem duvida que isto requer muito uso até finalmente eu e ela sermos um só.
O desafio estava em recebê-la numa casa cheia de italianos maldizentes. Já estavam a descascar quando decidi ir ter com eles e anunciar:
-"Tenho rodas!"
Mostraram um trato simpatico e até desinteressado MAS se eu nao intervisse naquele instante até agora estariam a tirar sarro. Se calhar estão à mesma.
É que eu decidi abrir espaço no armário da entrada. Para onde eles atiram totalmente ao calhas, coisas com as quais não se querem dar ao trabalho. Como roupas, sacos plasticos, duvets, sacos em papel com um livro recebido de presente há 2 anos, mantimentos alimentares, etc). Decidi arrumar ali a scooter. Nao é que fique muito contente. Afinal vou deixá-la à mercê da curiosidade alheia. E também corro o risco de a danificarem com tanto arremeço de objectos jogados para dentro do armário. Ou mesmo a usem quando me souberem ausente e a voltar tarde.
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| O meu bebé depois de testada no cantinho que lhe reservei |
Por enquanto, vai ter de ser assim. Não vejo melhor lugar. Se pudesse teria-a comigo no quarto mas subir escadas com aquele peso sem saber dobrá-la? Não dá.
E fui dizer-lhes. Explicando a lógica. Pareceram não ter quaisquer problemas. Não levantaram objecções. Tao compreensivos e banais a respeito.... Se eu não os tivesse ouvido antes!
Apenas me disseram que podia remover o cartão que lá guardo para arranjar espaço. Ao que respondi que nao tinha cartão lá dentro, só um fino entre a parede e as prateleiras.
Então de quem é aquele cartão? - perguntaram, incrédulos.
Um é do senhorio, outro é da J. Está lá um autocolante com o nome dela.
Calaram-se.
No instante em que decidi interferir, o namorado da J. estava a interroga-la sobre a quantidade de espaço no armário que ela tinha. Estavam todos a falar que eu tomava o espaço todo para mim e afins... antes que começassem a extrapolir e uma vez que todos já me tinham visto com a scooter e nada disseram, abri o jogo.
Para calar a maledicencia.
Estava o namorado, que nem mora aqui, já cantar de galo. E a namorada a queixar-se do cartão que eu ali tinha. Quando o papelão mais grosso e a ocupar o espaço é o dela. Alias, hoje nem pude despejar fora um plastico porque ela encheu ambos os contentores- o da reciclagem e o do lixo domestico - com papelão em apenas umas horas.
Eles já se estavam a queixar que nao ia haver espaço para eles, que eu tomava tudo para mim, quando na realidade pouco meu existe nas áreas comuns.
Naquele armario tive cartão dobrado entre a parede e as prateleiras, apenas um bom uso de espaço inutil e que ainda por cima fica quase invisivel. O cartão faz muita falta e usei-o inumeras vezes como base para corte. Alias, esta agora a servir para isso mesmo, mas no meu quarto.
Desde o corona, é também ali que deixo os sapatos com que saio àl rua. Faz ate sentido que as rodas que vão circular no exterior não se aventurem pelo interior da casa e fiquem pela entrada.
Mas se isso me faz sentir segura?
Nem um pouco.
Aposto que a mais gorda já arquitectou um plano... talvez chamar o senhorio, como quem não quer a coisa... para lhe perguntar se pode tirar dali a parte que lhe cabe.
Não me sinto segura, porque oico-a a rondar o piso de baixo e ouvi-a a abrir o armário. Ela nao tem nada lá. Mas foi ali que meteu aa coisas deixadas pelos outros. Inclusive toda a dispensa do rapaz que está em italia.
Esse espaço na cozinha nem teve como ficar vazio, eles já estavam a colocar ali coisas deles. Só fazem é transferir de um lado para o outro. Produtos perecíveis ali para que? Para atrair ratos, baratas?
E pena. Ali fica bem.
Mas se não dá para confiar é melhor tomar outras precauções. Depois penso nisso. Afinal, estamos a falar da mesma mulher que me desligava os cabos scart da tv e do geavador de dvd e que não sossegou até conseguir que a box com scart fosse substituída por uma sem. Ela andou a mexer no equipamento elétrico sem qualquer necessidade.
O triste é que, instantes antes da entrega, o windows do computador deixou de funcionar. O ficheiro exectável ficou corrompido e agora resta-me o smartphone, onde a velocidade de navegação e a escrita são um horror. Preciso de um teclado clássico.
Já a testei e fiz uma boa compra.
Agora só me falta o capacete com VISEIRA porque a quantidade de mosquitos que matei com o rosto nem vos passa pela cabeça. O primeiro acidente quase aconteceu por um ter entrado direto no meu olho. Tive de travar com cuidado e manter o equilibrio mas principalmente, a vigilância. É uma responsabilidade conduzir aquilo com pessoas à volta. Quero ir o mais de vagar que conseguir. Afinal, só quero com isto é descansar as pernas e encurtar o tempo perdido nas deslocações para o trabalho.
Fiquem bem!










