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sábado, 7 de setembro de 2019

Alguém conhece um male prostitute?


Se eles podem ir às "meninas", porque é que elas não podem ter "gajos"?
Dava jeitinho agora, sem compromisso, só para aprender ou reaprender como é.
Pura transacção "comercial".

terça-feira, 9 de abril de 2019

Quando partir...


Quando partir, quero partir por inteiro.
Não quero cá deixar nenhum pedaço de mim.
Quero despedir-me totalmente deste mundo e que nada meu permaneça, batendo, funcionando, mantendo parte da minha energia aprisionada noutro corpo, noutro lugar, transferindo ou perpectuando as angústias. Quero ir por inteiro, sem nada deixar, para aquele lugar... (?).


quarta-feira, 6 de março de 2019

Quando ainda estamos por cá mas a vida desistiu de nós


Encontrei este recorte e não podia concordar mais com estas palavras. Mas subitamente reflecti no oposto: O que será de alguém que por cá anda quando a vida já desistiu de si?


terça-feira, 20 de novembro de 2018

Três retalhos cosidos a linha


 Vi um filme que achei optimo.
Clovehitch Killer. Muito bom. Manteve-me agarrada ao ecrã e cheia de apreensão e desconforto. Nada de muito mau se passa na primeira parte do filme. Mas só a possibilidade de se vir a passar transmite um desconforto tremendo. O guião e a direcção é em tudo diferente dos clichés habituais. Muito inesperado no momento em que é usual a coisa dar para o "torto" para a vítima que é uma personagem secundária.

Apenas faria dois reparos no que diz respeito à veracidade da fecho da história que nos é apresentada. Acho que desvaloriza um pouco o relato de uma testemunha com bons ouvidos e também a sagacidade da ciência forense. Teria preferido que tudo tivesse ficado mais claro, em prol do sofrimento das famílias das vítimas, que, como se sabe, passam o resto das suas vidas a aguardar o momento em que o culpado é descoberto e enviado para a prisão. Mas isso são detalhes numa história que prende de inicio ao fim. Quem já viu?

Momento de grande incógnita e receio na história


Retalho dois:

O Aliexpress é um site de compras que já deu o que tinha a dar. A China mostra-se tão gananciosa quanto os chineses que cá abriram lojas: ao invés de manterem os seus produtos de baixissima qualidade a preços também baixos, descobriram o valor do euro e toca a colocar preços iguais aos de loja física, que tem contas e renda a pagar. Por produtos que não são em grande número e sem qualidade, cobram praticamente o mesmo! Somando algumas "merdices" de baixo valor, gastei 50 libras. Além disso, após a compra, só terás a encomenda em tuas mãos entre 40 a 60 dias. Porra! Só por isso deviam ter tudo ao preço da chuva. E são muito aldrabões. Tal como o chines da loja onde fui durante a estada em Portugal. Comprei e paguei por metro e meio de tecido, recebi um metro e quarenta centímetros. É preciso ter muita cautela com a chinesada, pelo simples facto de culturalmente estarem acostumados a aldrabar, a vender gato por lebre e a esperar que todos sejam ladrões. Por isso perseguem os clientes dentro das suas lojas. Cultura muito diferente que demora a adaptar-se ao estilo europeu penínsular. 

Retalho três:

Para ver até ao fim. Está garantida uma gargalhada no final. :)

https://www.facebook.com/angels.aliaj.5/videos/264305004440551/

Nota: este vídeo só funciona visualizado no facebook. Abram e vejam, merece a pena para começar o dia ou ter aquele momento de pura descontração. Pelos vistos o blogger deixou de permitir a inclusão com visualização de vídeos das redes sociais. O costume...

 Boa terça-feira!

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Dizeres e reflexões



Se isto é VERDADE




Então, não vivi NADA

O que acham?

terça-feira, 14 de agosto de 2018

A queda da ponte em Génova


Acho que é impossível não recordar a nossa própria experiência com uma tragédia semelhante. Foi no dia 4 de Março de 2001 que caiu a ponte Entre-os-Rios, em Castelo de Paiva. 59 pessoas perderam a vida. Podiam ter sido muitas menos - não fosse uma das viaturas lançada à força das águas nocturnas um autocarro cheio de felizes infelizes que regressavam de uma excursão. 

Enquantos os mais acérrimos assistiam a uma partida de futebol do benfica (será que alguma vez poderam ver um jogo do clube novamente sem um trago amargo a lembrança triste?), o pilar da ponte ruía.

Você se lembra onde estava quando a notícia surgiu?


Eu recordo...

Ainda me vejo a olhar para os monitores pendurados quase no tecto. Todos os rostos a acompanhar o mesmo, todos os pescoços erguidos e queixos elevados, olhos pregados nas notícias da RTP.

.......


Por dividir casa com italianos, a notícia da queda da ponte em Génova, hoje, tem sido o assunto do dia. Nos canais de notícias que disponho cá em casa, mal consegui apanhar uma informação. Estão centrados no carro que bateu contra uma protecção de segurança perto das casas do Parlamento, em Londres. Mudo de canal, aguardo meia-hora, uma hora, e são só essas imagens e esse o assunto que surge no "ar". Por dois segundos apenas, apanhei uma imagem parada da derrocada da ponte mas a notícia "fugiu" de imediato para as imagens da viatura em Westminster. 

"Os Londrinos não tem de se preocupar. A polícia reagiu com prontidão. Temos a melhor... polícia. O suspeito foi imediatamente detido. Há que louvar a força policial que se aproximou do veículo sem saber o que havia lá dentro (subentenda-se explosivos) ou quem era o indivíduo (subentenda-se estar armado)".



E pronto...
O mundo das notícias continua assim...

É notícia um ou dois eventos diários, abordados até à exaustão.





Enquanto o colega cá de casa escutava pela internet um canal de noticiário italiano, eu reflectia na necessidade de ficar horas ligado a ouvir "notícias" sobre aquela tragédia. Que mais se pode adiantar? Para quê fazer um directo ineterrupto no local? A notícia está dada e pouco se poderá avançar nas próximas horas sem ser: "Esta ponte ruiu, a esta hora, neste local, existem mortos, esta pessoa disse isto, esta testemunha aquilo" "Voltaremos a entrar em directo quando surgirem mais desenvolvimentos" - esta parte acrescento eu. Acho que era assim que se fazia nos "antigamentes". Não se explorava o voyerismo como se faz hoje em dia. Essa irresistível vontade que o povo tem em espreitar tragédias e que os media estão mais que contentes em lhes enfiar pela goela a baixo, queiram ou não queiram vê-las. Porque hoje em dia a competição e a rivalidade é enorme, tudo diz respeito ao número de espectadores que se agarra a cada segundo e a quantidade de dinheiro que, por isso, se consegue extrair dos patricionadores.

Ou pelo menos costumava ser assim. Foi assim por muitos anos, simples, dinheiro certo e descomplicado. Creio que já faz bastante tempo - desde que surgiram novos canais e novas tecnologias, que este esquema de "sobrevivência" financeira está mal das pernas. Mas a solução? Andam todos a tentar descobrir faz décadas...

E enquanto não a descobrem, perdem-se escrúpulos, vendem-se "tragédias" ao desbarato...
As mortes, sangue, explosões e misérias atraem "clientes" então é isso que faz os noticiários, mais que qualquer outro feito ou conquista.



terça-feira, 29 de agosto de 2017

Para fazer:


Coisas que não fiz:




quarta-feira, 17 de maio de 2017

Não lutei


Alguns podem achar estranho mas acho que posso dizer que sei pelo quê tenho de pedir desculpa a Deus, se por acaso ele existir e se por acaso um dia estiver na sua presença.

Tenho de pedir desculpa por não viver.


Sim, porque viver é tanto... é não desistir - e por vezes desisti. É não deixar que os outros nos estraguem a vida - e tanta vez deixei. É continuar em frente, com preserverança e dignidade - será que sempre o fiz?

Bom, penso que isto é transversal a todos nós. Ninguém nasce ou morre um perfeito ser Humano. Mas se o objectivo de cá andarmos é - tal como creio - melhorarmos como pessoas, tenho de pedir desculpa por não ter chegado perto de todo o meu potencial e ter desperdiçado tantas bençãos que me foram concedidas por simplesmente EXISTIR. 



quinta-feira, 20 de abril de 2017

Os ingleses trocam-nos as voltas (e outras coisas mais)


Estava aqui com o pensamento a viajar...

Hoje ajudei um colega a melhorar o seu inglês por simplesmente lhe explicar que serviettes queria dizer guardanapos. Ele foi-me chamar porque não entendeu o que lhe estava a ser perguntado. Quando lhe expliquei com um gesto, ele respondeu:


-"Ah! Napkins!"




Mas porque é que os ingleses têm de complicar tanto as coisas?
Quase todas as palavras que possam imaginar usar - eles usam outro sinónimo.  Lixo, por exemplo... Existe a palavra garbage, litter (meio inglesa, até aparece identificada nos cestos de lixo nos parques). Mas eles usam alguma destas mais populares e conhecidas? Não!! Eles usam rubbish.

E parece-me que o meu colega tem razão... Serviettes é palavra francesa que muito me admira que estes puristas da língua inglesa se prestem a preferi-la a Napkins. É que, à boa maneira inglesa, depois existem variantes de acréscimo para especificar que tipo de «napkins» a pessoa se refere. Por exemplo: Eles têm os paper napkins, tabble napkins e sanitary napkins.... Tão simples. Fazem referência a guardanapos de papel, toalha de papel para mesas e pensos absorventes femininos. Tão simples na terminologia deles e no entanto... vão à francesa!



Depois o meu pensamento viajou novamente para outra questão pertinente. Vão ver o quanto Kkkk.

Estava eu feliz a provar batatas fritas embaladas num pacote normal (e digo isto porque é raro encontrar pacotes cheios de batatas fritas. Aqui vendem pacotinhos dentro de pacotões. Normalmente um pacote de tamanho normal, contem outros seis pacotinhos. E o sabor... eh. Ainda não encontrei um que realmente gostasse). Então, dizia eu, estava contente por encontrar um pacote cheio de batatas quando reparo que o mesmo tem instruções em diversas línguas. Pus-me à procura da portuguesa. Contei todas as línguas disponíveis: 12 idiomas e NENHUM em português, carago! Até parece que não somos parte deste mundo. Ou que não estamos bem posicionados no grupo das línguas mais faladas mundialmente. 

É espantoso. Nem num pacote de batata frita que se dá ao trabalho de traduzir para 12 idiomas os seus ingredientes, portugal ganha algum destaque. Isto pode parecer supérfluo, mas não é. Um produto feito dentro da UE, mas que é traduzido para árabe, para tantas outras línguas e não o PT. Oh, tem lá um PT... mas quando vou a ver, parece polaco ou algo assim. 

Depois fiquei a imaginar escrever para a empresa a perguntar porque não traduzir também para português? Aí comecei a imaginar que isso não era feito porque eles não sabem que portugal existe. Devem pensar que somos espanha... E o pensamento volta a viajar para isto: "Que bom que não sabem que existimos. Assim não podem enviar terroristas". De modo que «desisti» de reclamar com a companhia que faz as batatas a falta da tradução em português... Eheheh. Eles que se «esqueçam» que existimos como nação. Até é bem melhor.

Por cá quase nada é traduzido. Até os produtos da Polónia - vendidos por cá, só aparecem nessa língua. Não há cá «traduções». Muito me espanta este tipo de centralismo umbilical...  Estas companhias são tão «cheias de si» que acham mesmo desnecessário abrangir o maior número de público nas suas embalagens. Como consumidora considero comum o acto de deixar na prateleira um produto cujo conteúdo não estou bem certa do que se trata - por desconhecer polaco ou outra qualquer língua estrangeira! Puro egocentrismo das marcas, que até parecem desconhecer que ´já se vive há muito tempo numa aldeia Global.


Só me falta dizer que estas batatas fritas sabem realmente a BATATA.
É outra coisa rara de acontecer por aqui.

domingo, 16 de outubro de 2016

Even if it takes 10 years...


Your gut instinct ends up telling you what your eyes didn't see, what your ears didn't listen. 

(Me, portuguesinha, just now, 16.10.2016 - 17h)