Foi em Janeiro de 2024 que guardei esta imagem que apanhei nas redes sociais. Acho-a FANTÁSTICA.
segunda-feira, 5 de maio de 2025
Ternurenta e gloriosa forma de ser
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
Sabonete? Comece a usar já!
O perfume ligeiro, a sensação deliciosa da barra a passar na pele, a espuma natural, verdadeira, eficiente. O material que fica na pele e solta-se com facilidade, deixando a pele com sensação de pele, não de algo escorregadio...
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Ler um e book pode ser penoso
Tenham em atenção este excerto original de um livro que encontrei:
Qual a experiência?
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Dúvida linguística - voltando à primária
sábado, 10 de agosto de 2013
País vai para férias NO ALGARVE
terça-feira, 1 de maio de 2012
A inteligência limitada do acordo ortográfico
Deparei com esta palavra em alguns textos: «tampouco».
O que é isto? - Pensei. Duas vezes não pode ser erro. Só pode ser a nova grafia do tão falado acordo ortográfico português. E fiquei a pensar: oralmente no lugar do “m” digo um “o”. Porque aprendi “tão pouco”. E não vejo qual é o problema. Aliás, nunca percebi. Parece-me uma IDEIA DE IDIOTAS, esta de fazer um «acordo ortográfico». Como se fosse possível alguém escrever a mesma língua em toda a parte do mundo da mesma forma. Nunca foi, nunca será e não vai ser um «acordo» que vai mudar aquilo que milénios de civilização não conseguiu.
Depois as palavras mudaram, parece-me, para ficarem mais “Brasileiras”. Mas se nunca tivemos qualquer problema com a FORMA como os de lá escrevem ou falam para os entender, porquê esta parvoíce? Se for assim, então porque não mudar tudo para o regionalismo Açoreano? Ou para o Africano PALOP? Ou para o Nortenho? O Madeirense?
Parece-me tudo uma parvoíce de mentes que pouco têm que fazer mas querem fazer algo, algo inútil, sem sentido e para atrapalhar a natureza das coisas… E pergunto: mas será que acham que temos todos tão poucos neurónios assim (leia-se inteligência) que não somos capazes de entender a nossa própria língua em todas as suas maravilhosas variantes?
É até um insulto à natureza deste povo. Um povo que adora comunicar noutras línguas, que no fundo não torce o nariz à diferença, que acolhe o que vem de fora, que andou a explorar a vida e o mar. Um aventureiro não impõe uma norma, adapta-se, aprende e ajusta-se. E assim terá de voltar a acontecer, porque alguém achou que estávamos todos muito burros para entender o português… J



