Mostrar mensagens com a etiqueta receita. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta receita. Mostrar todas as mensagens

domingo, 22 de novembro de 2020

sexta-feira, 14 de junho de 2019

O meu fetiche por sardinhas


De uma infindável variedade de doces conventuais dos quais, se não provei ainda, tenho ideia que existem, este que se segue nunca tinha ouvido falar. Em formato de sardinha (mas sem levar o peixe!) chamou-me a atenção de imediato. 


Não estivéssemos nós na quadra dos santos populares e não fosse o ícone da sardinha algo que apela ao meu sentido artístico. Todos os anos chegando a esta época tenho de me conter (por causa do bolso não ser fundo) para não gastar dinheiro em sardinhas, sejam elas em iman, louça, lata, tecido e até chocolate. Devido a uma noção de não dever adquirir bens não essenciais que se acumulam sem terem espaço para onde ir e são de serventia praticamente nula - excepto deixarem-me feliz. (A felicidade como algo nulo? Que conceito extraordinário)

O nome deste doce conventual é SARDINHAS DOCES DE TRANCOSO.


Sigam o link e têm uma receita passo-a-passo. Trata-se de um doce de massa fina, em formato de sardinha (que original!) recheada com ovo, amêndoas, açúcar e canela, com cobertura de chocolate! Já imaginaram? Devia ser introduzida nesta quadra festiva por esses arraiais. Afinal, durante os santos populares, a sardinha é rainha!

E nós temos um doce conventual em formato de sardinha e não o divulgamos?
Parece-me mal :D 

Tenham uma bela quadra! Não se esqueçam de comprar um belo de um manjerico. 

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Fui às compras


Vim das compras toda contente.
Encontrei este peixe salmão por um preço bem apetitoso. Impossível não trazer.
Alguém sabe de uma boa receita para esta delícia?


Entretanto devo contar-vos que quase não apanhei peixe algum...
As pessoas têm cá uma lata. Bem sei que é promoção e que se pode levar em grande quantidade. Mas levar TUDO o que vêm à frente é ser-se muito egoísta. 

Um homem bem vestido, com uma criança bem vestida bem à sua imagem, já tinha "reservado" todos os peixes à vista. Estava ali à espera que as etiquetas com o novo preço fossem imprimidas e coladas. Levou 10 salmões. Acho que não levou mais porque não sabia que havia mais para levar. 

Acho esse comportamento muito descarado e tenho cá as minhas suspeitas sobre o destino que dão às grandes quantidades de alimentos que levam por preço reduzido. Acho que têm maneiras de os re-vender ou transformar em menus de restaurantes, por exemplo. Claro está, a valores com um lucro enorme. 

Foi o homem da peixaria que deu a entender ter mais. Ele é pouco simpático e fez-se de surdo quando lhe perguntei duas vezes "por favor, desculpe, qual é o preço do peixe?". Respondeu-me que estava a atender um cliente (o homem que esperava cada etiqueta ser impressa pela máquina e colada nos seus 10 peixes). Pedi desculpa por "interromper". Mas fiquei à espera que se dignasse a uma resposta. 

Quando o homem bem vestido se afastou, o peixeiro lá me respondeu. Foi então que entendi porquê levava ele TODO o peixe à vista. Um peixe de cerca de 10 libras a ser vendido por 50 centimos... É roubo. O peixeiro, algo contrariado, perguntou-me então quantos eu queria


QUANTOS... sinal de que tinha mais. Respondi: "Só um". Ele ainda quis que eu fosse buscar aquele que estava numa prateleira. Só que esse peixe estava fora do saco (alguém na pressa, quando custavam ainda 5 libras, puxou por aquilo e o peixe saltou fora da embalagem). Ficou "contaminado" com poeiras e para voltar para o saco, tinha de pegar no peixe com as mãos. 

Ele lá me trouxe um outro, que rotulou com o preço da promoção e afastou-se de seguida. Sem colar mais etiquetas noutros peixes, que certamente tinha posto de lado. 

Não gosto quando os funcionários deixam uma só pessoa levar tudo. Acho que devia haver um limite por tipo de produto. Senão, uma só pessoa leva tudo e os outros ficam a salivar, chateados por não conseguirem agarrar nada.

E por falar em promoções, quando a secção de bolos e pães colocou os preços reduzidos nos croissants de chocolate e pauzinhos de queijo - só eu estava perto. Então tirei uns tantos. Mas logo a seguir veio a "manada". Um desses elementos era um senhor sentado numa cadeira eletrica, com uma bengala, que revirou aquilo tudo com as mãos com selvajaria. Puxou de tudo e colocou tudo no seu cesto da cadeira eletrica. Uma das embalagens estava mais alta e ele não se fez de rogado: ergue-se, ficou de pé, só para tirar a embalagem antes que mais alguém pudesse alcançá-la.

Achei tão feio. Na realidade, fiquei parada a ver. Só a olhar o homem.
Como ficam subitamente "curados" de uma qualquer debilidade quando lhes acenam com preços reduzidos por coisas que, se calhar, nem lhes fazem bem ou nem consomem normalmente. Enfim... eu também adoro promoções assim. Mas quero acreditar que tenho um pouco mais de consideração pelos outros e menos ganância.


sábado, 15 de dezembro de 2018

To be or not to be...


LEGENDS: You have to die young.
IDOLS: You have to make it young.
FOLLOWERS AND DEFENDERS: You have to make money young.