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terça-feira, 12 de setembro de 2023

No Brasil querem fazer passar bandido por Santo

 Não conhecia a história que o programa televisivo no canal ID Discovery retratou. Ao mencionar que se passou em Manaus, na zona da amazónia, soube que o caso retratado, o de um apresentador de televisão que encomendava homicídios para aumentar as audiências do seu programa, era fácil de verificar. 

Walace Souza. O rosto do indivíduo é este:


Fui pesquisar e encontrei informação no Wikipédia. Fiquei chocada. Chocada com o que lá vem dito - principalmente nas entrelinhas. Mas mais chocada ao ler o comunicado apresentado à imprensa pelo hospital quando o indivíduo faleceu. Escreveram assim: 

O ex-deputado estadual do Partido Progressista (PP-AM), Francisco Wallace Cavalcante de Souza, 51 anos, internado no Hospital Bandeirantes, em São Paulo desde o dia 18 de março de 2010, faleceu às 16h desta terça-feira (27/7), em decorrência de uma parada cardíaca. O paciente sofria de uma ascite refratária decorrente da Síndrome de Budd Chiari. Os médicos que acompanharam o paciente foram coordenados pelo diretor-clínico Dr. Mário Lúcio Alves Baptista Filho.[6]

— Hospital Bandeirantes

Uma notícia só é boa notícia quando enquadrada em toda a sua amplitude. Para anúnciar a morte deste indivíduo, que se encontrava ENCARCERADO, o hospital escolheu dar-lhe o "carimbo" de ex-deputado. Mas ele era mais do que isso. Aliás, ele foi muitas outras coisas antes de chegar à política. (Até parece que a política é o último degrau para a extrema criminalidade e corrupção). 

Walace Souza foi um traficante. Chefe de quadrilha. Depois meteu o pezão na comunicação social, criando e apresentando um programa de televisão onde ele era a estrela. Nesse programa, ele acusava a polícia de não fazer o suficiente para combater o crime e era quase sempre o primeiro a chegar a cenas de polícia. Numa ocasião inclusive, a equipa de reportagem - que recebia dicas anónimas, chegou a um local antes mesmo de acontecerem homicídios. Filmaram tudo. A polícia já achava aquilo estranho, com uma fonte que até foi capaz de indicar um homicídio antes deste ocorrer - a polícia ficou de olho aberto. E acabou se antecipando a mais um assassinato. Boca no trombone e... foi o apresentador - agora também DEPUTADO (duas coisas que não se devem misturar: política e televisão ou media - vejam só o caso Donald Tramp) o mandante dos crimes. Não só era o mandante, como tinha interesses pessoais em que certas pessoas aparecessem mortas. Nomeadamente os seus rivais no tráfego de drogas. Ele chefiava um autêntico quartel! Era ele, os irmãos, o filho, toda uma entourage.  

E vai o hospital e dá-lhe este elogy?

Bem escrito, devia ler-se algo do género:

Francisco Wallace Cavalcante de Souza, 51 anos, internado no Hospital Bandeirantes, São Paulo desde o dia 18 de março de 2010, faleceu às 16h desta terça-feira (27/7), em decorrência de uma parada cardíaca. Mais conhecido por Walace Souza, encontrava-se encarcerado a cumprir uma pena de .... desde Outubro de 2009 por se comprovar em tribunal que era o chefe de quadrilha de tráfego de drogas da região de Manaus e ter encomendado dezenas de assassinatos para benefício próprio. O apresentador do programa de TV Canal Livre e ex-deputado Federal do Partido Progressista sofria de uma ascite refratária decorrente da Síndrome de Budd Chiari. Vai a sepultar em XXX, dia Y.

Nada de mencionar o nome dos médicos que cuidaram dele - para aqui não são chamados, não são vedetas e podem ficar com uma marca na testa para a inserção de uma bala por se exporem sem necessidade. Seu trabalho é cuidar de pacientes, pelo que fica redundante mencionar o óbvio. Fica até... mal. Soa a procura de créditos, de celebridade. Mas isto foi uma "nota" de hospital, não uma notícia. Oor isso não fizeram qualquer menção à sua vida criminosa - somente ao seu estatuto político, como se isso o tornasse "limpo" e uma pessoa importante. Era um presidiário - nessa condição faleceu. Faz parte de qualquer comunicação de obituário citar os factos. Os feios e os bonitos. Juntos, fazem a verdade.

No final do artigo do Wikipedia, ainda se faz menção a um programa de TV que abordou o caso e - pasme-se, ficou-se na "dúvida" se ele era mesmo culpado. Oh!!! A sério??? Acham que a polícia demorou 10 anos a agir porque... lhes apeteceu? Acham que os tribunais cometeram erros? Era um anjinho o ex-deputado, que compareceu vestido todo de branco e a segurar uma bíblia a uma assembleia onde iam votar se perdia seu título? Perdeu-o pelo voto de uma maioria mas, ainda assim, houve quatro almas que votaram para que com ele permanecesse. Mais uma razão para não o mencionarem assim a título póstumo: já tinha perdido esse privilégio. 

Walace Souza, ao que tudo indica, era um POS, do piorio. Traficante, assassino. Cobarde. Quando sentenciado, simulou sentir-se mal. Sempre teve perfeita saúde e muito fogo na língua no seu programa de TV, onde agia como um justiceiro salvador e apontava o dedo à incompetência da polícia, enquanto planeava o assassinato de pessoas que se punham no seu caminho.  Acabou por esconder-se do encarceramento e ficou quatro dias em fuga. Teve direito a ficar numa cela particular - mesmo não tendo estudos superiores. Ah! Políticos sem estudos superiores... são uma Tru(a)mp(a). Depois ficou em prisão domiciliária. Adoeceu de verdade e morreu. Caso contrário, seria mais um criminoso de alto gabarito que teria retornado à política, se pudesse.  

E é por isso que o Brasil dificilmente irá para a frente. Bandido tem muita proteção e à quem aceite que lhe façam lavagens cerebrais para achar que bandido é santo e santo é bandido. Só não sei se ainda há santo por aquelas bandas. Está por se comprovar.   




segunda-feira, 7 de agosto de 2023

Tailândia: terra sem-lei, perigosa onde turistas são assassinados

 

Ele disse-me que queria conhecer Portugal, o Algarve. Mas mudou de ideias depois do sucedido com Maddie MacKain, ficou com medo. 

Foi um colega inglês que mo disse e não mais esqueci. Pondero sobre isto: as impressões que as pessoas têm de lugares, sua segurança e beleza. 

A TAILÂNDIA é, para mim, um país que não é seguro. Porém escuto bastante pessoas a dizerem-me que é maravilhoso e que querem ir morar para lá. Principalmente britânicos.  Mas pondero se sabem para onde realmente estão a ir. Faz décadas - mesmo DÉ-CA-DAS que vejo documentários sobre o quanto aquilo é um estado de sítio, onde não existe lei e onde o povo é explorado, principalmente para a prostituição. 

É como desejar ir à ìndia... pelo misticismo e pela beleza dos lugares, que sem dúvida têm essa magia - porém à que fechar os olhos ao resto. Ignorar os problemas sociais, a extrema pobreza, a exploração praticamente esclavagista e os muitos perigos de segurança, principalmente para as mulheres, muitas vezes vítimas de violação e assassinato. 

"Nick" foi encontrado morto na Tailândia. A polícia disse tratar-se de um acidente. Como tinha episódios de sonambulismo, a polícia afirmou que ele se afogara no mar. Um feito e tanto, que o jovem rapaz teve de conseguir fazer no seu suposto estado de sonambulismo, já que teria de ter muita sorte para não cair dos muitos rochedos que obstruiam o percurso do hotel no cimo de uma colina até à praia. Sobre esta morte, OFICIALMENTE, a "polícia" tailandesa diz: "Acidente".

"Luke" estava a andar na sua bicicleta, parou para urinar e ups: caiu dentro de um poço e morreu. Oficialmente, a "polícia" tailandesa diz: "Acidente". Acontece que o corpo foi encontrado em posição fetal e o "poço" não era um poço nem tão pouco tinha água. 

"Ben" deu um pulo para uma piscina cheia de gente, bateu com a cabeça e morreu. OFICIALMENTE, a "polícia" tailandesa diz: "Acidente". O médico que o assistiu na altura disse: "só se ele tiver batido com a cabeça várias vezes na piscina". 

Em 2015 "Christina" mencionou querer conversar sobre os assassinatos que ocorreram no ano anterior no local. Encontraram-na sem vida, a sangrar da boca e do nariz, alegadamente deitada na cama no seu quarto de hotel. A "polícia" concluiu que a causa de morte foi acidental, uma overdose de comprimidos com álcool.  

Na passagem de ano de 2015 Dimitri Povse foi encontrado enforcado. A "polícia" disse que foi suicídio. Mas não apresentou nenhuma explicação para o facto das suas mão estarem atadas atrás das costas. Já imaginaram o quão difícil deve ser cometer suicídio por enforcamento, numa festa de passagem de ano no "paraíso na terra", com as mãos atadas atrás das costas??? 

Elise Dallemange foi encontrada sem vida, com o corpo semi-comido por lagartos. A "polícia" disse que ela se suicidou, enforcando-se com uma corda no meio da selva. O seu corpo foi encontrado entre rochas, graças ao lagarto, que era monitorizado e foi seguido para se descobrir o motivo das suas "viagens". Elise tinha comprado uma passagem para outro local. As suas malas chegaram, mas ela não. Além disso, a cabana onde morou "misteriosamente" pegou fogo. Ela recusou dar o seu nº de passaporte ao se registar, como se temesse algo, dizendo que ia dar depois e também mudou de ideias e riscou o último nome, colocando um outro no lugar. Depois mostrou ter pressa em deixar o local. Oficialmente, acreditava-se que tinha conseguido. Mas o cadáver encontrado foi identificado como seu, através de análise dentária. Ora, uma pessoa que viaja pelo mundo inteiro há dois anos, está agora no "paraíso" que é a Tailândia, compra passagem para outro local e... suicida-se atrás de umas rochas?

Mencionei apenas alguns exemplos de uma lista que creio chegar às CENTENAS de nomes de "turistas" que viajam à tailândia para se divertirem e regressam às suas famílias num caixão. 

Histórias destas se repetem vezes sem conta, principalmente numa certa ilha da Tailândia. Não tenho dúvidas que estas pessoas, e muitas outras, foram assassinadas e o facto foi encoberto com "acidente", para que não entrassem nas estatísticas que prejudicam o país aos olhos dos estrangeiros. 


ASSASSINATOS COMPROVADOS:

Em 2014, Hannah Witheridge e David Miller foram encontrados brutalmente assassinados numa praia tailandesa. Ele foi espancado e o corpo AINDA COM VIDA lançado à agua, ela foi brutalmente assassinada, estava totalmente nua, foi VIOLENTAMENTE violentada. O caso tomou proporções internacionais. Subitamente a Tailândia estava a ser retratada como um destino perigoso, pouco recomendável.  

Eis um caso que a "polícia" não podia afirmar tratar-se de um "acidente" por overdose, enforcamento, afogamento nem nada parecido. Quando não pode rotular um óbvio assassinato de ACIDENTE, acaba a "investigar" um outro turista, de preferência um amigo próximo ou alguém VINDO DE FORA visto a interagir com a vítima, fabricando que existiu uma discussão e uma agressão PASSIONAL. Trata-se de uma técnica bem conhecida para suportar a ideia de que nenhum local faria um crime hediondo e manter o seu país com a reputação intacta. 


A "polícia" não existe na Tailândia. O que existe é um bando de fardados pau-mandados às ordens dos poderosos. Plantam evidências que não existem, mentem, incompetentes nem é palavra que se possa aplicar porque para isso é preciso ter vontade de fazer o trabalho e a "polícia" trabalha para outro patrão, que não é a LEI. Lança falsas imagens de péssima visibilidade afirmando se tratar da vítima momentos antes, só para tentar fundamentar uma narrativa inventada. Como a sua autenticidade é contestada - principalmente pelos familiares, logo a seguir encontra um ou mais bodes expiatórios não-nativos de preferência migrantes ilegais para arcar com as culpas e silenciar a curiosidade internacional. E
stes jovens assustados, torturados e ameaçados são USADOS e SACRIFICADOS à morte, que era a pena aplicada.

A "PAZ" volta e o TURISMO continua... 


O que o "governo" local quer é que a massa de turismo continue a chegar, cegos com a beleza natural e crentes nos sorrisos dos locais. 

Notícias de que ali é um local perigoso onde pessoas são assassinadas em troco de NADA,  incomoda os políticos e poderosos da Tailândia. A imagem da Tailândia fica manchada. Pode TERMINAR com os seus lucros. Os tailandeses sabem que as suas receitas provém TODAS do turismo. Se as pessoas descobrirem que aquilo é terra sem ordem, desgovernada, corrupta, onde não estão seguras e onde podem ser assassinadas POR DESPORTO das famílias locais privilegiadas - deixariam de visitar as ilhas!! Lá se ia o dinheiro... 

A Tailândia soa a uma terra perigosa, regida por uma máfia invisível, onde podes vir a ser assassinado e o facto encoberto, onde não há lei, és ameaçado, vives com medo de abrir a boca e dizer algo que pode te sentenciar à morte e ninguém te vai ajudar. E nós, outsiders, caímos que nem patinhos!!

Na Tailândia não se usam armas de fogo mas, conforme se pode ver, para matar e encobrir assassinatos, os métodos selvagens são bastante eficientes. Ninguém precisa de recorrer ao método rápido e indolor da bala do faroeste Americano. 

Não viaje para a TAILANDIA. 

Nâo suporte um governo corrupto, indiferente às mortes de outsiders, que tortura e ameaça de morte e oculta CRIMES HEDIONDOS. São CRIMINOSOS. 

quarta-feira, 10 de maio de 2023

 

Muitas mensagens para posts passaram hoje pela minha cabeça. Continuando a saga/praga das notícias que a Microsoft espalha no meu monitor nos momentos mais inoportunos, já tinha separado uns 25 tópicos que me chamaram a atenção. 

A respeito do pai que aliciou a filha a casa no dia do seu aniversário para matá-la com um tiro de caçadeira na cara, suicidando-se de seguida, é lamentável que a filha não possa ter voz. Ele, o homem, deixou a sua versão escrita no facebook. Acho que a opinião pública inclina-se para "absolver" este homem, que era idoso e estava muito doente. Não tinha antecedentes de agressividade e deve ter agido assim devido a um momento de doidice, desespero, falta de esperança. Será?

O homem PLANEOU isto. 

Deixou no facebook a sua "absolvição". Que homem - doente ou não - que pai, doente ou não, sabendo que está perto da morte, vinga-se matando a filha? Não a deixando viver, para que ela possa também atingir a idade avançada e passar por o que tivesse de passar?

Este tipo de egoísmo escapa indetectável a muitos durante uma vida inteira. No facebook este homem dizia sentir-se "traído" pelos filhos. Passou a casa para o nome da filha e também tornou a conta bancária conjunta. Na condição da filha tomar conta dele. O que ela fez, até ter um momento de ruptura e desgaste mental. Até porque, ao que indica, também ela tinha os seus problemas emocionais e a relação com o pai talvez nunca tenha sido fácil. Nem para ela, nem para o irmão que, estranhamente, a imprensa não correu atrás para entrevistar. 

Por mais que tentamos entender este acto treslocado e absolvê-lo, por termos simpatia pela solidão do idoso e da sua doença, muitos estão no mesmo lugar que ele. Ou pior! E não saem por aí de caçadeira em punho para matar seus filhos. Este homem, caçador, já com fraca mobilidade, tinha uma arma em casa... Devia ser proíbido. 

Esta foi a notícia da semana passada que mais "cócegas" me deu no estômago. Uma tragédia lamentável, que não desejo que ninguém conheça de perto. Lamentável. Triste. 

Noutra nota, hoje fiquei a saber que o ator Robert de Niro comunicou que foi pai pela sétima vez. Não me faria espécie alguma, se o homem estivesse, vá lá, no máximo, nos seus 50 anos. Mas está com 79!!! Digam-me lá: foi fazer o filho numa mulher de que idade?

Isto revolta-me. REVOLTA-ME. 

Eles podem estar com um pé para a cova e deixar filhos por criar. Porque sabem que existe sempre uma mulher jovem encarregue disso. Acho injusto. Com a tecnologia de que dispomos hoje, as mulheres deviam ter o MESMO DIREITO. E, se desejassem, ter filhos aos 79 anos. Ponto FINAL. 


 

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Ai que nervos!! - isto dos tiros


Há anos que me vem a enervar esta realidade nos EUA de se estar constantemente a acusar a força policial de "matar" homens negros por serem negros. Achava perigoso e repudiava-me a forma propagandista e DISTORCIDA como os factos eram massivamente apresentados pelos media. 


Vai que esta madrugada voltei a enervar-me com o tal vídeo do homem a morrer dentro do carro, após um confronto com um polícia. Enervei-me por vários motivos, entre o principal, a forma gratuita e estúpida como as pessoas passam juízos de valor com base em tão pouca informação ou apenas um dos lados da mesma. A rapidez com que "classificam" qualquer acontecimento do género como "Racismo". Mesmo quando depois de uma longa investigação fica provado que foi auto-defesa. Insistem sempre na versão distorcida e não actualizam os factos.  

Pena é não se falar dos casos em que é o polícia aquele que é assassinado. Aí já não existe racismo, caso o indivíduo que disparou o tiro fatal seja negro e o policial que o recebeu não for. 


Esta forma tendenciosa de ver as coisas perturba-me. Os EUA é um país racista, mas creio, pelo que percebo, que são as pessoas negras as mais racistas de todas. Pois não podem ver um caso que envolva um deles e um branco, que vêm logo com o racismo. Defendiam e transformariam em santo até o Charles Manson, se este fosse negro.

Bem, mas hoje pela manhã surgiu outra notícia, igualmente trágica. Cerca de 10 polícias foram alvejados e pelo menos um foi assassinado por snipers (a cobardia total) durante uma «manifestação» contra a "violência policial". (que, convenientemente, dizem só atingir um grupo da população). 


O que me perturbou são os comentários:
"Com arma matas, com arma és morto"
"Retaliação"
"Bem feito, mataram dois homens"
"3 a 2"

Uma ignorância de comentários que me deram urticária. Indivíduos que vão até buscar a escravatura, para legitimar o assassinato de pessoas hoje em dia. Parece que ter nascido com a pele branca na américa, é hoje um grave problema. Porque vão ter de "pagar" pela escravatura de há uns séculos... A população mais ignorante assim o exige, aparentemente. Porque consideram "normal" que se matem polícias a cuidar da segurança de uma multidão porque, aparentemente, um polícia no decorrer do serviço, matou, SEM NECESSIDADE, um homem. Que calhou ser negro. Podia ser branco, mas isso não dá notícia... Nem tem namoradas ao lado com telemóvel a gravar.


Agora pergunto, só para complicar a vida destas pessoas com "tantas certezas". Se um destes tiros dirigidos a um policial fosse parar numa criança o discurso, certamente, já seria diferente. E eu não vejo diferença.

Por isso, já sabem: se um familiar vosso for polícia e um policial lá na américa abusar da sua autoridade... É justo que um cá seja assassinado a tiro.