Mostrar mensagens com a etiqueta criança. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta criança. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 11 de abril de 2023

O Dalai lama pediu a um menino para lhe chupar a língua?

 

É, por acaso, um costume tibetano?

O Dalai Lama, assim como o indiano Mahatma Gandhi e até mesmo a Madre Teresa, ou o Papa João Segundo, gozam de um estatuto praticamente equivalente ao de santidade. Descobrir que são humanos e pecadores pode ser um choque. Não muito para mim. Porque acho que, muitas vezes, é em vestes religiosas e com ambições de receberem devoção que vão parar as "piores" peças. Isso ou nas artes e em cargos de uniforme e autoridade. 



Mas não vou precipitar-me em julgamento. É fácil fazer isso e cair a "matar". A imagem acima já está a distorcer os factos, porque ele não chupa, ele dá a chupar. 


Agora se fez isto em público, imaginem o que pode solicitar a uma criança no privado. 

Chupa-lhe o quê? 


sábado, 16 de março de 2019

Guardado no baú...


E acrescento que a INDIFERENÇA é cruel em qualquer idade. Indiferença para com os idosos ou para com os adultos.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Violência Doméstica começa cedo?

Que horror!
Se com esta idade e tamanho já é assim imagine-se de onde virá o exemplo!!!

https://www.facebook.com/asmaroticesdeumapaixonado/videos/1112528615496793/
Sigam o link que abre no facebook.

Isto é assustador. Triste e deprimente. Não entendo o que dizem nem qual é a língua falada mas estou inclinada para deduzir que se trata de uma cultura muçulmana ou... grega. Isto é terrível. Está aqui um pequeno Jihadista em potencial. Terrível também o exemplo das mulheres. A que suponho ser mãe e a que suponho ser a avó.

Sim, ensinem que é assim mesmo que se trata mulheres. Que belo comportamento. Isto é capaz de retirar dos nossos corações a fé na absolvição da humanidade... :´(

terça-feira, 12 de julho de 2016

Fair Play -honrar o adversário


Provavelmente já conhecem.. mas não faz mal algum voltar a ver. Uma mensagem positiva, que direciona o foco de volta ao lugar certo. (vídeo mais longo)


Enquanto isso, pelo menos 50.000 pessoas já assinaram uma petição para que a frança tenha uma nova oportunidade de ganhar a taça de portugal.... lol. Crazy people. Les  fous!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

A fashion wave facebookiana das fotografias de criança aqui em casa


Há uns posts abaixo questionei-me sobre o porquê das fotografias antigas de quando se era criança andarem a ser constantemente postadas no facebook. Chamei a isso uma "fashion wave" facebookiana. Quis o destino que essa onda (wave) viesse rebentar à minha «costa».

Passo a explicar. Não, eu não aderi aos cordeirinhos ou segui a carneirada. Não fui buscar fotos de quando era pequena para exibir no facebook. Mas quase.

O outro filho de meus pais veio pedir-me fotografias suas, de quando era pequeno. Ora quem tem os álbuns com essas lembranças, naturalmente, é ele, não sou eu. Lá na sua casinha, arrumadinhas numa caixa qualquer, depositadas na arrecadação, a ganhar teias de aranha.

Só que é tão preguiçoso e nunca deu importância alguma a isso que achou mais prático vir ter comigo para que eu procurasse entre as minhas fotografias onde ele aparece em criança. Enquanto assentou a bunda no sofá eu andei pela casa à procura de alguma fotografia desse longínquo tempo. Lá encontrei umas quatro e lhas fui entregar. Não ficou satisfeito com nenhuma, torceu o nariz. Perguntou se só tinha aquelas e disse que sim. (Se tem preguiça para ir buscar as suas à arrecadação, porque hei eu de ter ter o trabalho que ele não quer ter para ir buscar as minhas?)


Uma fotografia que tenho e que sempre gostei é uma onde está a usar o bacio. Sempre detestou essa fotografia. Zangou-se comigo quando a coloquei num álbum familiar. Pois essa foi uma das fotografias que disponibilizei. Sou da opinião que todos nós que passamos pela fase do bacio devemos ter uma fotografia sentados nele. Acho tão adorável! É natural e bonito, transversal a todos, seja lá quem for a pessoa. Desde o primeiro-ministro ao faxineiro. Torna-nos a todos seres iguais. E por tudo isto e por simplesmente gostar, aprecio fotografias de crianças a usar o bacio.

Ficou uns bons vinte minutos a olhar para todas, a decidir quais ia colocar e em particular se ia usar a do bacio. Como não gosta da foto disse logo que não. Usei dos meus argumentos para tentar fazer perceber que fotografias no bacio se calhar até são as melhores para se colocar em algo como o facebook. (devia existir uma «wave» só para estas, com o nome "eu no bacio" - a saga). Após matutar, lá pegou no telemóvel e ainda sentado no sofá, fotografou as imagens e acabou por escolher publicar todas, inclusive a do bacio.


As reacções às imagens encontrei mais tarde, quando abri o meu facebook. Não gostei do que encontrei. Sinto sempre algo estranho, uma espécie de tristeza, quando encontro as suas publicações. Sei que não são genuínas, não representam a verdade. No texto que acompanha as imagens dá a entender que se esforçou para achar as fotografias e que escolheu publicar todas porque «faz bem recordar». E isso me dá um certo incómodo, pois sei que se está a borrifar para as fotografias ou para as recordações. Quem teve de encontrar fotos fui eu e a sua indiferença é tal que inclusive perguntou-me isto, quando lhe levei as imagens:

-"Tens a certeza que este sou eu?"
-"Sim, és tu. Mas tu não te reconheces nas tuas fotos de bebé?"
-"Não."

Portanto, eu podia dar-lhe a foto que quisesse, do bebé que eu quisesse e dizer que era ele que estaria tudo bem. Talvez devesse ter feito isso. Porque assim seriam os outros, os que se lembram e realmente sentem saudosismo e nostalgia por tempos idos, os primeiros a dar conta do erro e a chamar a atenção. 

Nos comentários ele usa a minha opinião sobre a fotografia no bacio como se fossem palavras suas. Escreveu algo como «que boas lembranças», quando eu sei que nada daquilo lhe diz coisa alguma e está a borrifar-se. É tudo falsidade. É um parecer por aparecer, um aparentar, é algo que tenho dificuldade em apreciar mas que tenho que admitir, com esta tristeza, que é o que a sociedade parece apreciar. Porque sei que este tipo de postura não é exclusiva, está generalizada. É uma tendência e um caminho pelo qual a sociedade está a optar. Usam-se máscaras, muitas, cada qual para cada ocasião. É-se aquilo que os outros querem que se seja. Já quase não existem pessoas que saem de casa e não colocam máscaras. Nem mesmo por computador. Não é desolador?


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Educação livre e educação disciplinada

Tenho uma menina na família que está a ser educada com alguma disciplina pelos pais. Ela é uma menina expansiva, que fala muito e articuladamente, sabichona, viva, interessada e vibrante. Mas à medida que cresce está a mudar. Vê-se menos desse brilho e fica mais recatada. Assim que ela escuta o seu nome a ser chamado pelos pais sai disparada a correr e não perde tempo a lhes aparecer à frente. É muito obediente, a pesar de ter fama de ser "terrível". Uma reputação injusta, a meu ver. 

Tudo o que os pais lhe dizem para fazer, ela faz prontamente. E qualquer adulto em geral recebe essa mesma atitude. Para minha surpresa vejo que obedece prontamente aos pais quando lhe dizem para desligar o computador para ir estudar, ou quando lhe dizem que tem de acabar de brincar para ir estudar, ou mesmo quando lhe ligam a dizer que tem de se ir embora de onde está a conviver e a brincadeira vai terminar. Por vezes ela tenta dialogar com os pais, perguntando-lhes se não pode ficar mais um bocado, mas se escuta um não, acata-o sem insistir. Só que tudo isto ela aprendeu da maneira "dura". Ou seja, através de disciplina, de muita contrariedade, de castigos e privações. Sinto que a sua educação não está a receber o equilíbrio ideal entre o afecto/carinho e a disciplina/aprendizagem. 

Sei que não é fácil educar crianças, sei que os pais querem o melhor para os filhos, mas também sei que isso nem sempre se consegue. Os pais também falham. E perceber isso não é vergonha alguma. Vergonha é perceber e nada fazer para o mudar, mantendo o comodismo de comportamentos que se provam nocivos.

Não sei se é realmente o caso desta criança, mas identifico nela todos os comportamentos que me indicam a presença de educação rígida construída em cima de sentimentos magoados que eu também recebi. Uma educação que castra muito e libera pouco, ou quase nada. Tal como ela, também eu fui uma criança vibrante. Ao ponto de durante os anos que se seguiram até a adolescência, ainda viver aos olhos dos outros como se fosse a "tal" criança esperta e sagaz que todos pareciam recordar. Falavam comigo durante longos tempos a contar-me as peripécias e a forma como eu percebia as coisas. Estes adultos que me reencontravam vibravam, iluminavam-se e eu acho que esperavam encontrar uma versão crescida da criança que fui e ficavam ali a sondar, a ver se eu "lhes aparecia" tal como me recordavam. Costumava deixá-los falar, escutar, dizer que não me lembrava de nada porque a maioria das vezes era verdade e pronto. Eles lá iam, talvez algo tristes e desconfiados por aquela criança" não se encontrar mais no corpo da quase adulta. Não me sentia muito confortável por tantos me recordarem com tanto entusiasmo, saudosismo e rasgados elogios, revelando tanto gosto e alegria ao me reencontrarem. Porque me faziam lembrar o que podia ser mas não era. Faziam-me lembrar o "eu" que reprimi e me foi «apagado» à força mas que um dia esperava poder reencontrar antes que "morresse" de vez.  Lembro-me de uma ocasião em que uma senhora muito entusiasta ficou a me relatar pela porta as memórias que tinha de mim e eu a pensar: "Essa não sou mais eu". 

Está certo que nós mudamos. Não creio que mudemos na essência, mas sofremos alterações sim. Está previsto que o ser humano mude à medida que aprende a crescer e a conhecer o mundo. Nem todas as mudanças têm origem na disciplina muito ou pouco rigorosa, o factor biológico também entra na equação. Mas quando a disciplina é castradora, existem pequenos sinais como este da obediencia imediata e pronta que esta criança revela. Ela tem uma atitude de obediencia que mais depressa relacionariamos com a de uma serviçal com receio de uma reprimenda dos amos.  E como já referi, creio que aprendeu a reagir assim às custas de muito grito, algumas pancadas no traseiro e muita imposição. 

Também já vi o pai a brincar entusiasticamente com as crianças dos outros, a menina a meter-se no meio para entrar na brincadeira e a levar uma reprimenda. Acho que o pai não entendeu que a magoou e a fez sentir preterida, posta de parte, uma vez que enquanto brincava com a outra, ordenou que a sua filha ficasse quieta, dizendo-lhe que não devia atrapalhar. A criança deve ter-se perguntado desta vez e se calhar noutras também, porquê isso, porquê o pai é tão brincalhão com as outras crianças e menos com ela. Acredito que os sentimentos começam a ficar magoados e vejo que ela fica de "cara fechada" sem querer explicar o que tem quando algo a magoa. E reconheço isso, já passei pelo mesmo. Outras vezes detecto que umas lágrimas lhe caem pelo rosto e quando vou perguntar o que se passa, porquê ficou triste, responde apenas que "não é nada"  (Ah! É tão parecida comigo!!!).

Pelo que hoje estava aqui a relembrar como a vi recentemente a ter estas atitudes de menina bem comportada e obediente e a pensar se não as assimilou através de um excesso de disciplina rígida e uma certa carência de momentos de maior afecto. Porque existe outra criança na família que recebe uma educação oposta. E é fácil entender as diferenças quando existem exemplos distintos. Creio que a personalidade da primeira possa ficar algo "danificada" por receber esta educação mais castradora e que a outra acabe por florescer mais, visto que não sendo uma criança tão expansiva nem tão comunicadora e articulada, foi educada com disciplina mas acima de tudo liberdade. Principalmente para tomar algumas decisões sozinha e assumir a responsabilidade do estudo. Foi exposta a todo o tipo de coisa- não existiram temas "tabus" a serem discutidos na presença da criança nem foi de todo poupada aos desentendimentos dos pais à sua frente (outra coisa com a qual me identifico). Ela pode ver televisão enquanto toma a refeição e escutar todas as más notícias dos telejornais. A outra não tem TV acesa enquanto come, não podia ver filmes com cenas de adultos nem escutar as más notícias dos jornais. Creio que ambas as formas de educar são aceitáveis e acho que encontraria um meio-termo entre estas duas, pois nem uma nem outra estão desprovidas de falhas algo claras. Mas ainda assim concluo que a presença de LIBERDADE é ESSÊNCIAL para o desenvolvimento do ser humano. Agora, o que distingue essa liberdade da «liberdade» que faz as crianças crescerem sem noção de responsabilidades ou limites, acho que é a presença de interesse paterno, transmissão de valores e afecto. Só sei uma coisa: não é fácil, mas também não precisa de ser complicado.

Sinto carência e indícios de problemas de auto-estima naquela menina. Quando tiver com ela vou dar-lhe todo o meu tempo e do meu jeito descontraído, vou puxar o diálogo para ver o que pensa das coisas, como se sente, o que quer e com o quê sonha. Quero perceber se vai se expressar livremente ou manter algum vestígio da apreendida recatez. Proibir as crianças de falar não lhes apaga os pensamentos. Só magoa.  

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Figuras ridículas na cegueira de uma obsessão

Já aqui se falou deste assunto mas está na altura de voltar a falar.
FUTEBOL e a selecção. Que paranóia é esta??

O que é que leva as pessoas a irem para a TV fazer figuras patéticas por causa disto?
OK, é altura de jogar a selecção mas é apenas um bom momento num desporto. Muitos outros passam pelo mesmo. O alarido é desproporcional e ridículo. E porquê quer isso dizer que têm de se transformar os portugueses em idiotas balbuciantes, cantantes e pulantes?

Lamentei não ter gravado no passado as figuras PATÉTICAS dos nossos pseudo-famosos a apoiar a selecção. Hoje carreguei no botão para apanhar uns cromozinhos para a posterioridade. A sério que acho tudo isto RIDÍCULO. Volto a dizer que deviam aplicar esta energia para contrariar a crise. Afinal, quem vai jogar são os jogadores, o povo fica na bancada! E o dinheiro que se gasta nestas m*rd@s?? E o aproveitamento comercial? Até BATATAS FRITAS estão a ser alvo de anúncio televisivo à pala do futebol e de uma personagem de uma novela... é nojento.

Usam até as crianças neste que é o DIA delas para falar de jogos de futebol... blhac!

Que opinião têm disto?

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Puppy Love

Lembram-se da primeira vez?
Do primeiro amor?


A entrada na adolescência é a fase embrionária de todo um rol de emoções novas. Quando ainda somos crianças, de 8, 10, 12 anos e vemos nascer uma atracção emocional por alguém, que é diferente de outras emoções alguma vez sentidas, chama-se a isso puppy-love.
Ou seja: é um amor inocente e casto, porém diferente daquele que até então havíamos sentido no nosso já "longo" tempo de vida na Terra. É aquele que vai abrir caminho, pouco a pouco, para mais emoções fortes.


Neste momento tenho na família crianças que começam a despertar para o puppy-love! Como quase sempre acontece, o alvo de tanta adoração ou é um jovem cantor(a) ou ator(iz). Na minha geração os miúdos eram doidos pela Madonna, as miúdas pelo DiCaprio, eu fui um pouco diferente... Mas a verdade é que começa aqui uma nova fase na maturidade de uma pessoa. É o inicio para algo maior, uma transição importante e que precisa de ser bem gerida e discretamente acompanhada para que o indivíduo possa crescer da forma mais saudável possível. Porque com o puppy-love surge também o primeiro coração partido, a primeira tormenta... LOL! Com sorte, passa sem ferir e uma nova fase se seguirá.


Como foi o seu primeiro Puppy-Love?

Escrevo este post na esperança de ver aqui partilhada algumas boas histórias!