Mostrar mensagens com a etiqueta talento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta talento. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Dois momentos Mágicos que sempre me cativam

 Há dois momentos televisivos que não canso de ver. 
Mesmo quando penso que não os quero ver e só os coloco a tocar para "espreitar", acabo vidrada novamente em cada segundo. E lamento quando termina, em êxtase e felicidade por ter visto algo tão MARAVILHOSO. 

Partilho com vocês esses dois momentos que, para mim, o tempo não apaga. Serão sempre mágicos! 






quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

Talento versus Persistência - o que é mais benéfico?

 

O Talento significa que o teu trabalho é de alta qualidade. 
O Talento quase sempre implica que muitos vão te invejar, desejar e fazer-te mal. 

A Persistência faz com que até os menos talentosos cheguem longe e atinjam a estratosfera do sucesso. 

O que vale mais?

No meu ponto de vista, a persistência. O Talento há que o esconder muito bem, porque será alvo de inveja de muitos e uma espécie de "fonte para ser explorada" por interesseiros, que vão enriquecer às custas do talento alheio. Só mostrar talento quando necessário. Não deixe os ambiciosos não talentosos tirarem proveito de algo que não têm e vencerem, por serem persistentes.



quinta-feira, 13 de julho de 2023

Saber contar uma história de forma extraordinária!

 Esta rapariga tem uma capacidade extraordinária para contar uma história. 

Consegue manter o interesse, fala como se estivessemos a ler um livro. Daqueles em que o autor teve anos a escrever, a certificar-se que incutia o sentimento, pensamento e personalidade certas aos seus personagens, descrevia bem o ambiente, o que vestem, o que pensam...

Ela faz isto tudo, aparentemente, sem guião!

Oiçam a história. É sobre o método usado para assassinar o irmão do ditador da Coreia do Norte. 



sábado, 12 de setembro de 2020

Humor e música clássica para Sábado (2set Violin)


Tenho andado viciada num canal do Youtube chamado 2 SET violin
Espreitem se tiverem curiosidade. Acho que não vão arrepender-se. 

As reacções genuínas dos dois youtubers tornam, no meu entender, o canal tão popular. 
Mas o que é o 2set violin?


São dois rapazes australianos, músicos, que tocam violino clássico. De música entendem eles. Então assistir às reacções que têm a respeito do "America's got Talent", por exemplo, é fantástico. Têm humor, são inteligentes mas, essencialmente, são eles mesmos, simples, genuínos e humildes. Sentem amor pela música clássica e ouvi-los falar do seu metier é uma lição de aprendizagem.

Fiquei a conhecer muito sobre o instrumento que tocam - violino, só de os ouvir. Detalhes sobre o arco, as cordas, a afinação, todo o processo de cuidar do instrumento como se fosse uma relíquia. O que muitas vezes é. Aos realmente bons violinistas, aos excepcionais, é-lhes permitido tocar em violinos raros e valiosos, como um Stradivarius, Guarneri ou um Amati. Apenas custam módicas quantias de milhões.


Torna-se um prazer assistir aos vídeos deles e às suas reacções. Eles também vendem roupa que desenham, dizem que sempre sentiram falta de algo que identificasse os músicos. Pois se existe Adidas para os desportistas, linhas de roupa específica etc, porque não têm os músicos clássicos algo semelhante?


Achei brilhante. 

Ling Ling 40 horas!

Não entenderam? Têm de espreitar o canal deles para entenderem. Está cheio de memes e esta expressão é uma delas.

Brett Yang e Eddy Cheng são a prova de que os "nerds" (intelectuais) nunca estiveram tão na moda. Eles são para a música clássica o que um Bill Gates foi para a informática: introduzindo aos "comuns mortais" segredos da sua arte. Graças a esta era de redes sociais em que vivemos o humor de pessoas que dedicaram a vida a uma profissão pouco popular dá-se a conhecer. 


Como músicos de violino com vinte anos de prática, eles sabem que já atingiram o pico e não chegaram ao patamar máximo. Outros, mais jovens, com potencial ainda por explorar, têm de tomar o lugar dos que já não vão progredir mais. Transformaram então o seu amor por música, a experiência e o conhecimento num canal de youtube divertido, conseguindo uma nova forma de continuar a viver em torno daquilo que gostam. 

Como profissionais, reconhecem talento e banham-se em satisfação diante dele. A reacção deles diante de um colega que toca excepcionalmente é sempre de admiração e elogio. 



Fazem os seus roasts (descascar em alguém) com respeito. Tenho de dizer que concordo com tudo o que eles pensam deste tipo de programa que se segue. Vejam e divirtam-se.

 


  



sábado, 6 de outubro de 2018

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Lidership


Quando comecei a trabalhar percebi que tinha capacidades para subir e que quem me contratou viu o mesmo e terá criado expectativas. Ainda sou um broto, tenho muito que aprender. Mas notei pela forma como me designaram tarefas que apreciam o resultado e notei que este era diferente de muitos demais a fazer o mesmo há mais tempo. 

Hoje foi dia de briefing, que incluiu também testes de conhecimentos e exercícios. Mal havia começado e a experiente formadora, que havia criado grupos de equipas, logo vaticinou que já tinha avistado o líder de cada grupo. Um destes, eu.

Porém, mais para a frente, ela também detectou que tinha de dar mais voz ao meu raciocínio porque, se tinha um, tinha de o fazer passar sem que os outros o ignorassem. Até porque fui a mais rápida a entender a questão e a oferecer a correcta solução. 


Ora, eu tenho esta característica espetacular, de ser dois em um. Tenho de «agradecer» à nossa formação escolar portuguesa por isso. 

Quando andava na escola, logo desde criança gostar de participar, de ter ideias, de me sentir entusiasmada, excitava-me o desafio de trabalhar em grupo, gostava de incluir as outras pessoas nas decisões, de puxar pelos mais tímidos, etc e tal... 

Mas o que ouvi, algumas vezes, foi que tinha de participar menos, ou dar a vez a outros, que não participavam porque não queriam, mesmo quando eu lhes estendia um «convite» recorrendo a uma qualquer natural técnica discreta e pouco intimidativa de os entusiasmar. Quando já era adulta, fez-se um grupo de trabalho e quando estava entusiasmada a dar ideias, disseram-me que tinha o hábito de querer «tomar o comando» e fazer tudo sozinha, quando, na realidade, o que sabia era expor ideias, que na altura tinha boas e em quantidade. 

Agora estou demasiado cansada para especificar melhor, mas recordo-me bem de dois momentos distintos durante o período escolar em que me senti «coagida» a não ser ativa e a passar a co-adjuvante. 

Tive de aprender a «matar» um pouco de mim cá dentro, aprender a estar num grupo com uma prestação fraca, lenta, ineficaz ou preguiçosa, e aceitar isso, sem interferir muito, a sugerir ideias que, se não forem apanhadas, não se deve insistir. Aprendi a duvidar de mim mesma, a ter receio, a não querer magoar os sentimentos de ninguém por ter ideias... A escola ensinou-me a apatia

Sempre fui uma pessoa reservada, mas no fundo também era comunicativa e conseguia combater o meu lado introvertido participando activamente na escola. Era quando a minha criatividade falava mais alto, quando o meu intelecto precisava partilhar ideias e a alma se alimentava com isso. E foi o que me disseram para parar de fazer

E assim o lado introvertido venceu. E as pequenas «células cinzentas» foram morrendo... de sede e falta de sol.


Hoje recordei-me deste percurso por ver os seus efeitos a longo prazo. 

Talvez seja tarde demais. Eu sei que tenho potencial, ele nunca morre totalmente, existe sempre uma réstia a querer brotar, timidamente.... Sei que estou em terreno fértil e, quiçá, ávido. Mas não tenho ambição. Não aquela desenfreada, aquela que acha que o estatus é tudo, que o cargo acima e outro a seguir é a posição mais desejada e invejada e que se esse for meu sou melhor que os outros.

Há ali tantos com essa ambição, mas poucas qualidades. Que pensam que longevidade é sinónimo de direito a cargo superior, detendo uma capacidade de autoanálise pouco realista!

Nada disso me entusiasma. O entusiasmo encontro-o no trabalho, no fazer melhor, no conseguir ter ideias práticas de utilidade, o de satisfazer o cliente, o contacto com as pessoas. É isso que me motiva. Mas confesso que a semana passada, ao ver uma equipa a «arrastar o rabo» a fingir que trabalha e, ao me dar conta, que estava a trabalhar por 2 ou 3 que estavam intencionalmente na gazeta, desmotivei-me. É que, no final do mês, todos levam para casa o mesmo ordenado. A diferença é que no final do dia, eu chego a casa, caio na cama e não consigo me mexer durante 1h. A semana passada, até doente fiquei. E os que fazem gazeta nessa mesma noite têm energia para ir para os bares dançar e festejar.