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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Famili lar

É o que almejo desde pequena. 


E olhem que feliz parece estar o esquilo, no calor da sua casa.
Felicidade pode ser algo tão simples como chegar a casa, ficar à vontade e ir cozinhar algo que se goste.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

São duas


São duas raparigas que vêm ocupar os quartos que vão vagar nesta casa.
Uma já conheci e pareceu-me uma pessoa "às direitas". É uma mulher madura, passou-me a sensação de que é capaz de respeitar os outros e entende o que é viver num espaço partilhado. Pelo menos assim o espero.


A outra não vou conhecer sem ser no dia em que se mudar. É a que me deixa temerosa. É jovem e tem uma relação de amizade com uma das raparigas da casa ao lado onde tudo é grito e festa. Por vezes somente isto quer também dizer barulhenta, egoísta, faz o que quer quando bem lhe apetece. Espero que não seja um presente grego. 

Talvez porque ontem ao final do dia consegui escutar a voz e conversa da tal amiga na casa ao lado e não fiquei bem impressionada. Um quarto também vagou lá porque será que não o obteve? Mesmo entre ocasionais festas e convívios ainda se tem sossego nesta casa. Por vezes até é possível ficar umas horas com a casa só para ti. Mesmo com alguém dentro. E isso é bom, numa casa partilhada. 

Porém, há quem não perceba isso e todos os dias decida usufruir do espaço como se fosse só seu. É o que temo.

Espero ficar agradavelmente surpreendida.
O inconveniente destas novas entradas é que são pessoas com a mesma profissão. Uma que lhes permite longos periodos em casa, mais dias de folga e durante mais horas. Muito diferente dos empregos por turnos em horários diurnos e noturnos, com um ou dois dias de folga por semana. 

Esta adição pode significar que a casa deixará de ficar ocasionalmente disponível para aquele que calhar ficar de folga num dia em que mais ninguém a em.

Vamos a ver. 
Pode ser que esteja a colocar o carro à frente dos bóis mas, a verdade é que se deve pensar nestas coisas. Deixar tudo ao acaso e esperar pelo melhor não tem resultado.

Mas o que fazer se não isso?
É esperar pelo melhor!

E quando o Natal chegar, esperar que seja pacífico e tranquilo.
Sim, já estou a pensar - ou melhor - a desejar paz e sossego para esse dia, pois não vou poder ir para Portugal. Os «vizinhos», esses sei que nunca querem por os pés no seu país nativo - querem mais é a liberdade e os luxos deste por cá. Por essa razão, que todo o "barulho" que a quadra possa trazer, fique restrito àqueles muros e que neste não haja invasões.

Boa semana!
Apareçam mais vezes, actualizem vossos blogues. Espero que ande tudo bem com os mais assíduos. Não vos tenho lido mas... esqueci que entramos num periodo de férias. Se for essa a razão da ausência, tenham uns dias fantásticos e maravilhosos!

Portuguesinha



sábado, 22 de abril de 2017

Nova inquilina

Vou ter uma nova inquilina na casa. Ela vai ocupar o quarto vago pelo outro. Só a conheci hoje, pelas 10h da manhã, muito rapidamente. Altona e atraente, como quase todas as mulheres da europa de Leste são. 

Mas isso são detalhes que não me importam. O que quero é que ela seja sossegada e não faça barulho. Porque adoro o silêncio que existe nesta casa e temo - é o meu único receio - que ela seja daquelas que se fecha no quarto a falar ao telefone durante horas ou a ouvir música ou televisão com o som muito alto. Espero que não seja barulhenta por si mesma.

Mas como em tudo na vida, nunca se sabe. Pode ser que seja sossegada... Embora tenha entrado pela porta de casa já a falar alto e a dar risadas. Sabendo ela que eu tinha dito que estaria em casa a tentar dormir porque chegava do trabalho às 2h da madrugada.

Isto é um mau presságio?

É engraçado: quando as pessoas querem um quarto são todas simpáticas, aceitam tudo, nada as incomoda... O quarto é o que aqui eles chamam de um boxing room. É pequeno, cabe uma cama e pouco mais. Tanto assim é que o armário para a roupa fica no lado de fora. Mesmo em frente à porta do meu quarto. Portanto, ela para se vestir, terá de tirar a roupa do armário e abrir e fechar duas portas: a do quarto e a do armário - ambas perto da minha porta.

O que reparei é que chegou com tanta tralha que é impossível que caiba tudo naquele quartinho! E acho que as pessoas têm uma grande cara-de-pau quando dizem que não se importam que o tamanho do quarto seja reduzido, porque só cá vêm dormir e tal... ACHO QUE É CONVERSA.

Preferia ter como colega de casa uma pessoa pouco atraente fisicamente. Porquê? Porque existe uma tendência a não usarem a beleza para conquistar o que querem. E também existe uma maior possibilidade das pessoas que cá estão não se deixem encantar tão facilmente. O colega do sexo masculino já mudou de postura. Limpou a casa toda antes da chegada dela, arrumou tralha que deixava espalhada pelas áreas comuns da casa, sem se importar com os restantes que a usam. Disse-me que parecia muito simpática. O que para mim não quer dizer muito. Ás vezes a simpatia é só uma ferramenta para alcançar objectivos. Conheci tantas assim. 

Esta foi muito esperta, avançou logo com o sinal. Disse que o tamanho do quarto não lhe importava. Mas trouxe mais tralha do que aquela que lá cabe. Só de se mexer lá dentro já deve fazer um banzé, porque não tem espaço.

Eu descobri noutro dia - aqui há 2 dias - que gostava daquele quarto. E não gosto do meu - concluí.
Partilhei isso com os dois colegas cá de casa, porque é mesmo verdade. O quarto pequenino pareceu-me tão aconchegante e muito mais iluminado que o meu. O meu é frio e mesmo agora no tempo mais quente, continua gelado de noite. A luz só é mais forte de manhã, quando quero dormir. Se acordo cedo todos os dias, é porque o luz atravessa os estores e as cortinas, iluminando tudo. Sei que se colocasse uns cortinados pesados do lado de dentro, a luz bloqueava. Mas isso requer fazer uma mudança no quarto e para isso preciso da autorização da senhoria, que por vezes é de humores e pouco tolerante a novas ideias.

Ela escreveu-nos a dizer que o vizinho ia mandar vir um contentor para o lixo e como temos lixo aqui armazenado no quintal que está abandonado, ela ia pedir para o meter lá. Só que ontem voltou a escrever, dizendo que não conseguiu abrir a porta da cozinha quando cá veio (é só rodar a chave e ela abre por ela mesma) e por isso não lhe foi possível verificar a quantidade de detritos, pelo que já avisou o vizinho para não contar com nada dela.

NA REALIDADE, o que deve ter acontecido é que ela não ficou contente com o preço que teria de pagar pela METADE do uso do contentor - fosse dos pequenos ou grandes - e inventou esta desculpa para não gastar dinheiro.

Infelizmente, ela é desse género.
Se o gastar - gasta porque será outra pessoa a pagar.
É bem capaz de «depositar» os custos da remoção dos detritos nas nossas rendas. Só para economizar um centavo.

BOM,
mas com a senhoria não tenho de me preocupar por agora. Uma coisa de cada vez...
Já estou a adivinhar que o rapaz cá de casa vai desfazer-se em simpatias para a nova inquilina. Para já começou com um gesto que eu não gostei. Insistiu para que pagassemos a eletricidade para os próximos dois meses SEM a incluir nos gastos.

Aqui o que se paga não é a eletricidade que foi consumida. Como em Portugal. O que optamos por fazer é uma espécie de carregamento como nos telemóveis: depositas saldo e vai-se gastando. Depois quando termina, depositas mais. 

A eletricidade e o gás são pagos assim. Por carregamentos.
E eu achei mal que a rapariga vem para cá morar hoje e todos os banhos que tomar, todos os cozinhados que fizer, toda a eletricidade que gastar é à conta do depósito feito por mim e pelos outros. Se ela der a sua parte já de seguida só acho é bem. Mas temo que o parvo do homem insista para que não pague, forçando-me a ter de me ver na situação e estar a pagar para outra usar.

No que respeita a isso ele é um prego torcido. Quando vim para cá morar o tipo insistiu que eu tinha que dar a minha parte, MAIS metade, por ter cá ficado 5 dias sem usufruto da cozinha ou dos utensílios da casa, excepto a corrente de luz para o computador. 

Eu achei um absurdo. Podia dar algum mas metade... se não consumi nada?
Ele insistiu, insistiu... só o outro que se foi é que não concordou e então o gajo recuou. Paguei o mesmo que os outros, e não MAIS. Mas ele queria que eu pagasse e ficou chateado - mas disse que não ligava a dinheiro. Primeiro, disse-me que a decisão era de TODOS NA CASA. Mas era só dele, porque os outros nem sequer sabiam da situação. Eu ainda não tinha emprego e estava a ter despesas brutais, pagas em euros. Tive de pagar 3 meses de renda em adiantado e deixar um depósito de 600 libras - que a senhoria ainda guarda para ela. E ele estava a querer «chular-me» mais, como que se me quisesse punir. 

Agora, se ele se revoltou por 5 dias de uso de corrente eletrica paga por eles, como é que eu me vou sentir por DOIS MESES de uso de TUDO sem restrições, a serem pagos por mim??

Mas eu entendi logo que ele tinha regressado àquela sua forma de ser e encontrou nisto uma forma de me punir - como foi sempre o seu intento.

Eu e a outra rapariga já tivemos muitos problemas com ele. E como ele tinha problemas com o outro tipo, e depois com ela, que lhe respondeu não gostar dele, o que ele fez foi "aligeirar" a sua atitude comigo e tentar ser simpático. O que conseguiu. Porque é muito chato viver numa casa com mais 3 pessoas e nenhuma gostar de falar contigo! E era o que lhe ia acontecer. Ao menos uma pessoa ele tinha de conquistar... E como eu não queria estar de mal com ninguém, falei-lhe sempre bem, mas sem querer muita intimidade.

Mas ele é de humores e de mudanças súbitas. Amanhã pode voltar a torturar-me, como começou de início. Ele é do tipo de mói a cabeça da pessoa cada vez que se cruza com ela. Põe defeitos em tudo, acusa-te de fazer tudo mal, de seres responsável por tudo o que não está bem... Mas acha-se uma pessoa muito compreensiva e tolerante, com capacidades fenomenais para interagir com as outras. E por isso decidiu tirar um diploma em psicologia - o que me disse ter concluído recentemente.

Coitados daqueles que se cruzarem com a sua psicologia...

(mais novidades para depois, que agora tenho de me apressar. Working time!)




segunda-feira, 3 de abril de 2017


Despertei tarde. E o meu pensamento imediatamente «voou» para o que decidi ontem e o que é viver nesta casa.

Primeiro as actualizações: Dois dias depois de ter ficado triste por ter perdido um bom quarto, barato, numa casa agradável mas menos bem localizada, soube por um email da senhoria que o indivíduo vai sair desta casa. 



A minha necessidade de mudar o quanto antes ficou assim alterada. Se ele vai sair, daqui a sensivelmente 15 dias, então eu poderei ficar. Como havia perdido o tal quarto e mais nada estava a aparecer, comecei a ponderar permanecer aqui, onde, pelo menos, já sei com o que contar.

É então que o telefone toca.
É o senhorio da tal casa. Disse-me que tem um outro quarto a ficar livre. Ainda não o havia publicitado, preferiu dar-me a possibilidade de escolha. Então ontem lá fui, visitar novamente a casa, para conhecer o «outro» quarto. Gostei. Quarto tão amplo quanto aquele que tenho agora. Mas ainda mais aconchegante. 




Mais uma vez só o senhorio pareceu estar em casa. Um Domingo e não dei conta da presença de mais ninguém. A rapariga que ficou com o quarto sobre o qual supostamente eu tinha prioridade, fiquei a saber que se muda hoje e é espanhola. Pareceu-me possível viver numa casa harmoniosa, com inquilinos que começam, quase todos, ao mesmo tempo a habitar o espaço. Assim nenhum se acha com «mais direitos» que outros. Tudo pareceu bom. Com excepções. 

Para lá chegar demorei sensivelmente 17 minutos a mais do tempo que imaginei. A «curta» caminhada senti-a longa. Cansei-me um pouco, devido à rua ser a subir e o sol estar forte. Se o meu trabalho não exigisse de mim um esforço físico que me cansa o corpo, tudo bem. Mas imaginei-me exausta a tentar chegar a casa o quanto antes e ter pela frente aquela caminhada. 

As lojas locais - das quais não detectei nenhuma útil, estavam fechadas. E a caminhada da paragem de autocarro até casa, mais longa e cansativa que a caminhada pelo atalho que vai dar ao centro da cidade. Ora, no centro já vivo eu. Se tiver que caminhar do centro para a casa pelo atalho todos os dias, o que implica ainda atravessar uma passagem aérea, se calhar mais vale ficar onde estou. Quando faço noites e saio de madrugada, como foi o caso de ontem/hoje, será seguro aquele percurso nocturno? 

Optei então por dizer que não queria ficar com o quarto. 

A localização é a principal razão de me querer manter onde estou. Ou se calhar a segunda, porque o facto de já estar acomodada pode ser a primeira. 


Eram cerca de 9.30 am quando acordei. Com barulhos do indivíduo que vai sair e todos os dias anda a tirar objectos aos poucos. A claridade imensa que entra pelas frechas dos estores e cortinados também tornam difícil o regresso ao sono. Por isso o meu primeiro despertar foi matinal, não tardio. É então que oiço um bater à porta. Como por vezes é na porta ao lado que se dá o toque, fiquei na dúvida. Levantei-me e espreitei à janela, mas nada vi. Porque as janelas de baía e o alpendre tiram a visibilidade e omitem a presença de qualquer um. Ao invés das pessoas darem a volta e sairem pelo portão, passam de alpendre em alpendre.

Bateram então nesta porta. Voltei a levantar-me para ir abrir mas a rapariga que dorme no quarto de baixo chegou lá primeiro. Fiquei a tentar perceber se a encomenda era para mim. Quando fecham a porta ao carteiro e vejo que ela deixa a encomenda, como é hábito, no móvel da entrada. Se fosse para mim, geralmente ela poderia dizer: "É para ti". Mas ao invés disso apressou-se a entrar no quarto, evitando qualquer contacto ou interacção.

E voltei a lembrar-me da outra casa.
Fiz uma opção. Que espero ter sido a correta. Tenho uma intuição que me diz que sim, fiz a melhor escolha. Foi então que decidi vir aqui contar as novidades e deparo-me com o comentário da Tuga em Londres - um blogue interessante que me fez uma visitinha. E diz ela: 

«De qq forma, devo dizer que isso de não teres ficado com esse quarto parece do melhor. Não confio nada em casas onde é o senhorio a mostrar a casa em vez dos flatmates porque isso significa que vais estar num ambiente em que cada um arrenda o seu quarto e passa a maior parte do tempo no quarto fechado evitando viver em comunidade com os outros flatmates. Esse é um ambiente muito estranho e totalmente desaconselho-o». 
Ora, a minha realidade é mesmo essa. Vivo numa casa onde os outros inquilinos passam a maior parte do tempo fechados no quarto evitando viver em comunidade com os outros flatmates. Se não era isso que pretendia ou imaginei ao vir visitar a casa - que me foi mostrada pelos flatmates por insistência da senhoria - essa tornou-se a realidade pouco depois de começar a morar aqui. Eu mesma praticamente fui forçada a agir assim após o que aconteceu antes do Natal. Estava nos meus planos sugerir fazermos um jantar colectivo. Até me enviaram o bacalhau de Portugal... Comprei decorações natalícias com o intuito de trazer para o lar um pouco da harmonia e espírito natalício. A realidade é que as decorações foram ignoradas assim como o email personalizado com desejos de feliz natal. 

A partir daí segui as «regras da casa».


Mas lamento que assim seja com a rapariga do andar de baixo. Porque com ela consegui ter conversas sem estarem relacionadas com a casa em si e falamos por muito tempo, naturalmente. Mas ela lá tomou a decisão de que não querer mais envolver-se com nenhum outro flatmate, sensação decerto reforçada pelo apreço que tem em viver na parte de baixo da casa. Diz ela que gosta muito mais, por não estar no meio da «confusão» (dos outros dois rapazes) e por ter mais liberdade de entrar, sair, trazer pessoas para casa, sem que isso dê muito nas vistas - já que todos costumam estar no andar de cima, nos quartos. 


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O que vocês fazem quando chegam a casa cansados?


Desloco-me pela cidade em transportes públicos. De autocarro.

Não sei se todos sabem mas um autocarro é um veículo muito ruidoso. Além disso vai cheio de pessoas a falar, umas mais alto que outras, muitas ao telemóvel e por isso aumentam logo os decibéis da conversa e algumas também não têm muito respeito pelos restantes e decidem por o telemóvel a tocar música. Batidas, sei, lá, uma coisa que só incomoda, já que um telemóvel não é um bom aparelho para reproduzir som musical. 

Quem anda de transportes públicos tem de aguardar a chegada destes nas paragens. Estas ficam à beira da estrada, o que também não é um local de pouco ruido. Normalmente, tenho de apanhar três veículos. Nunca dá só um. Não, isso há anos que não acontece! A redução das carreiras e dos percursos fez questão disso. Alguns que fazia de autocarro passei até a fazer a pé, quando tenho mais tempo e disposição para tal. E eu já andava muito a pé! Não precisava de um incentivo extra por parte da Carris. 

Os cartazes a que o Bloco já nos habituou neste ponto da cidade

Hoje, por exemplo, demorou ao autocarro 12 minutos a percorrer a distância do Cais do Sodré até Corpo Santo. Tivesse optado por descer e fazer o percurso a pé e teria lá chegado 3 vezes mais rápido. Mas uma pessoa não adivinha que vai perder tanto tempo e outros transportes porque os semáforos e o trânsito assim como todos os outros autocarros que partem daquele ponto, só fazem é encrecar a circulação. 


Então espera-se. Entre tubos de escape, buzinadelas, os pavorosos Tuc-Tuc e veículos de transporte coletivo de passageiros até mais não! Espera-se 10, 15, 20 minutos. Chega o veículo pretendido, começa tudo de novo.


Quando estou finalmente a sair do autocarro, apraz-me deixar todo aquele ruído atrás das costas. Apraz-me embrenhar-me no silêncio do «mato», da mancha urbana não acessível à circulação motora. 

E quando chego a casa e quero descansar, sou incapaz de ligar a televisão ou de colocar música a tocar. Tudo isso é ruído. Insuportável ruído. A minha cabeça precisa e adora uns bons minutos de puro silêncio. E quando ele está disponível, é tão bom!!


E vocês? Quando chegam a casa, têm o hábito de ligar a televisão ou a rádio?