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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Mayday - Desastres aéreos

É estranho que eu veja no canal National Geographic o programa Mayday, sobre a investigação de acidentes aéreos e deseje sempre que todos sobrevivam?

Vejo o programa desde que estreou, em 2003. Em 15 anos "Mayday", que inicialmente gravei em VHS, ainda está no ar. Sabem o que isso significa? Que não lhes falta material para fazer novos episódios!

Essa ideia é assustadora. Pensar que existem acidentes de aviação suficientes a nível mundial para manter um programa televisivo no ar durante quase duas décadas.  

Tirando esta realidade, gosto bastante de ver o programa, porque relata todo o processo de investigação do acidente, difícil, morosa, envolvendo muitos peritos, todos empenhados em descobrir as causas para que não se repita a tragédia. Poderiam ter sido evitadas? O que as causou?

Cada caso é um caso e o programa recria as condições, de forma a explicar os procedimentos que conduziram ao acidente. Por vezes existem sobreviventes e o mais espantoso é quando os problemas com a aeronave e as demais circunstâncias parecem indicar que isso é altamente improvável. Mas cada vez que o programa chega à parte que mostra os problemas a começar e os comentadores dizem que faltam cinco segundos para o embate, estou sempre a desejar que ninguém se magoe e todos sobrevivam.  

Um dos que mais me impressionou continua a ser este. 


Bem, estou prestes a entrar num avião rumo a outro destino. 
Talvez este não seja o tema mais apropriado para agendar na véspera de uma viagem de avião. Ahah.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Supermercado onde criança NÃO ENTRA


Vocês achariam bem se alguém estipulasse que supermercados/hipermercados não são lugares para se levarem crianças?

Olhem, eu acabei de constatar que a ideia agrada-me e faz sentido.
E por isso decidi vir aqui fazer o post.

As minhas razões prendem-se com o que vejo: as crianças saltam por todo o lado, não param quietas. Desde que cheguei ao UK irritam-me mais os adultos nos supermercados do que as crianças. Mas aqui todos transportam crianças e bebés de colo por toda a parte. Bloqueando um corredor inteiro sem estranharem.

O UK só tem bad people
O Reino Unido não aprendeu esta regra.
Os supermercados só têm gente que não a conhece!


desisti de frequentar o supermercado que tem os produtos que mais gosto por causa de não conseguir circular direto. As pessoas param no meio dos corredores para falar, mantendo uma certa distância umas das outras, as crianças brincam com os carros, fazem cambalhotas, dançam, saltam soltas à frente do teu carrinho...

Os que usam as cadeiras electrónicas pensam mesmo
que todos têm de se desviar do seu caminho.

Hoje virei para um corredor e como sempre, espreito antes para ver se posso ir à vontade na direcção que tomei. Estavam duas crianças, uma do lado esquerdo outra ao centro a saltitar e uma mulher que presumi ser a mãe, à direita do corredor, parada a olhar produtos e estava mais perto de mim que as crianças. Então decidi avançar com o carrinho de compras pelo espaço entre a pessoa que estava parada, pois as crianças estavam a saltitar. E nesse instante tão rápido em que avanço com o carrinho, a mulher gira no seu eixo e embate no carrinho. Peço-lhe muita desculpa, senti que se magoou com a roda do carro. Quando já a tinha passado ela diz-me que eu devia ter mais cuidado porque estava a olhar para a esquerda. Ao que lhe respondi que ela é que virou subitamente, lamentei que se tivesse magoado mas tinha visto as crianças e não tinha tido alternativa de passagem.


E é assim: aqui as pessoas não têm a mesma noção de educação pedonal que nós temos em Portugal. Mesmo nos passeios, são capazes de mudar de direcção e vir contra ti ao invés de se desviarem para os cantos para permitir a boa circulação dos transeuntes. Nos supermercados onde estão é onde param. Não encostam o carrinho a um canto como nós fazemos. E são capazes de vir três a avançar na tua direcção, uns ao lado dos outros ocupando todo o corredor, sem um ao menos se meter em fila indiana para que o que vem na direcção oposta possa passar.



É um stress e as pessoas ainda mandam bocas se quiseres andar com o teu carrinho a um ritmo normal. Uma mulher disse ao amigo que haviam "corridas" só porque a ultrapassei após estar uns bons segundos a andar passo-a-passo atrás dela. Não creio que seja «correr» tentar andar a um ritmo normal!



E pronto.
Se calhar sou eu que sou uma azelha...
Mas em Portugal isto acontecia-me menos vezes. Vejo pessoas a desviarem-se quando esticas um braço para alcançar um produto. Vejo empregados a sair do meio do caminho... Aqui bem que podes esperar que se desviem. Eles metem-se mais no caminho e deixam os carrinhos com o stock no meio dos corredores. Um horror.

Há saída da caixa, puxava eu o meu carrinho com compras em linha reta pelo percurso desempedido, quando um casal com o seu carrinho parado começa a empurrá-lo horizontalmente para o centro do corredor. Aí tive de dizer: "Cuidado à esquerda!". Porque eles não se apercebem que ali é uma zona de circulação e não devem bloqueá-la!!



quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Coisas soltas de Dezembro incidentes, acidentes e vontades



Cai das escadas. O traseiro fez o restante percurso pelos três degraus. Posso dizer que sempre admirei o derriére por me passar aquela segurança de que estava ali para me proteger de me magoar a sério. E foi o que ele fez, abençoado. Não bati com a cabeça, nem com a coluna, só com o traseirinho. Doeu? Oh, yeah! Doi mesmo. Mas já se passaram umas 2 semanas e começo a conseguir regressar a certas posições que antes me eram mais difíceis. 

Nota mental: não abusar da sorte. O que ele fez desta vez valeu por muitas!




O Espírito Natalício começa a invadir-me as veias. Uma vontade incontrolável de decorar a entrada da casa com luzes coloridas a piscar, um pinheiro e meter quatro meias para os presentinhos invadiu-me o dia inteiro. Amanhã bem cedo vou tratar de dar azo a esta minha vontade ehehe. Quando tem de ser, tem de ser.

Depois mostro fotos!