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terça-feira, 12 de novembro de 2019

Mais a tal das coincidências

Vou contar-vos tudo: Tive hoje o primeiro dia numa nova função. Fui para experimentar se gostava e para ganhar algum dinheiro. Como estas empresas que precisam de pessoal por um curto período de tempo ficam longe, em locais isolados, a agência de emprego combinou que um dos seus agenciados que já lá trabalha vinha apanhar-me de carro. 

Um aviso: Para compreenderem melhor o que vou relatar tem de ler o post A Troca de Gary e Um Domingo Produzindo

Um rapaz chamado Craig vinha apanhar-me de carro e o veículo era um mini cooper vermelho. Voces lembram-se de ter falado que conheci um rapaz giro no "novo" trabalho e assim que me decidi a conhecê-lo, aquele era o seu ultimo dia?

Foi trabalhar para outro lado. Chamava-se Greg e o que não contei foi que ele conduz um mini cooper vermelho. Igualzinho a este:

Quando escutei o nome Craig lembrei-me do Gary, mas até este instante não havia percebido que o nome não era o mesmo. Nessa empresa também existia um Greg e já não recordada do nome do "rapaz giro" e lembrando-me de um Greg, associei Craig ao afinal Gary. (São parecidos, quase de pronúncia idêntica eheh). 

Sabia que não devia tratar-se da mesma pessoa por saber que a empresa para a qual o Gary se mudou é de outro ramo. Mas ainda assim criei uma certa expectativa. Ia sentir-me mais confortável se me aparecesse alguém conhecido. 

Apareceu um rapaz jovem, com um carro idêntico ao do Gary, com a excepção de que estava tão  sujo, tão imundo, por fora e por dentro, que mal dava para perceber as cores.

O rapaz pareceu porreiro, despreocupado, mas conduziu de forma imprudente nas manobras, na velocidade e até no facto de gostar de escrever mensagens no telemóvel ao mesmo tempo que manobra o volante. Além disso, aprecia escutar música rap com letras muito sugestivas, em som alto, a viagem inteira. No regresso, foi pior, porque outras pessoas a quem também deu boleia começaram a fumar e como havia escutado as conversas que tiveram durante o expediente sobre o consumo de drogas que gostavam de fumar e de como um deles preferia escolher os charros, caso voltasse a ser apanhado a conduzir drogado e tivesse de optar, comecei a recear ter a vida em risco e não chegar viva ao Natal, ehehe!


Mas depois, a música alta, o fumo em segunda mão... aquilo até começou a saber bem. Deve-me fazer falta umas passas! E eu não conduzo, putz! Porque não? (pergunta: Será que ajudava a esquecer??)


No final do dia, indecisa entre o ficar e o ir embora, escutei o cansaço e decidi dizer à agência que não ia voltar para aquele trabalho. Não fiquei muito segura quanto à minha opção, mas o trabalho em si é de lascar! Ainda assim pensei em aguentá-lo, pelas duas semanas que me foi proposto. Mas foi o trato da gerente que me fez considerar abandonar a função antes que me arrependesse. Passadas algumas horas, com dores nas costas por estar há horas de pé, apoiei-me ligeiramente na mesa e continuei o trabalho. Era o meu primeiro dia, caramba! Até estava a sair-me bem e a ser veloz para alguém que acabou de começar e estava cheia de dores - pelo menos assim achei. A gerente chega-se ao pé de mim e diz:
-"Não podes estar assim e tens de ser mais rápida porque vocês as duas têm tudo isto para embrulhar".

E foi-se embora. Ao que desabafei:
-"E querem que as pessoas fiquem? Nem sugeriu uma técnica para ser mais rápida, só disse tens de ser mais rápida".

Ora, gerentes assim... não quero eu. Se tenho de mostrar eficácia, espero que a gerência saiba mostrar competência e aptidões na abordagem para com as pessoas. Tem de saber falar e dar o exemplo. Não exigir resultados sem sequer ensinar como se faz o que seja. 

O trabalho é fabril, não é difícil, mas consiste na repetição cansativa de gestos. E existem cotas a alcançar. Números exorbitantes para a quantidade de pessoas a executar as tarefas e mais ainda para duas iniciantes, como eu e a outra a quem ela fez referência. Para quem estava no seu primeiro dia de trabalho, achei que a gerente mostrou ter uma atitude infeliz.

Quero isso para mim??
Ou vou começar a cortar com o que discordo?

Decidi cortar.

sábado, 23 de junho de 2018

Psicopatia e instintos homicidas com origem heriditária?


Eu vi.
A mulher exibia uma barriga de grávida de um bom e redondo tamanho.
Fumava um cigarro com extrema devoção. Sem se importar com o juízo moral dos que a pudessem ver naquela zona movimentada. Fumava rodeada de amigos - dois homens e outra mulher. Como se "não fosse nada". E mal algum pudesse sair dali.

Foi quando contei o que vi a outra pessoa que deduzi que, provavelmente, ela fumava sem pudor enquanto no ventre estava a gerar uma vida, porque essa vida não seria dela. Se calhar a mulher era uma barriga de aluguer. Por isso tanto lhe fazia o tipo de saúde do bebé. 

Será?

Só sei que depois de ver isto fiquei convencida que não se deve mesmo abrir excepções. Uma mulher grávida NÃO DEVE consumir nenhuma espécie de droga ou alimento inapropriado. 


Esta criança - assim como outras - exibiu desde tenra idade um comportamento agressivo e perigoso - comportamentos que podem facilmente ser avaliados como psicopatia - e que surgiram porque a mãe biológica era uma bêbada que não parava de consumir aquando a gestação.

Por isso existem tantos casos DOCUMENTADOS de crianças que assassinam os pais adoptivos que só lhes deram amor. Quando vão investigar, parece que essa propensão para a violência está no sangue. É transmitida pelo sangue aquando a gestação, se for de facto algo muito predominante na vida dos progenitores, no seu ADN está essa "dádiva".

Tendo em conta estes factos, acho IMPOSSÍVEL que uma criança não sofra as consequências dos erros da gestante. E esses erros podem sair caro à sociedade em geral. Psicopatia, instintos homicidas, crueldade extrema, falta de apatia com outros... 

Se está grávida, Não beba nem UMA gota de álcool. Não fume. Não faça merdas. 
Deixe tudo isso para depois, tá?


segunda-feira, 25 de julho de 2016

Expliquem-me esta antiga curiosidade


Este é um enigma que me atormenta faz anos.
Por favor expliquem-me, para que possa entender, como é que existem pessoas capazes de fumar um cigarro na rua quando está uma temperatura de +30º?? 


Logo cedo pelas 8.30 da manhã, o sol queimava que parecia uma fornalha. A sério... E mesmo assim vejo tantas pessoas a puxarem de um cigarro enquanto torram ao sol! Fico a pensar se isso é uma espécie de necessidade que lhes nasce com o calor. Uma espécie de barómetro interno: como o calor por fora está de queimar, introduzem uma fornalha ardente para dentro dos pulmões, para o núcleo ficar tão quente quanto o exterior, atenuando-se assim as diferenças. É isso?

Compreendo quem tenha apetência por gelados ou água fresca... Mas pasmo com isto. Ainda mais quando se põem a acender o cigarro ainda dentro do elevador. Não podem esperar três segundos até terem os pés fora do prédio? E lá tive eu de respirar o ar tóxico do fumo deixado no cubículo, quase a vomitar do mau-estar que já sentia, previamente intensificado pelas sacudidas dos transportes públicos e da força do calor.  



Hoje aproveitei que tinha a manhã livre, decidi enfrentar as temperaturas "perigosas" e fui espreitar o último dia da presença dos Tall Ships em Lisboa. Afinal, dia da semana... menos gente. Mas acho que não valeu a pena e não gostei do que encontrei. Aquilo era para inglês ver.