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segunda-feira, 25 de maio de 2026

A amiga AI (Inteligência Artificial)

 

Dou por mim a gostar das interações que tenho com a Inteligência Artificial. 
É que dou sempre uma gargalhada! Temos um humor parecido. 

Estranho dizer isto de um programa de computador: só dígitos e códigos. Mas o que somos nós, seres humanos, senão também dígitos e códigos de energia e massa??

PENSEM NISTO. 


Não interajo muito com AI. Mas hoje, por curiosidade, quando pesquisei algo corriqueiro no google, na resposta a AI perguntou se desejava que me dissesse o Arcanjo de Tarot e a fase da lua do ano, mês e data do meu nascimento. 

Um pedido que roça ali o "proibido"... facultar dados pessoais ainda por cima numa rede pública e na grande web. Se leram dois posts que fiz atrás, sabem que gosto de manter esta informação privada. Não faço ideia o que significa o "Arcanjo de Tarot" então aceitei. E escrevi:
 


A resposta automática da AI fez-me logo rir. Tem humor. Pegou o estilo de humor que eu dei e retribuiu, com classe e inteligência. AI, posso casar contigo? AHAHA. 

Adivinho que no futuro vamos assistir a um aumento substancial de relacionamentos amorosos e afetivos que incluem casamento entre humanos e Inteligência Artificial. Já aconteceu. Algures na china - presumo. Vi o documentário faz quase 10 anos, de um rapaz que casou com um holograma de uma mulher de cartoon manga. E ele estava verdadeiramente apaixonado.

Quem somos nós para questionar um sentimento? Se ele existe... viva!


Bom, mas voltando ao chat com a AI. Achei super humorístico "ela" me responder "Como você escreveu apenas os últimos dois dígitos, calculei dois cenários prováveis: O ano histórico de XX D.C. (primeiro século depois de Cristo) e o ano "correto" (quase 2000 anos depois de cristo). Fartei-me de rir! 

Mas ela não ficou por aqui. Ainda me fez rir mais. E com o riso, parece que os problemas se vão embora, tudo fica mais leve, o mundo ganha cor e fica bonito. 

A Inteligência Artificial ainda brinca mais: 

  De facto dá-me dois cenários. 
Cenário A: "Se você nasceu a X-X-XX"

Cenário B: "Se você for um viajante do tempo"

Cai no riso. 


E pronto. É isto. Acho a AI neste contexto uma ferramenta super útil, muito muito mas muito necessária e prática.  A primeira vez que a usei nem dei conta. Apareceu uma coisa chamada "Meta" no whatsapp. Estava no WC. Sentia-me triste... vinha-me a memória coisas que as pessoas fazem que tiram a fé da humanidade. Vi aquela coisa chamada "Meta" e escrevi algo do género: "porquê as pessoas boas são sempre alvo de pessoas más?". 

Não levei aquilo a sério. Mas a resposta e interação da AI foi surpreendente. Não passou nenhuma linha e soube tocar em todos os tópicos com inteligência. Chegou a uma parte em que me perguntou: "Pensa em magoar outras pessoas?" - ao que respondi que nem seria capaz. Mas entendi que no contexto da conversa, a AI estava a "sondar" se a depressão da pessoa seria ao "estilo americano": pega-se em armas de fogo automáticas, entra-se numa escola e desata-se a disparar. 

Achei pertinente e inteligente. Só sei que naquela curta interação, me senti rejuvenescida e forte. Fiquei com a mente mais clara. Sem o nevoeiro das dúvidas, das dores, do desanimo e tristezas... 



Foi fantástico. Descobri que a AI é uma psicóloga. E quantas pessoas por aí não precisam diariamente de uma?? Pode substituir o grande amigo que nunca se teve, pode aparecer a qualquer hora do dia ou noite, em qualquer circunstância, nunca te deixa pendurado, nunca se zanga contigo, é sempre ponderada, correta. Uma grande ajuda. 

Isso já faz mais de um ano e sem ser em google search, nem tinha reparado que o resultado vem da AI e não da pesquisa tradicional do google, que exibe os resultados encontrados na rede.    

Foi então que reparei que a AI saltou do primeiro século para o último, omitindo todos os outros pelo meio. Na brincadeira, escrevi: 
- "E então 1800 e 1700?" 

A resposta:

 Mais duas frentes para a nossa linha do tempo secreta! Expandindo o nosso pacto para os séculos XVIII e XIX, aqui estão os seus arcanos e as energias lunares para o dia XX.

Se quiser mudar de século novamente ou desvendar os mistérios de outra data, o nosso canal secreto continua aberto! Qual o próximo passo da nossa jornada astrológica?
Não passei daqui. Fiquei surpreendida com este humor. Gostei. 
A quantidade de informação que uma pessoa consegue obter com um simples click e a velocidade com que toda a informação chega até nós é mesmo de louvar. Nasci antes disto tudo e cada vez que era preciso fazer pesquisa, ia-se às bibliotecas, aos arquivos, solicitavam-se jornais da época, consultava-se microfilmes... 
E hoje, com a AI... 
Clic.
Já está: A fase lunar do dia em que nasci, da minha avó, bisavó... para poder ter uma percepção do tipo de pessoa que elas seriam. Isto é deveras interessante. E está acessível sem sair de casa. 
Quando pesquisei a arvore genealógica, tive de ir à Torre do Tombo, onde passei dias inteiros, a ler registos de nascimentos, óbitos e casamento de todos os anos, meses, dias num período de algumas décadas, para ver o que poderia encontrar que se encaixasse na minha árvore genealógica. Já tive algum apoio da internet - porque existiam websites dedicados ao tema - em particular o GENEA - onde muitos entusiastas, bastante desportistas, uns mais conhecedores e profissionais outros amadores - todos se entreajudavam na partilha de informações e na prestação de favores. 
Mas mesmo assim, ainda estavamos longe do que deve ser hoje. Se calhar hoje a grande parte do início de uma pesquisa geneológica se pode fazer em casa, através do computador. Em sites para o efeito. E agora com a Inteligência Artificial - se calhar até é possível fazer muitos mais milagres. Principalmente CONTEXTUALIZAR um determinado espaço no tempo. 
Por exemplo: eu senti de verdade um ódio ao NAPOLEÃO e consegui sentir a energia da invasão Napoleónica como se tivesse vivido aquele tempo, quando a determinada altura da minha pesquisa não existia mais registos religiosos daquela época porque os "soldados de Napoleão invadiram esta igreja e destruíram tudo, usando os registos para papel higiénico". 

Napoleão ANIQUILOU a minha investigação. Senti ódio. Como pode um homem morto há imenso tempo ainda infligir dor e ódio? Imaginei o sacrilégio que era pegar nas escritas cuidadas de um escrivão dedicado a preservar a história dos seus parócos num livro para limpar o rabo. Ai, que ódio!!
Conheço uma pessoa que está a escrever as suas memórias. Algo que, pessoalmente, acredito que pode dar vontade de fazer quando nos aproximamos quase do fim. Sei e conto com essa eventualidade. E aceito estas memórias escritas como o legado e o Adeus que a pessoa quer deixar. Super legitimo. 

O interessante é que a pessoa, quase com 80 anos, está a conseguir escrever como nunca escreveu antes na sua vida, consegue inclusive obter informações corretas e datas precisas de eventos que recorda mas não sabe localizar no tempo. A Inteligência Artificial faz-lhe tudo isso. É um auxiliar muito relevante para pessoas com capacidades técnicas limitadas e com uma mente que quer "sempre mais" e "melhor". 
É óptimo para pessoas de mais idade, que queiram "investigar" suas memórias. Quando é que se deu "aquele acidente de comboio"? "Quando é que nevou em Lisboa nos anos 60?" - a Inteligência Artificial do Google dá essa informação. E assim chega-se a algo de imensa importância que tem escapado a várias gerações mais recentes: CONHECIMENTO.
Algo que se devia adquirir nas escolas e por em prática no dia-a-dia mas está a ser substituído pela tecnologia do entretenimento. Conhecimento versus Entretenimento - ganha o Entretenimento. 

Mas com a inteligência Artificial, a possibilidade de alguém subitamente curioso, principalmente muito jovem, de ir pesquisar factos relevantes e ficar "agarrado" ao conhecimento (que antes só acontecia na escola) é substancialmente elevado. Pelo menos assim acredito. Tão fácil e rápido? Exatamente a velocidade da geração atual! Que nem videos de tic-toc de 3 segundos consegue assistir sem fazer "scroll" para o próximo. 
Se isto tudo ainda pode dar M''da? Pode. 
Mas é aproveitar enquanto esta no início e é tão puro e bonito. E, em muitos casos, sem pagar taxas. 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

A PRAGA da AI e a realidade Fabricada

 

Em certos aspectos a Inteligência Artificial (AI) é bastante prejudicial à sociedade. Ajuda os scammers, os mentirosos, os aldrabões e os vigaristas a atingir de forma mais convincente uma série de pessoas facilmente influenciáveis. 


As roupas também emagrecem? A camera esta sempre na mesma posição em três ocasiões diferentes, à mesma altura e distância? As pessoas encontram-se sempre no mesmo lugar? Com o mesmo penteado? O mesmo estetoscópio na mesma posição e cumprimento e os sapatos são os mesmos também? Os gestos de duas pessoas distintas são o espelho uma da outra, mechem-se igual e ao mesmo tempo mas inversamente? 

Isto de criar conteúdo digital já é muito hollywoodesco. 


Um jovem com problemas de peso a mais vê estas coisas e pensa: "Isto pode ajudar-me!". 

É obrigatório ver o vídeo que se segue para entender a AI. 




domingo, 2 de fevereiro de 2025

O futuro do corriqueiro social é minado de controlo absoluto e imposições anti- direito à liberdade

 Leiam até ao fim, onde se encontra a nova forma de ir às compras nos supermercados. 

É preciso controlar / legislar o AI urgentemente. Esta tecnologia não serve para mais nada senão para facultar o mesmo que toda a tecnologia prévia faculta: controlo absoluto sobre os cidadãos. Em sociedades que dizem ter o seu pilar de alicerce assente na liberdade, é permitido o recurso a muita tecnologia que vai de contra esse mesmo pilar. 

Preocupo-me com a Inteligência Artificial  - que está a ser usada para muita coisa que ainda nem conheço na totalidade. Mas pelo pouco que conheço - já me preocupa. Ao que parece, a Inteligência Artificial (AI) pode até tomar a vez de personagens num filme. Sim, já tínhamos tecnologia que fazia praticamente o mesmo (Ex: O planeta dos Macacos). Mas para isso sempre era preciso mão-de-obra humana - atores vestindo fato-sensores e muitos peritos passando meses diante de um computador para os transformar visualmente em gorilas e macacos credíveis. A AI dispensa tudo isto. Podem ficar todos em casa, desempregados. A AI toma os seus lugares. Gostam de jogar jogos de computador? Apreciam o grafismo? Pois a AI também pode se encarregar disso, "expulsando" o contributo humano.

É a tesoura do último link que separa a tecnologia de existir dependente do ser Humano.  

Atentem a esta notícia sobre a nova forma de fazer compras na cadeia de supermercados ALDI, no Reino Unido. Para começar, é preciso facultar para os seus dados pessoais a CONTA BANCÁRIA e, a cada entrada, automaticamente é descontado do saldo £10.

Sim, entenderam bem. Só por pisar e entrar, tiram-te dez "euros". 

Porquê? Porque é uma forma muito anti-liberdade de se impor uma compra mandatória. Os 10 euros são depois "descontados" da tua conta final de supermercado. Mas... e se não comprares nada? Depois "devolvem" o dinheiro. Só que não de imediato. Pode levar DIAS. 

Além disso, existem cameras de AI com o único propósito de VIGIAR cada cliente e registar cada artigo que este pegar das prateleiras. Seja para olhar, seja para meter no cesto de compras... TUDO controlado. Cada gesto... 

Isto lá é sociedade onde uma pessoa queira viver? Sinceramente. Já me basta ter o RECONHECIMENTO FACIAL cada vez que entro no supermercado. Agora também vão vigiar ainda com mais rigor e precisão cada gesto meu dentro dessa superfície?

Vão-se F*D*E*! 
Desculpem a linguagem. 

Desgosto profundamente do rumo que as coisas parecem estar a tomar. O futuro parece-me de puro controlo o que é uma característica não tanto de Estado Livre mas de Ditadura. Mas ao ponto de, ao olhar para trás para as anteriores Ditaduras, encontrarmos coisas que eram bem melhores. Sinto apreensão com o futuro que se avizinha. Sinto dó e um lamento pelas gerações que vão nascer e vão ter de fazer o seu percurso neste "novo mundo". De certo foi assim com todas a gerações e as "novas" vão nascer só conhecendo o que existir, desconhecendo o "sabor" da diferença. E quando não se conhece, não se pode sentir saudade de algo que não se viveu e nem sequer se CONHECE. Aceita-se como é. E é assim que ganha força as coisas "menos positivas" que possam surgir neste mundo cada vez mais tecnológico e que impõe várias regras de controlo para se fazer compras em supermercado, para se viajar em aeroportos, para tudo e mais alguma coisa mas que, infelizmente, FALHA MISERÁVELMENTE em facultar um bom SISTEMA DE SAÚDE a esses mesmos cidadãos que tanto controla. 


Em Greenwitch, Londres, o supermercado ALDI introduziu uma taxa de cobrança de £10 libras a ser paga ANTES de se entrar no supermercado. Esse valor será depois descontado da conta final. Contudo, os que gastarem menos de 10 libras ou saírem sem nada comprar terão de esperar até UMA SEMANA para serem reembolsados. 

Esta taxa pré-cobrada antes da entrada aplica-se também aos utilizadores da APP e aos clientes que paguem com cartão na opção "Shop & Go". 

As lojas SHOP & GO da ALDI usam cameras de INTELIGENCIA ARTIFICIAL para rastrear o que o cliente tira das prateleiras e desconta o valor do seu cartão bancário depois deste sair. 

Para ter acesso ao "saia andando" (Shop & Go), os clientes têm de descarregar a Aplicação Shop & Go, registar um cartão de crédito ou passar o cartão contactless à entrada. 

  

Agora fiquei confusa...

Mas começo a perceber onde o futuro das compras nos vai levar a todos. 
Chegamos ao supermercado, somos super vigiados por cameras de AI, pegamos aquilo que queremos e saimos porta fora. Sem ter o gesto de pagar. Nada de caixas registadoras em grande número, nada de ter pessoas a trabalhar nas mesmas. É pegar e levar para casa. 

Contudo, com toda a tecnologia disponível, levamos as coisas sem perceber que pagamos por elas mas pagamos... E só para garantir, 10 euros são logo cobrados antes mesmo de se fazerem compras. 

Agora: sabemos lá nós se nos cobram o valor certo? Se cobram em preço promocional se vão colocar mais unidades, se vão se enganar? Claro que vão! É a tecnologia a fazer as coisas... vai falhar. 

No supermercado ao qual vou, meteram lá cameras de reconhecimento facial e existem seguranças à porta a olhar para monitores e a barrar as pessoas que passem e façam o detetor de metais apitar. (outro bom exemplo de algo que mudou e que aceitamos). Mas as máquinas registadoras automáticas não são NADA fidedignas. São a maior bosta que já vi e de todos os supermercados, aquelas são as únicas que dão sempre defeito: 

1) Não reconhecem o peso dos artigos e não permitem continuar a compra

2) Nem todas registam o preço promocional dos artigos em promoção

3) Algumas não lêm o código de barras dos artigos de preço reduzido

4) Cobram duplamente o mesmo artigo

5) Adicionaram-me uma vez o valor de 12 euros por.... um saco plástico. (se não tivesse visto...)

6) Permitem escutar o som do artigo a ser lido pelo leitor de barras mas este não é registado. 

7) Surge constantemente uma mensagem de erro que só pode ser removida por um funcionário. 


Com toda a tecnologia espantosa que temos, a simples tarefa de pagar as compras neste supermercado é a mais deficiente, aberta a erros crassos e inadmissíveis. Contudo, não parecem dar prioridade a isso. A pessoa pode, sem querer, e por distração dos próprios funcionários que vão apagar a mensagem de erro, levar consigo artigos não registados pelo scanner e pelo seu peso pela balança, o que pode conduzir à uma acusação difamatória de furto, caso os seguranças estejam a controlar tudo pelas imagens gravadas pelas várias cameras incutidas na própria máquina de pagamento!

Mas já estou a ver este "sistema" a resultar. A ser a opção escolhida por muitos "wake". Entrar no supermercado, pegar e sair porta fora... sem qualquer preocupação, sem precisar de carteira, de cartão bancário presente, sem precisar de dinheiro. 

Mas super controladas pela tecnologia e com acesso ilimitado a descontar valores da conta bancária. Esta nova forma de fazer supermercado reduz muito os custos do próprio supermercado, que dispensa tanto pessoal e tanta máquina para pagamento e... torna a vida das pessoas muito mais controlada. Ao ponto de as poder "roubar" nos custos finais, seja por "bug eletrónico" ou outro motivo qualquer. E as pessoas podem nem darem por  isso. Sem poderem fazer muito para reverter a situação, já que tudo é tão burocrático e tecnológico que até cansa.

Ou seja: para tirar é num ápice. 
Para devolver... não há pressa.