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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Ainda em negação de que o Verão não terminará tão cedo...


Lembram-se de um post sobre os summer blues, datado de 22 de Julho?

Pois desde então tenho estado a querer convencer-me de que o que vi nesse dia, a esvoaçar na estrada não foram umas tantas folhas de Outono. Não pode, não podia, não queria!

Contudo as evidências falam por si....








E as ANDORINHAS?

Ainda se avistam... Mas só vi duas hoje. A praga dos pombos essa é que do nada, regressou com toda a pujança! Já são dúzias, a poisar pelos beirais do prédio... 


Quando era adolescente e durante toda a minha vida, sempre fui avessa a quem pratica o tiro ao alvo em animais, por desporto. Aterrorizava-me isso e a ideia de que existia quem envenenasse pombos e quem andasse com uma pressão de ar para atirar a pardais, coelhos e outros animais. Contudo, ao ver pela janela os pombos em voos constantes, a voar bem perto, provocadores, já a pousar nas janelas para as deixar cagadas... a ideia de usar uma espingarda de chumbinhos para os abater não foi desagradável. Como mudei, eheh! Pelo menos no que respeita a pombos.  A aversão está a crescer. São, no meu entender, pragas. A cidade devia combatê-las.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Até as andorinhas gostam de Portugal e estendem a sua estada


Quem se lembrar deste post sabe que manifestei preocupações por deixar de ver pardais nas ruas. Ainda só vi um e fiquei em êxtase. Estava muito calor e ele posou na sombra do parapeito da janela, tendo voado quando me viu aproximar. Já faz mais de um mês e foi o único sinal da existência de pardais na zona, desde Janeiro até agora. Em compensação, vai fazer 3 meses que estas criaturas começaram a aparecer e desde então nunca mais foram embora. 

Filmado na primeira semana de Agosto

Velozes, difíceis de captar em câmara, barulhentas no bom sentido, parecem movidas por uma energia inesgotável. Voam de um lado para o outro, o dia inteiro, em bando, ora bem perto do chão,  ora mais no céu, sempre sem parar. Todos os dias. 


Com a sua chegada nunca mais vi um pombo. Que pena que elas têm de ir embora! Há quem diga que já deviam ter partido. A sua presença não me desagrada. Gosto de as ter e se enxotam os pombos das janelas, ainda melhor!