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sábado, 8 de julho de 2017

Deixe aqui a sua mijinha



Este poste é só para você, leitor, marcar território.
Por isso peço a quem visita, para mijar aqui neste post...



Xiiiiiii....

Desde que o blogger apagou a lista de blogues a seguir que recorro aos comentários aqui deixados par ir lendo outros blogues. Então pensei em fazer um post só para reunir todos os que visito ou que me visitam. Por isso estão convidados: Entrem em minha casa e deixei uma mijadela! 

Uma qualquer gotinha conta.

Aliviem-se!


E já agora, façam scroll down (andem para baixo) e descubram outros posts onde também podem mijar :)))

Boas mijadelas!

domingo, 7 de maio de 2017

Meus Amigos

Meus Amigos...

Poderei designar assim a vocês, amigos bloggers, que aqui aparecem e até mesmo os que aqui não aparecem mas que eu tanto visito?

Pois assim me apetece chamar-vos. Pelo menos hoje. Pode ser?

Há dias em que sentimos falta de disto. Precisamos muito deste tipo de interacção. Precisamos de saber que alguém deixou um comentário. Precisamos de ler o que está a acontecer nos blogues do costume e mandar uns bitaiques.... 

Pois se aqui não vim antes saibam que não foi por falta de vontade. 
Então não é que o computador deu para ser teimoso e deixou de funcionar?

Reside aqui a minha ausência total do planeta cibernético. 
Se senti a falta? Sim! Muito.
Respostas que ficaram por dar, comentários e leituras por fazer... 

Mas como a dona é mais teimosa que a máquina, ou melhor: mais persistente e conhece a sua maquininha de estimação (amo este notebook), andou uns dias a dar-lhe festinhas, a permitir que repousasse um pouco, a facultar banhos de ar fresco à sombra, a arejar as teclas, o disco... a limpar o pó, a carregar em todas as teclas F numéricas e a tentar por todas as alminhas dar-lhe novo alento. E a máquina, esperta, igualmente amorosa, percebeu todo este carinho que lhe nutro e, que nem um paciente a quem se aplica corrente elétrica no coração para ver se este volta a bater, a máquina ressuscitou! 

Ontem ainda a medo... lerda, lenta, tonta...
Hoje um pouco menos...
Ainda não se sente a 100% mas decididamente, esta máquina não me quer abandonar.
Nem eu a ela!
Podem oferecer-me uma nova que eu irei sempre gostar mais desta :)))


E pronto. É isto.
Comoveu-me a preocupação que alguns demonstraram por estes dias de ausência. Aprecio a atenciosidade, a beleza destes gestos... Gosto de retribuir.

A todos vocês desejo que estejam bem e aguardem...
Eu, a minha máquina, ainda um pouco convalescente da súbita caída de pressão que lhe causou um total apagão, iremos, com calma, visitar todos vocês. Os habituais e novos, porque sempre gostamos de travar novas amizades :)

E que venham muitos mais anos disto, com todos vocês.
Um GRANDE ABRAÇO



quarta-feira, 26 de abril de 2017

Não são só coisas más...


Temos tendência a vir desabafar num blogue aquilo que nos atormenta ou preocupa. Porque um blogue é quase como um diário, um confidente. E a natureza do ser humano é a necessidade de partilhar as suas aflições.


Claro que existem aquelas pessoas blogueiras que têm blogues neutros. Blogues pouco reveladores, onde se protegem e revelam apenas o essencial, sem poderem ser muito alvo de críticas, positivas ou negativas. 

Mas por termos necessidade de desabafar as nossas preocupações, por vezes parece que só temos preocupações. E por isso vim fazer este post. Para falar do «outro lado».

A respeito da minha situação de vida em casa partilhada, como sabem existiu uma situação desagradável com o anterior inquilino. Mas ele saiu e, sem ser por ocasionais emails que envia à senhoria por causa desta lhe querer reduzir valores na caução, não tenho qualquer contacto com a sua agressividade verbal. Para ocupar a vaga chegou uma rapariga da europa de Leste, bonitona e altona. Até agora só a vi naquele dia, por alguns segundos. De resto, ela faz a vida dela, cada qual faz a sua e não nos cruzamos. Não é quase nada barulhenta e isso agrada-me. Acho que esta casa está a ficar cada vez mais com um bom potencial de inquilinos. 

A rapariga do andar de baixo e eu damos-nos bem. Existiu um periodo de tempo em que ela manteve a distância e mal a via. Isso perturbou-me, porque achei que era intencional. Mas se foi, nada tinha a ver comigo em particular. Desde então já ficamos as duas horas a falar uma com a outra, sobre todo o tipo de assunto e só paramos porque ambas tinhamos algo que fazer e já estava a ficar tarde. Ela também me pediu para verificar se tinha fechado a janela do quarto dela quando se ausentou - gesto que gostei, por demonstrar confiança.

E então queria deixar isto claro. Embora em me foque mais no que não acho muito bom, também tenho coisas positivas para contar. Gosto do meu trabalho - o que não me surpreende e ao mesmo tempo acho que devia surpreender. Eu gosto de trabalhar. Sempre gostei. No quê nem era muito o dilema... Sei que não gosto de telemarketing e atender telefones. ISSO não gosto. Mas qualquer outro tipo de emprego, não vejo com maus olhos. Nunca vejo nenhuma ocupação dessa forma. Consigo sempre encontrar prazer e satisfação naquilo que faço. E sou feliz a aprender e a executar tarefas.

E agora que a pressão que vinha a acumular se esvaiu, estou mais livre. Apetece-me não meter mais nada para dentro. Nada! Eu sei o mal que faz... Mas também sei que é prudente não mandar tudo para fora, eheheh. Até porque eu não sou daquelas pessoas abençoadas com uma forma e um timbre de voz doce. Dessas que, mesmo quando dizem algo para magoar e atingir alguém, fazem-no quase parecendo que têm mel e não fel nas intenções. Comigo dá-se o contrário: é mais comum eu não ter qualquer má intenção nas palavras ou tentar brincar e ser interpretada como se uma alfinetada quisesse dar. Se eu disser: "Vê se me achas o caderno", não posso deixar de acrescentar "por favor". Já é algo que faço naturalmente, diga-se de passagem. Agradeço e peço por favor. Mas noutro dia estava com pressa, ninguém estava ocupado sem ser eu e eu pedi esse tal caderno. Pensando eu que foi um pedido normal... Mas a pessoa que escutou respondeu que pareceu autoritário. Se bem que essa pessoa sofre do mesmo problema.

Então é isso. 
Existem duas categorias de pessoas no que respeita às suas habilidades de comunicação interactiva: as que são mal intencionadas mas dão as suas alfinetadas com aparente inocência, dotadas que são de um bom timbre e entoação de voz e as que... não. Não tenho um bom timbre e quando aprendi a falar, aprendi dando mais ênfase a certas sílabas, o que faz parecer que sou autoritária. Isto é muito curioso. Assim como há os "betinhos" e as "tias de cascais" - a forma de falar vai influenciar as conquistas na vida. Conheci uma rapariga de "bem", que falava normalmente mas, sem ela perceber, toda a sua postura era de "bem". E por ela ser assim a pesar de jovem eu soube como ia ser toda a sua vida. Sabia que conquistas não ia fazer, sabia como ia seguir o seu rumo profissional, soube como ia viver a vida de mulher madura, casada, com filhos... Há pessoas que já têm o seu destino estampado na testa.

Enfim... devaneios.
Me desculpem, estou a escrever sabendo que daqui a 2h tenho de ir trabalhar, ehehe.

sábado, 6 de dezembro de 2014

To who it may concerned...

Caros bloguistas,
nunca pensei escrever um post destes, mas vou escrever. Quero agradecer os comentários que recebi perguntando pelo meu estado de espírito. É verdade que os meus últimos posts têm uma nota qualquer de tristeza. E é verdade que andei profundamente pelas catacumbas da desolação. Mas como em tudo, consegui emergir. 

Meu olhar está agora iluminado 
De lá para cá não actualizei este blogue, primeiro porque não tenho tido assim novos assuntos para cá colocar. Depois porque me tenho mantido ocupada com um novo projecto - o regresso à universidade - que me tem proporcionado algumas novas alegrias. 


Se pudesse contar tudo, contava, tenho a certeza que alguns iam ficar com muita vontade de experimentar o mesmo que estou a experimentar. Se tiverem tempo e 5000€ para gastar, daqui a uns meses posso vos contar e dizer se vale a pena enveredar por esta "aventura".


Por enquanto a experiência tem sido mais positiva que negativa. Excelentes pessoas, pessoas bem educadas, cultas e com muito assunto - tudo o que estava a precisar! Nem daria para perceber que faz apenas uma semana que por mim podia ter acabado no mundo... Presentemente não é mais assim, voltei a ser "eu", a que não desiste. Seja qual for esta ilusão a que todos nos agarramos para nos tentarmos convencer de que a nossa passagem por esta vida faz sentido, estou novamente nesse barco. Iuppy! 

Ah, e se não nos "vermos" até lá, desejo a todos uma boa quadra Natalícia.