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domingo, 25 de janeiro de 2026

Mataram OUTRO!!!!! ICE = PIDE

 

A polícia de imigração americana - ICE MATOU outra pessoa a queima-roupa!!!
Depois de Renne no dia 7 de Janeiro, agora outra pessoa, apenas dias depois. 

Vi as imagens. Vejam neste link.

Estou estarrecida. Pasma! Assustada. ESTOU MAL!!!
Meus olhos estão abertos em terror. Horror. Contei os tiros. DEZ TIROS!!!!
Numa pessoa no chão!!!


Aquilo não é mais polícia. São TERRORISTAS. 


Na América de Thrump, vale tudo! Até matar inocentes. 

A polícia diz que o homem estava armado. Se estava ou não nem importa. O que se vê nas imagens são vários polícias - vestidos à paisana e estranhamente sempre ENCAPUÇADOS. Tal como o primeiro policial ICE que disparou TRÊS TRÊS TRÊS tiros na cabeça de Renee Good tapava a cara. A desculpa deve ser o frio, claro. Mas não é a razão para ocultarem a identidade. Ocultam-se porque sabem aquilo que são e ao que vão. 

Nas imagens vê-se uns cinco polícias a imobilizar alguém. Que já tinham gazeado com gás pimenta! E quando esse alguém JÁ ESTÁ NO CHÃO - dão-se os disparos fatais. 

Que eu saiba, uma vez imobilizada a ameaça, dá-se a apreensão. Faz-se uma acusação e o caso vai para os tribunais. O ICE está a aterrorizar as populações. A deixar uma mensagem clara: se tiveres uma opinião diferente, se contestares, se te manifestares, se não fizeres nada - uma bala. Ou três. Nada de tribunais. É execução pura e simples.

Estou em choque! Aterrorizada. 

Eu contei 10 tiros mas na notícia diz que foi mais de uma dúzia!!! Como é possível isto? Não existe discernimento nos EUA? Onde está a JUSTIÇA??

Ai. Sinto-me tão mal! 

Este tipo de coisa deixa-me profundamente afetada. 

ASSASSINOS!!!!!!
Americanos assassinos! 

Nenhum cidadão pode se sentir seguro, quando a polícia do seu próprio país, a supra autoridade, está contra si, a oprimir e matar. 

Meanwhile, another video showed Pretti gripping his phone while helping a woman who was pushed to the ground by an immigration agent, who relentlessly sprayed the pair with tear gas.

Several individuals involved in a physical altercation on a snowy street.
Alex Jeffrey Pretti was involved in an altercation and was shot by federal agents.

The hoard of federal officers pulled him away from the woman and brought him to the ground, where Pretti struggled on his hands and knees for several seconds before an agent wearing a gray jacket appeared to seize his gun — and the fatal shots rang out moments later.

É este o caminho que Thrump pretende seguir? Deixem-me adivinhar... um golpe de estado, para ver se fica no poder de forma permanente... Se bem que ele quer que o filho mais novo, Biron ou que raio de nome tem, lhe siga as pegadas. 

Que os Deuses nos livre deste mal para sempre!
A América sempre esteve doente mas agora está com um assassino e coisa pior no comando. 


Biliões e negócios envolvendo o ICE
Já morreram QUATRO PESSOAS desde o início do ano (que mal começou) enquanto na custódia da ICE. A ICE tem quase IMUNIDADE ABSOLUTA - portanto: todos os que a constituem que são altamente racistas sentem CARTA BRANCA para assassinar. 

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Viver nos extremos


Há pessoas que se perguntam porque é que tem de existir tanto mal no mundo?

Porque é que Deus permite que serial Killers existam?

Porque também permite que existam boas pessoas.
Para cada extremo existe o seu oposto.


Por vezes percebo que beneficiaria socialmente se fosse mais agressiva, pior pessoa. Quando olho para trás vejo um rasto de lágrimas... Há quem veja um rastro de sangue de terceiros, dores de terceiros...

Não sei se entendem o que quero dizer.
Mas pessoas boas sofrem tanto! Boas de coração, de alma. Por vezes vivem uma vida inteira de sacrifício, sofrimento e chegam à velhice tão sofridas! Depois a recompensa é a morte. Na miséria, na solidão.

Depois também temos multimilionários que nem são boa rés. Criminosos inclusive, com umas tantas mortes ou vidas arruinadas nas costas, que vivem bem e depois morrem, tendo aproveitado bem a vida. Tendo quem cuide deles, pagando-lhes. Quem cuide de uma casa bonita, de um jardim cuidado, para que o conforto nunca abandone o proprietário.

Não há equilíbrio. Uns vivem mais nos extremos que outros.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Quem vê Barbies e Kens não vê corações- p1


Bastou manifestar receio sobre o fim do Verão e eis que hoje o dia amanhece «fresquinho» e menos luminoso. As folhas secas das árvores já o anunciam mas... Não quero acreditar. O Outono só tem início no dia 22 de Setembro. Avisem o S. Martinho!   


Mas não é o tempo o tema que vou abordar. Vou falar de BELEZA.


Bonitos noivos, não é mesmo? Dos mais atraentes que já vi. Jovens e felizes, ela com 21 anos ele com 27, a registar o momento da união para a posterioridade, tal como todos fazem. 
Mas o que têm em beleza encontram equivalência em maldade.

Provavelmente já conhecem este casal mas por enquanto vou omitir os seus nomes. Começo por contar que casaram no dia 21 de Junho de 1991. Exatamente duas semanas antes do rapto, violação, assassinato e desmembramento de uma menina de 14 anos: Leslie Mahaffy.

O casamento dos dois foi celebrado também entre alguma tristeza. É que a irmã mais nova da noiva, Tammy, de 15 anos, faleceu no dia 23 de Dezembro do ano anterior. A causa de morte foi a ingestão de uma combinação de bebidas espirituosas que induziu a um coma alcoólico e fez a jovem sufocar no próprio vómito. Uma catástrofe que deixou de rastos a família. Quando Tammy foi a enterrar, o jovem casal, discretamente, colocou esta fotografia dentro do caixão.


Algures nos dois natais que se seguiram (o casamento não completou três anos), a dupla não esqueceu a falecida Tammy. Aqui estão eles, ainda casados, a celebrar a quadra pousando para a foto junto da árvore e, ao lado, uma imagem emoldurada de Tammy. 


Agora vou dizer-vos os seus nomes: Ela chama-se Karla, adorava animais e por isso formou-se em veterinária, trabalhando numa clínica local. Vem de uma família abastada e supostamente equilibrada, não lhe tendo faltado nada. Ele chama-se Paul Bernardo. Trabalhava com contabilidade, também vem de uma família abastada e conhecida na região, porém disfuncional, de alegados abusos sexuais. Pode estar aí a origem de uma fixação de Paul: violar jovens meninas.

Antes de se casar, Paul já detinha pelo menos 19 violações. A polícia andava à procura do violador de Scarborough, a região onde raparigas estavam a ser atacadas em série. A 26 de Maio de 1990 uma jovem de 19 anos foi capaz de descrever o seu violador e fez este retrato falado. 


As semelhanças com Paul eram evidentes. Eventualmente duas pessoas foram à polícia para o indicar como suspeito. Uma destas foi a esposa de um dos melhores amigos a quem Paul confidenciava as suas preferências sexuais agressivas. Após as autoridades falarem com este indivíduo, acharam-no confuso e não lhe deram grande crédito. Foi preciso dois meses para dois detetives chamarem Paul para prestar depoimento. O que ele fez com a simpatia e prestabilidade que adquiriu ao estudar técnicas de sedução. Quando lhe perguntaram se entendia porque estava a ser interrogado, respondeu que haviam semelhanças entre si e o retrato. A polícia pediu-lhe para facultar amostras de ADN, que Paul gentilmente cedeu. E deixaram-no ir, tendo colhido o ADN e sem acreditar que aquele homem educado e de boa família pudesse ser o temido violador em série. 

Em consequência de uma incapacidade da polícia em conseguir agir mais rápido, Paul seria também responsável por outras muitas violações. Mas as que o tornaram mais notório foram aquelas que culminaram com assassinato.  A 14 de Junho de 1990 encontraram o corpo desmembrado da já mencionada Leslie Mahaffy, de 14 anos. A 16 de Abril de 1992 foi a vez de Kristen French, de 15 anos de idade.

A loucura de tudo isto é que... foi tudo filmado!!

E quando as autoridades conseguiram colocar as mãos nas video-tapes, deram conta de algo muito revelador: Karla estava com Paul em todas as violações. Na verdade, ela era uma participante muito ativa. Não só servia de «isco» para atrair ou distrair as jovens, como também as violava e  torturava. Segundo Paul, terá sido ela a matar todas as três. Três?? Sim, três. Porque a primeira de todas foi... a irmã de Karla, Tammy.

As vítimas
A sequência dos acontecimentos:

23 de Dezembro 1990
Uma das revoltas de Paul foi não ter sido o primeiro homem de Karla. E foi assim que Karla, após uma alegada insinuação de sexo com as duas irmãs, decidiu oferecer a virgindade de Tammy "como presente de Natal" a Paul. Ela roubo da clínica veterinária uma substância que tinha de saber que administrada da forma que foi causaria a morte. Após o jantar em família e os pais terem ido dormir, Karla misturou uns calmantes com uma bebida e administrou-os à irmã. Algo que já havia feito antes, por «piada». O casal então despiu a jovem e administrou a droga roubada na clínica, ensopando o poderoso anestésico num pano que foi aplicado na boca e nariz de Tammy. Karla terá dito que violar a irmã trouxe-lhe mais prazer do que poderia imaginar. Também confessou que não lhe custou tanto assim a sua morte. Recordo que o falecimento não estava «programado» porém Karla, com os conhecimentos veterinários que possuía, devia saber que a morte seria o desfecho da administração incorrecta da droga. Tudo o que fizeram naquele dia foi FILMADO.

Única imagem conhecida do vídeo.
Paul a posicionar a cabeça da adormecida Tammy 
Tammy engasgou no próprio vómito. O casal alegadamente tentou reanimá-la sem sucesso. Antes de chamarem o 112, voltaram a vesti-la e esconderam qualquer evidência do acto cometido. Horas depois Tammy foi dada como morta no hospital, sem nunca recuperar consciência. Nem uma estranha queimadura vermelha no rosto causou suspeitas aos médicos e a morte foi considerada acidental, causada por sufocamento devido a vómito após ingestão de álcool.

O estado de Tammy antes de ter morte pronunciada
Lembram-se que o casal colocou uma fotografia sua no caixão de Tammy? Recordam que anos depois fotografaram-se no Natal (aposto que dia 23) junto a um retrato de Tammy? Pois por aqui vêm a frieza e o sadismo dos dois. Mas existiu pior: três semanas após a morte, os dois decidiram fazer um vídeo intitulado "conversas à lareira". Nele Karla surge vestida com o uniforme da irmã e fazendo-se passar por ela diz que gostou muito de ser violada. Os dois procederam a ter sexo na cama da falecida. De luto, os pais de Tammy pediram a Paul para se mudar (ele morava na casa da família) e Karla foi junto com ele. 

7 de Junho 1991
Alegadamente por temer que Paul desistisse de se casar com ela, Karla deu uma despedida de solteira, convidou uma amiga até sua casa, drogou-a até ficar inconsciente e depois telefonou a Paul, incentivando-o a aparecer porque ela tem um «presente de casamento» para lhe oferecer. A amiga, que era virgem, acordou no dia seguinte enjoada, mas nunca percebeu o que havia lhe acontecido, pois foi a primeira vez que tinha ingerido álcool e presumiu que tudo o que sentia era o efeito da ressaca. Um mês depois, já casados, a mesma amiga é convidada a aparecer, e é novamente violada sem conhecimento.


14 de Junho 1991
Duas semanas antes do casamento, Paul sai de carro e dá de caras com a jovem Leslie Mahaffy, de 15 anos. Sequestra-a e leva-a para a cave da casa que partilha com Karla, dizendo ter encontrado um brinquedo para os dois. Deram início a horas de tortura e abuso sexual registadas em vídeo, acabando por matar Leslie. Segundo Paul, foi Karla que a matou, com uma dose letal de Halcion - a droga que já usara antes. Segundo Karla, foi Paul que a matou, sufocando-a com as mãos. Faz diferença? Mais tarde irá fazer. Os dois decidiram que o melhor seria desmembrar o corpo, o que fizeram. Meteram cada parte cortada com a serra do avô de Paul em cimento e atiraram a um lago. Um dos blocos era tão pesado, que não foi possível afundá-lo. Ficou nas margens até o dia 29 de Junho, quando um pai a passear com o filho fez a descoberta. O corpo foi reconhecido pelo aparelho nos dentes que Leslie usava. 


21 de Junho 1991
Karla e Paul casam-se.
Os psicopatas assassinos Paul Bernardo e Karla Homolka

16 de Abril 1992
É Pascoa. Mais uma vez o casal está a passear de carro, no intuito de encontrar uma virgem para raptar e sodomizar. Avistam Kristen French e, fingindo estarem perdidos, pegam num mapa e pedem por direcções. A jovem é então forçada à ponta de faca a entrar no carro e acontece-lhe o mesmo que aconteceu às outras: é violentamente torturada e violada. Três dias depois é assassinada e o corpo atirado nu para uma vala. Os pais de Kristen são rápidos a estranhar a sua ausência, alertam a polícia e depressa refazem o caminho que a jovem sempre tomava da escola para casa. Descobrem testemunhas que viram o rapto e encontram um dos sapatos de Kristen. Um dia antes de ser morta (mais uma vez tanto Karla quanto Paul irão atribuir o acto um ao outro) Paul é reconhecido por uma rapariga que ele havia perseguido de carro até casa. Kerry Patrich e a sua irmã Shanna, caminhavam até casa quando notaram estar a ser seguidas por uma viatura, conduzida por um homem a segurar uma câmera de vídeo. Dois dias depois, a 31 de Março de 1992, ambas contaram o caso à polícia, tendo facultado parte da matrícula. Depois de reconhecer na pizzaria o mesmo homem que as havia as perseguido, Kerry Patrick segue-o na esperança de descobrir a sua localização, mas acabou por o perder de vista. Conseguiu obter a matrícula do carro na totalidade e dirigiu-se à esquadra de polícia. A informação não foi tida em conta e no dia seguinte a pobre Kristen French foi assassinada. 



Claro que este casalinho cometeu muitos mais casos de violações juntos. Alegadamente logo após a morte de Tammy existiu outra violação e até durante a lua-de-mel no Hawai - segundo um recorte de jornal mais tarde encontrado, que a polícia suspeita ser um «troféu». Se em quase todos os episódios o modus-operandi manteve-se idêntico ao que Paul praticava antes de casar - violar mas deixar as vítimas vivas, que se saiba as excepções existiram apenas para estas três jovens: Tammy Homolka, irmã de Karla, Leslie Mahaffy e Kristen French.


Afinal não foi de beleza que vim falar. Mas de monstruosidade.

Este post já está loooongo (e eu pretendia escrever um ou dois parágrafos, cof, cof, cof), por isso conto o resto depois. É que a história está longe de terminar.