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sábado, 4 de maio de 2019

Pelo UK: falta a ASAE

Tenho pena que no Reino Unido não exista uma ASAE à portuguesa.
Faz-me confusão que vendam o pão e todos os produtos de pastelaria em expositores desprotegidos contra germes. Estas imagens foram tiradas dentro de um supermercado que ainda tinha esperança que fosse a excepção à regra: LIDL. Mas estando em Roma, sê romano.... Neste caso, sê inglês.


Podiam fazer à boa moda antiga: e cobrir os pães quentes com um pano em algodão ou os bolos cremosos com papel manteiga. Mas isso não é atractivo para a vista. Então, deixam-nos assim, à mercê dos espirros e da manipulação humana. 


Posso até sentir-me tentada em levar uns. Mas há sempre algo no momento que me relembra o perigo. Mesmo em frente da tentação de pastelaria, um homem espirra, uma mulher tosse e as crianças tocam com as mãos em tudo o que for deixado ao seu alcance  nas prateleiras mais baixas. 

A cena que presenciei e não me sai da cabeça foi a de uma menina que pegou num bolo, levou-o à boca, passou-lhe a língua e depois voltou a colocá-lo junto aos outros. Lambido foi, lambido ficou. 


Sinto falta de ver bolos em expositores protegidos por vidro/PVC. A ASAE é uma entidade que devemos agradecer por existir em Portugal, nos parâmetros que existe. 


Nota: Enquanto contemplava os pasteis de nata, uma empregada aproximou-se e meteu uma nova remessa em cima dos anteriores. Consegui registar com o olhar quais os que ainda não tinham sido tocados por ninguém. Comprei dois. Mas o sabor deixou muito a desejar. Aqui estão eles.



terça-feira, 3 de novembro de 2015

Tudo está a virar FAKE


AVISO:
Depois de lerem este post, não vão dormir bem à noite. Uma ida ao supermercado jamais será a mesma.

Há muito que defendo que a humanidade está a condenar-se pela alimentação. A extinção da vida na Terra pode ser uma realidade sim, mas quem diz que será o efeito de estufa, um meteorito, um míssel nuclear ou a poluição definitiva dos oceanos? Algo súbito e decisivo, ao invés de algo prolongado e bem debaixo dos nossos narizes?

A pior poluição é a fazemos dentro do nosso próprio organismo. Não necessariamente por comermos «mal», ou em exagero. Não são as muitas pizzas, hamburgueres, bebidas refrigeradas, carne vermelha, doces, chocolates ou agora os enxidos. Sim, tudo faz mal. Mas o GRANDE MAL é que aquilo que comemos JÁ NÃO É o que era suposto ser. 



Não tenho dúvidas que, no futuro, a grande desigualdade mundial estará na alimentação. Só os ricos e poderosos terão acesso a comida genuína, com DNA genuíno. Que, por daqui a pouco tempo, será uma raridade, escondida nos grandes laboratórios que detêm a "patente" do que antes era de todos, para todos. A comida que só a geração dos nossos avós conheceu, não existe mais. É simplesmente ASSUSTADOR o que existe por aí, a fazer-se passar por alimento. E numa economia mundial tão capitalista, de produção e exportação em massa, esta é uma realidade ainda mais assustadora. Mais uma vez vou confessar uma coisa que adoro em Portugal: temos a ASAE!

Minha querida ASAE, todos os comerciantes se queixam que vocês lhes tornam a vida muito difícil. Continuem assim, pelo bem de todos nós!

Arroz que é antes resina plástica, couve e alface de plástico, ovo que é plástico, carne que não é carne. A lista é longa. E assustadora. Vejam o link anexado à imagem aqui ao lado. No final surge um vídeo obrigatório de se ver. Mostra uma máquina que faz a produção de arroz através de fibras de plástico. E sai igualzinho! Só não é arroz.




E tem muito, muito mais...
Agradeçam à... China!