Alguém me procurou pelo nome. Mas quem me conhece tão bem que googla para me achar?
(Acho que sei...)
Por outro lado, temo um dia ter a identidade descoberta.
Já aqui o disse.
Assim, ao acaso. Alguém vem aqui parar, começa a ler, lembra-se que uma pessoa tem uma história idêntica à relatada e pronto: acaba-se o que é tão bom.
Já aqui o disse: escrevia mas não precisava de relatar detalhes muito identificativos.
Depois as histórias tornaram-se mais abrangentes e pessoais. E isso aumenta a vulnerabilidade.
Ser vigiada e não procurada compromete a liberdade de expressão.
Ser vigiada e não procurada compromete a liberdade de expressão.
E já que pouca coisa me resta, é de valor o conforto do anonimato e a liberdade que este proporciona.
