Metereologia 24 h

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sábado, 23 de novembro de 2019

Musicoterapia da Semana

Como mencionei anteriormente, descobri que costumo cantarolar e que a música é terapêutica. Não sou muito de escuta música amiúde, mas tenho sempre umas músicas ou refrões a passar na cabeça, como uma espécie de playlist diária automática. Decidi registar estes eventos e anotar quais as músicas que me vêm à cabeça por puro acaso e a ordem de chegada. Curiosos? Aqui fica a playlist da semana.

Playlist de Sábado:


1) Nella Fantasia - Ennio Morricone /Nathan Pacheco

2) Linger - The Cranberries
3) Feel - Robbie Williams

Playlist de Sexta-feira:

1) Ha, ha, ha minha machadinha - Cantiga Popular

(autor desconhecido)
2) Somebody That I Used To Know - Gotye

3) Frozen - Maddona 

4) Yes - Tim Moore 
5) Baby Can I Hold You Tracy Chapman 


Playlist de quinta-feira:

1) Ó Abre Alas - Chiquinha Gonzaga
2) Conquistador - Da Vinci
3) Depois - Mariza Monte
4) Valsa do Desejo - Simone

Playlist de quarta-feira:

1) Busy (For Me) - Aurea 
2) Quem de Nós Dois - Paulo Gonzo e Ana Carolina
3) O Teu Nome - Miguel Gameiro feat Mariza 
4) Homem do Leme - Xutos e Pontapés


Qual a sua favorita?


sábado, 26 de outubro de 2019

^Chapéus descartados^


Não é a primeira vez que recorro a um guarda-chuva largado na rua, para me proteger de uma chuvada. Acho até que é por isso que existem tantos por aí, eheh.

Acontece. Uma pessoa tenta consultar a previsão do tempo, para saber se deve ou não sair com guarda-chuva. Tem estado a chover muito mas, em Inglaterra, isso tanto pode demorar, como não. Como ia trabalhar e não tenho onde deixar a mala, decidi não levar nada comigo: apenas um  impermeável (que deixa passar a água) por cima de um casaco quente e o chapéu/gorro de lã, com pala, que é imprescindível para a chuvinha inglesa: sempre a cair direita.


Mas ao sair do emprego, o tempo trocou-me as voltas e presenteou-me com chuva normal e algumas rajadas de vento. E eu sem guarda-chuva! Já estava bem encharcadinha, quando avistei o primeiro guarda-chuva lançado para o meio da relva. As hastes estavam uma desgraça e deixado no meio do lamaçal, nem pensei em pegar nele. Mais à frente, vi um chapéu todo aberto e virado ao contrário, também no meio do mato. Estava bom, apenas faltava-lhe metade do cabo. Para me dar mais protecção contra a chuva, achei perfeito e obedeci ao impulso de o agarrar. 



Entornei a água que armazenou por estar virado ao contrário, tentando remover a porcaria que o vento fez que ali se agarrasse e usei-o como abrigo. Curiosamente, a chuva começou a fraquejar e até deixou de cair, logo após ter encontrado esta solução. 

Mas se tivesse descartado o chapéu de imediato, certamente que a precipitação ia recomeçar. É o caso típico de: sais à chuva prevenida, nada acontece. Deixas de estar, vem tempestade.

E vocês?
Alguma vez vos passou pela cabeça?