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terça-feira, 19 de junho de 2018
Porquê a américa nunca será um país avançado
Uma americana publicou isto na sua conta do facebook. Imediatamente denunciei como racismo a etnias. Nomeadamente, no meu entender, preconceito para com os emigrantes.
Quando vejo coisas destas SEI que a América JAMAIS conseguirá ser um país de gente coerente, democrática, pacífica, com sensibilidade para os Direitos Humanos.
Não se lembram dos seus que passam fome, até aparecerem outros também com fome. E então gritam:
_"E os nossos? Que estão com fome! Vocês vão embora! Voltem esfomeados para de onde vieram! Aqui não há lugar para vocês!".
Um dia a situação pode reverter-se e depois quero ver...
Qual o americano que gostaria que lhes impedissem de tentar um futuro melhor roubando-lhes os filhos. Isto tem ares de Holocausto sem camaras de gás. Mas a intolerância? Essa é a mesma.
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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Opinião cristalizada sobre Barack Obama
Este é o documentário que, para mim, separa a propaganda do homem. Ao assisti-lo entendi de imediato quem é "Barack Obama". E desse ponto adiante nenhum fogo de vista, sorriso pepsodent, acção publicitária, diz-que-disse vai alguma vez ofuscar o que aqui fica cristalino como água: o carácter de Barack Obama.
Digam-me lá se, depois de tudo o que aconteceu durante o seu mandato: as promessas por cumprir ou falta delas, o empatar a resolução de um caso de vida-ou-morte, a falta de interesse político em libertar americanos capturados, depois de tudo ter resultado na indubitável morte por tortura e assassinato de uma jovem que só queria ajudar os outros, digam-me lá se prometer uma doação anónima e não cumprir a promessa é coisa de homem às direitas. Não é, pois não?
Ele tem filhas. Uma delas podia ser Kayla.
Partilhando de alguma responsabilidade pelo sucedido, de pai para pai, olhos nos olhos, Obama fez uma promessa.
E não cumpriu.
Partilhando de alguma responsabilidade pelo sucedido, de pai para pai, olhos nos olhos, Obama fez uma promessa.
E não cumpriu.
Ficou cristalino.
Resumo:
Está prestes a estrear no cinema mais um filme sobre a bravura americana de jamais deixar um soldado ou compatriota para trás, indo a todos os esforços para salvar um dos seus. Depois existe a realidade. Aos 24 anos de idade Kayla Mueller foi prestar ajuda humanitária a refugiados sírios na Turquia. Aceita ajudar um membro da organização Médicos Sem Fronteiras a levar equipamento para um hospital na Síria e é então, junto com outros, capturada pelo ISIS. Os pais tentaram negociar a sua libertação mas esbarraram na falta de interesse tanto da parte do governo - que lavou as mãos, como das instituições humanitárias - que nem reconheceram a presença de Kayla. Num mundo de polítiquices, Kayla mostrou-se uma heroína típica da ficção americana. Não foi salva, não regressou para os braços dos pais e sofreu horrores, até eventualmente ser assassinada. Contudo, a sua vida foi muito importante para aqueles que ela influenciou.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Não se ACHA nem nada....
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Um documentário recente
Estou neste momento a ver um documentário muito especial: Unarmed Black Man. (BBC)
Relata a «guerra» racial nos EUA actualmente, entre policiais e as famílias de vítimas que calhem ser negras.
Willian Chapman - foi o homem de 18 anos que acabou morto pelas mãos de um polícia de nome Steve Rankin. Desarmado, num parque de estacionamento do Walmark, um centro comercial, em Portsmouth, Virgina, EUA. O rapaz, negro, foi morto com dois tiros. A questão é que, pela cor da sua pele, é armado um grande circo. Juntam-se multidões, fazem-se T-Shirts, cânticos, etc...
"Queremos Justiça. Já!" - gritam.
A justiça que clamam nitidamente só será considerada como tal se tudo terminar como exigem.
É Santo - dizem os que falam da parte da família e de raça.
Um rapaz deliquente violento com um anterior registo criminal juvenil - diz a acusação.
Steven Rankin - o policia que disparou os tiros, aparece a testemunhar neste documentário. Assim como a sua ex esposa e a actual mulher. A mãe do rapaz morto também aparece. Assim como a mãe de um outro rapaz, também morto, pelo mesmo polícia, 5 anos antes.
E é isto que faz um BOM DOCUMENTÁRIO. Tem de se escutar ambos os lados. O documentário mostra partes do julgamento, realizado este mesmo ano. Existem testemunhas que relatam que o rapaz não ofereceu confronto, e outras que dizem que sim. Existe uma gravação em video em que o rapaz fala com o polícia de forma provocadora.
-"Não vais usar o taser porque eu não fiz nada" - diz.
-"Tire as mãos dos bolsos" - diz o polícia.
-"Não vais usar o taser porque não fiz nada" - repete, provocativo.
O policial diz que o indivíduo fica violento e num movimento faz-lhe saltar o taser (arma que dispara uma corrente eletrica e imobiliza a vítima) da mão para o asfalto, o que o fez alcançar a arma e disparar. O vídeo não mostra esses 15 segundos. De acordo com os especialistas, ao cair ao chão, o taser desactivou-se. Pelos vistos a camara estava nele...
O documentário recua 4 anos e revela que o mesmo policial já havia disparado para matar um outro indivíduo. Desta vez um rapaz, também desarmado, só que, de pele branca. De nome Kirill, originário do Cazaquistão. Nenhumas acusações foram tomadas na altura. O policia disparou 12 tiros contra Kirill que se encontrava bêbado, desarmado e estava a bater à porta de um edifício com intenções de entrar. Quem chamou a polícia foi uma sua amiga, dizendo que um indivíduo estava aos pontapés na porta.
O ex-comandante do policial diz claramente que ele é o tipo errado de polícia. Conta que o denunciou por exagero de violência e julgou que o iam demitir. A ex-mulher também afirma com todas as letras que ele é um tipo de homem que gosta de disparar. Já a actual mulher diz que é muito difícil, as pessoas o julgam sem o conhecer, refere que sofreu de imediato ameaças de morte e que no momento que a América atravessa, é muito perigoso ser-se polícia.
Até entrevistaram os Júris... que são sinceros na forma como encararam os factos. Uns dizem que não foi uma questão racial. Outros dizem que sim. Um dos juris diz que podia ser um irmão ou um primo dele... certamente não se está a referir ao facto de serem da mesma localidade, mas na cor da pele. Logo, para ele, a morte do rapaz é uma questão de racismo. Ainda que a anterior vítima mortal do polícia tenha sido um jovem branco do cazaquistão, morto com 12 tiros, o que claramente contradiz a versão de "polícia racista".
Em Porthsmouth, 54% da população é negra, 42% branca. Se quem dispara não é negro e quem recebe a bala é, grita-se racismo. Mas será mesmo isso que acontece? Reparem só nos números...
Yelena, a mãe desse anterior rapaz morto também foi chamada, do Cazaquistão para os EUA, para estar presente no julgamento e fazer parte do circo mediático. A mãe de William dá-lhe a mão diante das câmaras, passa-lhe o braço pelas costas, não entende uma palavra do que esta diz mas vai logo concordando com a cabeça, dizendo que vão condenar o polícia e que a justiça será feita... Mais uma vez, mencionam justiça sem que esta pareça comportar como definição um resultado que não seja o por eles desejado.
3 de Agosto de 2016: O jurí está reunido para dar o veredicto. Por unanimidade, o júri considerou o policia não culpado de assassinado de 1º e 2º grau mas culpado de homicídio voluntário.
No WC do tribunal a familia do rapaz que começou a dizer ao policia que este não podia usar o taser e não removeu as mãos dos bolsos, canta de alegria. O policial condenado diz que vai tentar encarar tudo com profissionalismo. Os media continuam a seguir a família da vítima como se fossem superstars. A defesa argumenta que não foi possível apresentar o passado violento da vítima e que isso era essencial para mostrar que ele foi um indivíduo violento e mau. Diz um elemento do júri, uma mulher branca: Ele devia ter tirado as mãos dos bolsos quando solicitado e ele não devia ter reagido. Ele escreveu o seu próprio final.
Outro júri, negro, diz que o juiz (negro) fez bem em manter-se com o essencial. Que tudo o resto não é importante.
A mãe do jovem do cazaquistão está feliz com a condenação, faz as malas e parte para a sua vidinha, agora que já não é necessária.
11 de Outubro: um dia antes da sentença.
O policial ainda pode ser sentenciado a liberdade condicional. A expectativa é grande, para o policial e para a esposa.
"Todos que tiram a vida de alguém merecem castigo. Tenho muita raiva e tenho direito a ela" - diz a mãe de William para as câmaras de TV. Sobressai nela e na sua comitiva um excesso de vaidade com a aparência. Surge toda emperiquitada, produzida em excesso em todos os níveis: cabelo, ornamentos no pescoço, uma espécie de teara nos cabelos, brincos gigantes, colar grande, saia minúscula...
O juiz condena-o a 2 anos e meio de prisão efectiva. A esposa fica parada no banco, arrasada, chorosa, mas sempre com vestimentas simples. Cá fora a família de William e demais celebram a condenação do policia, efusivamente. Na sua casa, ainda toda emperiquitada, a mãe de William deseja que Steven passe muito mal na prisão, que seja atacado e sente-se feliz com a perspectiva deste se sentir miserável. Justiça - aparentemente. Na sua casa, a esposa de Steven mostra a bandeira policial, fala de como está triste.
Tudo terminou. Não. A família entra com um processo e vai receber uma indemnização de 1 milhão de dólares, embora desejasse mais.
Ah, o vil dinheiro!!
Parece que existe sempre um preço a pagar... em moeda corrente.
Parece que existe sempre um preço a pagar... em moeda corrente.
Será que é por isso que aparecem tantos familiares, tanta gente, tantos amigos a dar «apoio»?? Estão sempre à espreita de algum dinheirinho fácil??
domingo, 25 de setembro de 2016
Brangelina Curtis Hillary Trump
Podia ser o nome de alguém, ehehe, mas não é. Encontrei este programa na net e achei piada colocar aqui este excerto. Uma espécie de talkshow apresentado por Whoopi Goldberg, que convidou Jamie Lee Curtis para apresentar o seu novo livro infantil e falar um pouco dos temas do dia: O pedido de divórcio de Angelina e as eleições americanas.
Basicamente Jamie aproveita que voltam a mencionar os seus famosos pais (Tony Curtis e Janet Leigh) para falar daquilo que sabe em primeira mão: como é a vida das crianças de pais de hollywood que se separam. Assim, de uma só tacada, aborda o casal «Brangelina» sem sequer os mencionar.
Diz ela que, como filha de pais famosos que se detestavam, que não podiam pôr as vistas um no outro, basicamente, as coisas em casa já são suficientemente dolorosas. Então pediu às pessoas para não comprarem as revistas que inventam e que alimentam esses conflitos. Aproveita o seu livro infantil para dizer que todos naquele país são imigrantes. E, sem falar em política, acaba, de uma forma simples, através da sua avó, por dar a entender para onde vai o seu voto e porquê. Não falou nem em Hilary, nem em Trump, nem em Angelina, nem em Brad Pitt. Mas disse tudo :)) Só falando dela mesma.
E não é assim que nós aprendemos a perceber as coisas? Pela experiência?
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Porque acho que Donald Trump vai chegar à presidência dos EUA
Aqui temos um bom exemplo de como um homem que «agita as águas» da política consegue ganhar uma eleição. Percebem-se as técnicas, o uso dos media, o lançamento de suspeitas sobre os adversários que fazem os leitores temer serem legítimas e votar no tipo, que até tem um nome engraçado e a esposa-troféu. E quando as coisas não lhe correm bem, está a ser perseguido pelos "políticos do costume", aqueles que sempre estiveram na política.
Capítulo 1: You're fired! (está demitido)
Capítulo 1: You're fired! (está demitido)
O final dele não vai ser bom. Este homem foi uma espécie de Howard Hudges da política. E sendo Donald Trump também um pouco excêntrico (pelo menos quando comparado ao adversário) digamos que... a excentricidade sempre ganhou votos.
Um documentário sobre um CRIME real.
Para quem não entende inglês ou tem dificuldades em entender, o youtube tem LEGENDAS. Em português costumam ser uma porcaria de tradução automática mas... a forma de as activar é a seguinte:
Primeiro, carregar no primeiro botão à direita, que parece um retangulo com buracos. Um traço a vermelho deve aparecer por baixo, como a sublinhar. É a activação das legendas.
Depois carrega-se no botão seguinte (meio), as DEFINIÇÕES.
Carregar onde diz LEGENDAS/CC e escolher no menu seguinte o link Traduzir Automaticamente.
Aí fazer scroll por todas as línguas disponíveis e escolher a preferida. Que presumo ser português :)
Para sair de qualquer menu, basta carregar com o cursor FORA da área do vídeo (numa zona branca sem links) ou então novamente no botão das definições (meio). Nesse mesmo botão encontra as OPÇÕES, no segundo menu no canto superior direito, depois de carregar nas LEGENDAS/CC. Aí pode-se escolher a forma de visualização: cor de letra, cor de fundo, tamanho, tipo enfim, tudo o que é habitual. No exemplo acima escolhi vermelho com azul (sem ironias eleitorais nos EUA) com tamanho a 150% e opacidade 50%. Abaixo a escolhi respetivamente preto e branco (sem ironias raciais sobre os EUA Kkkk) com tamanho 100%.
Bem prático, ah?
Não têm de quê :)
domingo, 7 de agosto de 2016
Eleições nos EUA pelas redes
Só porque os achei engraçados. Terão de os abrir no face porque é um link de lá.
Misery:
https://www.facebook.com/Bipartisanism/videos/1104676269609380/
Trump:
https://www.facebook.com/Bipartisanism/videos/1103934596350214/
Misery:
https://www.facebook.com/Bipartisanism/videos/1104676269609380/
Trump:
https://www.facebook.com/Bipartisanism/videos/1103934596350214/
quarta-feira, 20 de julho de 2016
A violência racial nos EUA - as forças policiais como vilãs
Vinha dizer muita coisa sobre este assunto que me incomoda bastante. Mas vou tentar ser sucinta.
Cada vez que um cidadão negro é morto pela polícia no decorrer de uma acção policial, o povo americano sai às ruas e grita: racismo! Assassinos! Os media divulgam bem estas imagens, principalmente quando as mesmas suscitam dúvidas, as celebridades saem à rua a dizer frases "Stop killing US/Párem de nos matar" (pergunto-me quem é "nós".) e o rastilho é assim tão facilmente reacendido: o da tensão racial.
O problema disto tudo é que muita vez pode-se estar a cometer uma tremenda de uma injustiça para com a polícia, que tem um dever a cumprir: perseguir criminosos. Se estes são negros, brancos, hispânicos, asiáticos... tenho cá para mim que pouca diferença lhes faz. Todo o criminoso armado é perigoso. E se sentem que têm de abrir fogo por a situação escalar para "a minha vida ou a tua", decerto que não vão hesitar apontar uma arma a ninguém, seja este branco, hispânico, asiático ou negro! Que certos grupos pretendam centrarem-se somente na questão negra é, no meu entender, tendenciosamente perigoso. Isso diz-me que existem pessoas com interesse em colocar dúvidas na cabeça do povo, manipular as massas e lá meter racismo. Desculpem-me, mas não simpatizo com gente oportunista, manipuladora e racista. Que usa uma «ferida» social para tirar proveito.
Então, porque o fazem?
Porque é que alguns que fazem parte de histórias que envolvam a polícia e a fatalidade de um criminoso/suspeito, focam-se em vitimar ao máximo o morto, insistem em descrevê-lo como uma pessoa maravilhosa, calma, trabalhadora, não fazia mal a ninguém e era um excelente pai para os seus filhos (convém sempre referir que uma pessoa deixa filhos porque isso comove muito o povo).
Porque é que alguns que fazem parte de histórias que envolvam a polícia e a fatalidade de um criminoso/suspeito, focam-se em vitimar ao máximo o morto, insistem em descrevê-lo como uma pessoa maravilhosa, calma, trabalhadora, não fazia mal a ninguém e era um excelente pai para os seus filhos (convém sempre referir que uma pessoa deixa filhos porque isso comove muito o povo).
Desculpem-me, mas fazem-no por oportunismo.
Estão a pensar que aquilo pode render-lhes uma enorme quantia de dinheiro.
Já estão a pensar em processos, em compensações monetárias...
Como todo o criminoso experiente ou dependente de drogas, só conseguem ter a cabeça constantemente a matutar esquemas para obter dinheiro de forma rápida e sem esforço. Daí a pegar num telemóvel e começar a narrar, com muita calma e a filmar o namorado a esvair-se em sangue sem nunca sequer esboçar palavras de conforto para o moribundo.... é rapidinho.
![]() |
Lavish Reynolds que filmou os últimos suspiros do alegado namorado no dia 6 de Julho, no dia 7 já tinha activado uma conta para receber donativos monetários. Tem 58.160 dólares mas o seu objectivo é atingir os 75.000. Será que vai ficar por aí se a fonte continuar a querer jorrar? Entretanto a mãe do rapaz morto acusa-a de oportunismo, diz que está a mentir sobre a sua ligação afetiva com o filho Philando Castile, (até agora não foram divulgadas ou encontradas fotos dos dois juntos como casal e diante do seu comportamento no vídeo tendo a concordar que não estava emocionalmente ligada ao rapaz). A mãe pede às pessoas para enviarem o dinheiro para a conta da irmã do falecido, que não deixa conhecida descendência. O irmão de Lavish "Diamond" Reynolds respondeu ao twitter da matriarca dizendo que se existe dinheiro, devem tudo à coragem de Lavish e apela que continuem a doar à sua irmã e sobrinha. Como se só pudesse ser uma ou outra!! Neste instante, estão ambas a «duelar» por dinheiro depositado no calor da indignação, numa conta aberta em menos de 24h do falecimento e com o corpo ainda na morgue. Que luto, hei?? Lavish foi rápida a publicar o vídeo, a fazer depoimentos para as TVs e rápida também a abrir uma conta. Tudo isto sem antes existir uma meticulosa investigação do sucedido. Nisto, o policial que disparou os tiros fatais pode ter a vida estragada porque já foi condenado em praça pública antes mesmo de se fazerem averiguações. Tudo graças às convenientes explicações deixadas por Lavish na gravação, que muitos já vieram avançar serem falsas: além dela não ser noiva ou mesmo namorada de Castile, este também não tinha licença para porte de arma, arma essa que alegadamente terá agarrado segundos antes de receber os tiros. A ser verdade... a verdade não é rentável, não dá 75.000 dólares, não traz fama e pode levar à prisão. O motivo pelo qual foram mandados parar ainda não foi totalmente esclarecido mas de acordo com alguns sites, existia uma correspondência com um suspeito de um assalto e os cigarros roubados terão sido encontrados no veículo. |
O problema é que estes vídeos tornam-se virais, o povo julga primeiro e fica de mentalidade fechada para conhecer os factos, que geralmente são divulgados depois de algumas investigações. O povo escuta as palavras insufladas de um grupo organizado, que tem como único objectivo destabilizar e gerar o caos. Engole o que lhes é dito, contenta-se com essa versão, fecha-se a outras e deixa-se manipular. A mim custa-me a acreditar, já o disse, que a polícia seja o que apregoam. Não que seja ingénua e não acredite na existência de maus e abusivos policiais. Muito pelo contrário. Acredito e muito. Mas é nos próprios policiais em que temos de depositar a nossa confiança para que investiguem e apanhem esses casos. E olhem que acontece mais vezes do que se julga. Porque até eles não gostam de descobrir que um «deles» está a desonrar o uniforme e levam isso a sério.
De domingo para segunda voltaram a disparar tiros contra policiais que se deslocavam numa autoestrada, numa alegada emboscada. Aconteceu em Baton Rouge, localidade onde semanas antes a polícia havia morto um cidadão negro, supostamente por ter resistido à detenção e recusado identificar-se. O video tornou-se viral. Foi também avançado que o homem tinha uma arma no bolso das calças, que tentou agarrar, mesmo quando imobilizado no chão. Testemunhas no local confirmaram-no, pelo que sugerir que a arma foi plantada pelos policiais tem assim poucas chances de vingar.
Antes destes disparos às forças policiais no dia 17, a polícia tinha apanhado 3 adolescentes por roubo de armas de fogo. Os três disseram que roubaram as armas porque planeavam matar polícias.
Antes destes disparos às forças policiais no dia 17, a polícia tinha apanhado 3 adolescentes por roubo de armas de fogo. Os três disseram que roubaram as armas porque planeavam matar polícias.
É este tipo de pessoas que todo o mediatismo sensacionalista está a gerar! Ora bolas. A polícia já tem tanto crime para combater, tanto criminoso para apanhar, cada vez mais a lei protege tanto os criminosos e agora tem ainda de se preocupar com o povo ignorante e facilmente manipulável que se arma em milícia para os matar?? Mas estas pessoas não PENSAM nos actos que pretendem cometer? Não sabem o que é ser um assassino?
E depois temos os media e algumas poucas figuras mediáticas sem grande juízo que dizem coisas destas:
| TODOS temos força para transformar a nossa raiva e frustração em acção. |
Neste contexto de tensão racial, apelar à "acção" é ou não é um incentivo ao crime?
O que é que um bando de revoltados pouco inteligentes, "alimentados" com preconceitos, vai concluir ao ler este incentivo à vingança pelas próprias mãos? Se matarem pensam que lhes vai acontecer o quê? Vão ser acolhidos como heróis na mansão da Beyoncé?? Mas vieram de que buraco??
Sinceramente não sei onde a américa vai parar.
Mas pode não ser nada bonito.
Mas pode não ser nada bonito.
E entristece-me muito.
A ignorância, os factos parciais, distorcidos, a imprensa omissa, conivente... o fogo para os olhos de todos... É tudo repugnante.
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Ai que nervos!! - isto dos tiros
Há anos que me vem a enervar esta realidade nos EUA de se estar constantemente a acusar a força policial de "matar" homens negros por serem negros. Achava perigoso e repudiava-me a forma propagandista e DISTORCIDA como os factos eram massivamente apresentados pelos media.
Vai que esta madrugada voltei a enervar-me com o tal vídeo do homem a morrer dentro do carro, após um confronto com um polícia. Enervei-me por vários motivos, entre o principal, a forma gratuita e estúpida como as pessoas passam juízos de valor com base em tão pouca informação ou apenas um dos lados da mesma. A rapidez com que "classificam" qualquer acontecimento do género como "Racismo". Mesmo quando depois de uma longa investigação fica provado que foi auto-defesa. Insistem sempre na versão distorcida e não actualizam os factos.
Pena é não se falar dos casos em que é o polícia aquele que é assassinado. Aí já não existe racismo, caso o indivíduo que disparou o tiro fatal seja negro e o policial que o recebeu não for.
Esta forma tendenciosa de ver as coisas perturba-me. Os EUA é um país racista, mas creio, pelo que percebo, que são as pessoas negras as mais racistas de todas. Pois não podem ver um caso que envolva um deles e um branco, que vêm logo com o racismo. Defendiam e transformariam em santo até o Charles Manson, se este fosse negro.
Bem, mas hoje pela manhã surgiu outra notícia, igualmente trágica. Cerca de 10 polícias foram alvejados e pelo menos um foi assassinado por snipers (a cobardia total) durante uma «manifestação» contra a "violência policial". (que, convenientemente, dizem só atingir um grupo da população).
O que me perturbou são os comentários:
"Com arma matas, com arma és morto"
"Retaliação""Bem feito, mataram dois homens"
"3 a 2"
Uma ignorância de comentários que me deram urticária. Indivíduos que vão até buscar a escravatura, para legitimar o assassinato de pessoas hoje em dia. Parece que ter nascido com a pele branca na américa, é hoje um grave problema. Porque vão ter de "pagar" pela escravatura de há uns séculos... A população mais ignorante assim o exige, aparentemente. Porque consideram "normal" que se matem polícias a cuidar da segurança de uma multidão porque, aparentemente, um polícia no decorrer do serviço, matou, SEM NECESSIDADE, um homem. Que calhou ser negro. Podia ser branco, mas isso não dá notícia... Nem tem namoradas ao lado com telemóvel a gravar.
Agora pergunto, só para complicar a vida destas pessoas com "tantas certezas". Se um destes tiros dirigidos a um policial fosse parar numa criança o discurso, certamente, já seria diferente. E eu não vejo diferença.
Por isso, já sabem: se um familiar vosso for polícia e um policial lá na américa abusar da sua autoridade... É justo que um cá seja assassinado a tiro.
Por isso, já sabem: se um familiar vosso for polícia e um policial lá na américa abusar da sua autoridade... É justo que um cá seja assassinado a tiro.
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terça-feira, 5 de julho de 2016
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