sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Porquê dá sempre certo?


Expliquem-me vocês, principalmente se existir por ai algum matemático. Porque é que isto dá certo?

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Karma



Se eu acreditar em Karma, então tenho de pensar que o que recebo é "paga" de algo que fiz.

Comecei o ano mal: desempregada (foi-se o part-time) e doente. Tenho estado em recuperação, a ter cuidado com o que ingiro porque o intestino entrou no novo ano em plena revolução.


Ando a arroz e caldo de arroz.
Melhorei esta noite.

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Numa outra nota, vou aproveitar e fazer um desvio de tema. Somos uns sortudos em Portugal por termos a água potável que nos sai pela torneira. Sei que não é, infelizmente, em todos os locais de Portugal. Até mesmo em algumas freguesias de Lisboa a água da torneira é um perigo de ser consumida. Mas aqui é - no meu entender - ainda pior. Porque à boa maneira inglesa, ninguém dá certezas de nada. Supostamente a água pode ser bebida, mas todos acham melhor não o fazer. Certezas, certezas, ninguém as tem. 

Saudade de saber que posso abrir a torneira e beber a água que contém.
E saudade também dos garrafões de água de 5 Litros. Tão abundantes nos supermercados em Portugal, incrivelmente escassos por aqui. Para se ficar com uma noção, em todos as superfícies comerciais da zona, só uma disponibiliza água nessa quantidade na sua marca branca. Mas é tão raro vê-la nas prateleiras, tão raro, que não consigo comprar uma faz mais de um mês.

E enquanto a água engarrafada em portugal é barata, aqui não é tanto. Consegue-se ver nos supermercados garrafas de meio litro com água à venda por mais de duas libras. Supostamente água XPTO... vê-se também muita água com sabor a "fruta" (que tem quilos de açucar). Mas água simples, só água, o mais barato que se encontra são garrafas de litro e meio por cinquenta cêntimos. As de 200ml são acima de uma libra. 

Espero que os interesses económicos não estraguem o que Portugal tem de bom e que a proprietária da EPAL não estrague o que de bom a empresa tem.

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Desvio feito, se o Karma existe, gostava mesmo de saber quais os pecados que muitas pessoas a viver vidas difíceis estão a pagar. Deve ser algo de vidas passadas, só pode. Porque nesta... 

Tenho de interpretar este "Karma" não como o resultado de acções tomadas, mas como outra coisa totalmente diferente. É como um loop. Este "Karma" é como ter aquele professor que teima que o aluno tem de aprender a lição como ele a está a ensinar. E não há cá outros métodos. E como a lição nunca gere a reação que o professor pretende arrancar do aluno, é dada até à exaustão. Até o aluno fazer o que o adulto quer ou vergar e quebrar.

Pode a vida me ter dado um mau professor?



segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Tentem lá...



E que o defina.
Estão a postos?

sábado, 5 de janeiro de 2019

Muitas mudanças



A que-não-limpa e já foi embora repetiu isto muitas vezes:
-"Em Janeiro vão haver muitas mudanças nesta casa".


Ora, se ela já não ia cá estar a morar, no quê lhe afectariam? Para quê se preocupar em mencionar? 

Achei que ela estava a fazer referência à "amiga" do rapaz que vem para esta casa. Ela devia saber alguma coisa que eu não sei. 

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Aparentemente eles tiveram um desentendimento porque ele deu uma festa quando eu viajei em Outubro para Portugal - claro. (Sempre à espera que vire as costas). E nessa festa existiram exageros e pessoas ficaram bêbadas. 

A que-não-limpa tinha uma função útil nesta casa: não permitia exageros. Gostava de convívios e festas, mas não bebia álcool e exigia sossego e silêncio. Como era "uma" deles, os italianos enfiavam a cauda entre as pernas. Comigo ausente acharam que ia ficar "tudo bem" com a comadre, se aproveitassem para celebrar em exagero. Mas enganaram-se.

A perspectiva dela se ir embora agradou-lhes imenso nesse sentido. 

E como seria de esperar, esse sentimento de "liberdade" já os faz querer voltar à pândega. 
Isso já me apavora, como me apavorava antes.

Não sou anti-festas e até sou bastante tolerante. O problema é mesmo esse: demasiada tolerância. Acho que a mais velha serviu-me de exemplo. Ela não tinha problemas em manifestar o que pensava e o que queria, esperando receber. Eu recebo pouco e dou muito. E não cobro nada. Sou "tolerante" - e nesse sentido, sou desrespeitada. Fico com os meus sentimentos feridos constantemente. Porque eles não querem saber de mim. Tratam-me como se eu fosse um espinho que pode entrar no pé deles, como uma inconveniência. Não me incluem em nada do que fazem nem sequer comunicam que vão trazer pessoas para a casa. 

E isso é ser-se desrespeitoso.
Não peço nem espero que me convidem  para as suas festas privadas. Embora fique mal nunca terem se esforçado em me incluir. Mas que não comuniquem? Isso acho de baixo nível, porque é o mesmo que dizer que eu não valho nada. Entrar em casa com compras, a planear fazer um belo jantar e deparar-me com a casa cheia de gente, mal posso me mexer, álcool a ser servido por todo o lado faz-nos sentir uma merda. É que os da casa estão todos ali, vêem-me e é como se eu não existisse. Não me convidam, não mo comunicaram, nem sequer dizem olá... e uns uma vez, ainda riram-se e olharam de lado para mim, como que para reforçar a exclusão com um olhar "não és uma de nós".   Esperam que me afaste rapidamente, só isso. E é o que faço. Deixo-os estar. E retiro-me para lhes dar à-vontade com as pessoas que escolhem. 

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Se vos contar a noite de ontem também vão ficar muito apreensivos. Para começar, mudou-se para cá a nova-jovem rapariga. É simpática, como previ. Mas também muito dada a festas e a beber até as pernas balancearem. Fala pelos cotovelos e também por isso foi instantaneamente aceite pelos italianos por ter deixado claro que é uma rapariga de festas. Trouxe vinho, ofereceu e bebeu até ficar afectada. A reação do rapaz - que esteve a "apalpar" terreno desde que ela chegou, foi dizer: "És como uma versão da minha pessoa".

Acham que ela vai ser tratada e rejeitada como eu?


(conto o resto desta história depois)


quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Ganhar a Lotaria


Já imaginaram o que é receber esta notícia e logo na passagem de ano??


Por morar no Reino Unido tive pessoas a perguntar-me se foi a mim que saiu o primeiro prémio do euromilhões.

Não, não foi a mim.
Nem sabia que tinha saído cá.
E já não me lembrava que o euromilhões existe.



Puffy eyes


Já choraram muito este ano?

Não importa quantas vezes já vi um filme. Sempre me emociono. O responsável pelas primeiras lágrimas vertidas logo no dia 1 foi Ben-Hur (1959). De todos os atores principais, a única que ainda vive é a atriz que interpretou Esther. 


Aqui fica um interessante documentário sobre a origem da obra Ben-Hur e o seu percurso na história das artes. Legendado em italiano, pode sempre ativar a legendagem em português.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Vem aí o ano




Será a 5 de Fevereiro - o Ano do Porco.
Entretanto mais de metade da população mundial está, provavelmente, a entrar ou já a despir as suas melhores roupas, após andar aos pulos, entre fogo de artifício, música, coffetis e champanhe.


OBRIGADO DO FUNDO DO CORAÇÃO
A TODOS OS QUE DISPUSERAM DE UM POUCO DO SEU TEMPO PARA DEIXAR AQUI OS VOTOS DE UM BOM ANO. É RECÍPROCO. PERDOEM-ME NÃO VOS DIZER O MESMO NOS VOSSOS CANTINHOS. MAS SAIBAM QUE JÁ ME ANIMARAM COM ESSE GESTO E VOS ENVIO MUITO BOAS ENERGIAS.

sábado, 29 de dezembro de 2018

Blue for tidy



Ontem pelas 11h estavam completamente vazios.
E assim os deixaram pelas 20h desse mesmo dia.