Metereologia 24 h

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Comida processada: os resultados

 

Não é novidade para muitos que me conhecem de perto: eu só como comida processada. 

Não por gosto, mas por ser prático.
Não cozinho. 
Não por não gostar, mas por falta de tempo e por fadiga resultante dos esforços no trabalho. 

Eu só como PORCARIA. 

E faz quase uma década de constante ingestão de... comida processada. 


Minhas refeições consistem em noodles em copo, massas como lasanha e novelinhos com atum ultra-congeladas, arroz com galinha ultra congelado, fish pie ultracongelada, panados de peixe ultracongelados, pizza ultracongelada, chocolates, bolachas, gelados e mais recentemente, gomas. Bebidas, costumava ser só água. Mas a semana passada comprei uma dúzia de latas de "chá" com gás, a um preço apetecível de 0.25 centimos que me fez querer arriscar consumir para receber um "boost" de energia quando a sinto em baixo no emprego. 

Acabo que, no emprego, estou até demasiado ocupada para beber a bebida. Acaba por ser em casa, quando quero descansar, que consumo a bebida açucarada. Talvez por ser "chá", acho que me faz ir ao WC umas 10 vezes seguidas. Aliás, no meu dia de descanso, que começa esta noite para amanhã, a coisa que acabei de constatar que acontece de diferente é que as idas à "casinha" são substancialmente maiores. 

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