quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019


Vi no facebook. Concordam?



«"Embora eu seja um solitário típico na vida diária, a minha consciência de pertencer à comunidade invisível daqueles que lutam pela verdade, beleza e justiça me impede de me sentir isolado." Por mais que você pense que não é amado, não só aqueles que lhe rodeiam nesse plano, mas também todos os seres de luz e todos os seres que você teve a oportunidade de cruzar em outras vidas, tem um grande amor por você. Há mesmo muita gente na torcida para que você saia da ilusão do sofrimento».


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Sabonete? Comece a usar já!


Estava cansada de usar gel duche. Na realidade, nunca os achei muito eficientes, mas eram práticos para uma pessoa preguiçosa como eu, que não queria perder muito tempo no duche a esfregar a pele. Por isso os usei durante anos e anos. Deixando de lado, praticamente desde a minha infância, o então popular sabonete. 

Mas já estou cansada do gel. Só os estava a usar pela praticabilidade - que afinal descobri ser uma ilusão - e por esperar que deixassem a pele perfumada. Desagradava-me constatar que tal não era verdade. Ao cheirar a embalagem, o perfume era inebriante mas, depois de usar, não se sentia. (É o que acontece com pessoas que têm a sua própria essência, eheheh, as artificiais não funcionam). 

Além disso a sensação na pele não recordava a sensação deixada pelo sabonete, que passei a sentir falta. O gel duche deixa a pele com uma "película" que a faz parecer mais suave, mas na realidade não a está a limpar. Isso foi mais perceptível no meu caso, ao usar o sabonete líquido para lavar as mãos. Por mais que passasse por água, continuava a sentir falta de "tirar" aquela sensação quase viscosa, macia, do produto. Até que um dia, usei um sabonete. Não só as minhas mãos ficaram totalmente sem gordura, como o tacto tornou-se mais apurado. Sabem quando tentam abrir uma tampa de um frasco e ela não cede? Pois depois de usar o sabonete, fiquei impressionada. Segurar e fazer força para rodar uma tampa pareceu até uma tarefa mais facilitada.



Dito isto, recordei-me do pequeno e gasto sabonete deixado no canto do lavatório da casa de banho da casa dos meus avós. Quando lá ia lavar as mãos, estranhava o sabonete. Na minha casa o suporte para ele tinha sido algo avant-garde. Ali era simplesmente colocado na porcelana. Por vezes rachado, outras já tão reduzido em tamanho que até duvidava que não se partisse. A aparência daquela barra era bem menos atractiva que uma embalagem onde só é preciso carregar para ter o produto já na forma líquida nas tuas mãos. E de seguida lembrei-me da sensação agradável e do perfume delicado que me ficava depois de terminar de as lavar com a barra de sabonete. Até se costumava estender as mãos até outras pessoas e dizer: "Olha como as minhas mãos cheiram bem!" e snifava-se o aroma. Alguém se lembra de fazer isto?

E foi aí que soube: adeus, gel duche! Adeus chatas embalagens em plástico, que nem tenho mais onde as colocar. Somos cinco nesta casa, cada qual tem entre dois a cinco produtos de duche, são tantas embalagens em plástico, de todas as formas, feitios e cores ali deixadas no chão do chuveiro. Gosto é de ver flores, coisas bonitas. O plástico e o seu uso abusivo e desnecessário já me vem a aborrecer há muito. Há muito que não me identifico com isso. Queria mudar. 

Agora uso sabonete! E estou a adorar! 
Vocês também usam sabonete? Não é maravilhoso?

O perfume ligeiro, a sensação deliciosa da barra a passar na pele, a espuma natural, verdadeira, eficiente. O material que fica na pele e solta-se com facilidade, deixando a pele com sensação de pele, não de algo escorregadio... 

Agora tenho um NOVO MUNDO em sabonete para explorar. São tantos os aromas. todos tão inebriantes. Comecei por leite de cabra. Agradável. E também por alfazema. DELICIOSO. Os aromas são tantos, as embalagens são mimosas, delicadas, bonitas peças de arte. Óptimas para oferecer de presente, sem serem muito dispendiosas. Há no mercado colecções com gravuras tão bonitas. Na prateleira ficou uma barra a dizer "Fado". Cheirosa, tão alusivamente portuguesa, óptima para experimentar e dar de presente. 


O sabonete ocupa menos espaço. Dura bastante mais que o chato do gel duche, não vem embalado em plástico e, ao contrário do que os filmes popularizaram, este não está sempre a cair no duche e ninguém escorrega, ahaha.

Glicerina, maça, jasmim, alcatrão... tantos que me aguardam!

Gel duche e suas embalagens plásticas... não me parece.
E tem outra vantagem, uma que também vinha a querer optar: não se está a dar dinheiro a marcas como "nívea", "palmolive" e outras estrangeiras. Portugal tem excelentes sabonetes, reconhecidos internacionalmente e de qualidade. Quero ajudar o comércio local, e cansei de ir aos supermercados e ver marca branca ou apenas as mais famosas. Quero variedade, quero escolha. Vamos regressar às origens?

Agora quero que todos optem por esta maravilha. 

E vocês? Se não usam sabonete, estão a pensar tentar?
Quem de vocês ainda usa sabonete?


terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Yes


Queria sentar-me no topo então coloquei o pé em cima do degrau e tomei impulso. Fiquei com o rabo elevado e a cabeça para baixo. De imediato o meu olhar parou na única palavra ali grafitada: "Yes".

Devido à posição em que me encontrava, deduzi a razão que levou alguém a escrever ali a palavra. É que se está no alto a olhar para um precipício. O olhar só vê esse precipício. Ora, o que uma pessoa a olhar para um precipício pode temer ou pensar? 




Teme cair ou pensa em se atirar. E daí achar que aquele singelo "Yes" não tinha nado de inofensivo. Foi colocado estrategicamente para alimentar ideias suicidas. 


Mas uma vez sentada, esse pensamento desapareceu e a paisagem tomou conta. Foi no miradouro de Santa Luzia, em Lisboa, talvez também conhecido por Miradouro das Portas do Sol, devido à proximidade de um e outro. 




E vocês, o que acham que pode significar o yes?

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Quem entende de bacalhau?

Para minha tristeza fui encontrar umas postas de bacalhau que tinha guardadas neste estado:


Estão cor-de-rosa!

Fico triste... sou quase incapaz de cometer desperdícios, e isto parece-me um. Além do bacalhau não ser um peixe muito barato, estas postas foram especialmente selecionadas para mim. Teria-as congelado se não fosse pela total falta de espaço ou as teria resguardadas ao ar livre no anexo à cozinha, não fosse saber que o odor que imitem certamente ia incomodar alguém. Então mantive-as no saco, que estava selado a vácuo. Pensei que estavam a salvo. Mas o vácuo não resultou.

Pesquisei na internet mas fiquei sem entender se podem ser consumidas ou são um veneno para a saúde. 
A minha intuição diz-me que vermelho é cor de veneno... e para nas as consumir. Snif!


O que sabem sobre bacalhau?

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Qual das versões preferem?





Qual das versões preferem?

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

A vida é justa?


Estou desempregada por isso vivo em casa. Já os meus colegas estão empregados, mas vejo-os todos os dias em casa também. Nada contra, mas estou nesta situação contra a minha vontade. Eles gostam. E ainda por cima, têm o privilégio de manter o estatuto de "trabalhadores". Isso é que me revolta e entristece. O meu futuro pode estar comprometido com esta pausa forçada. O deles não tem esse problema. Faz cinco dias que a rapariga mais nova não vai trabalhar. O rapaz, três. Só uma cumpre quase sempre os habituais cinco dias da semana, com folga ao sábado e domingo. Ao todo somos cinco. Eu estou em casa por força maior e ainda assim tento não estar. Mais outros três "empregados" que conseguem não ir trabalhar. Quando quiserem candidatar-se a outro emprego, vão apresentar um "curriculo" de ocupação contínua que, na prática, é mais ficção que outra coisa.

A vida é justa?

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Dia dos Namorados


Sobre esta ocasião não ia pronunciar-me. Reparei, claro, nos corações por todo o lado, nas prateleiras das lojas cheias de artigos temáticos à paixão e nas rosas vermelhas. Porém, não produziu efeitos emocionais alguns. Foi somente quanto caminhava na rua que vi. O único instante em que senti que era Dia dos Namorados


E pronto: ver um casal de mãos dadas foi o que despoletou em mim essa percepção.

Nenhum dos muitos bouquets minimalistas que reparei estarem nas mãos de homens me emocionou. Nenhum homem a rondar prateleiras cheias de artigos vermelhos e cor de rosa, à procura daquela coisa que espera que a namorada vá gostar mas que não vai custar muito dinheiro, nenhuma destas visões de consumo me fez sentir a data.


Foram duas mãos segurando uma na outra. Suporte, apoio, amor


O significado da data não está nos corações, nem no vermelho, nem nas flores compradas todos os anos para não se perder tempo a pensar noutro tipo de oferenda, ou no artigo barato com ar infantil e mimoso que o namorado procura um tanto a contra-gosto para oferecer mais por obrigação e receio do que por vontade. 


Alternativa 1
Alternativa dois: cholocate bem barato, em forma de rosa
(para os muito forretas)


Aquela que teria sido a minha escolha.
Adorei estas joaninhas vasos. Em metal, com arame que
torna cada peça amovível. 

Ursos para quem abre mais a carteira ou ainda não tem a
sua "amada/o" seguro.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Pira?



Excelente mantra. Concordam?