Quando num estado de anarquia, de guerra, é preciso proteger em primeiro lugar as mulheres e crianças. Se as guerras não fossem coisa de homens, acho que isso não acontecia.
Nas guerras - mesmo quando se celebra o fim e a chegada da paz, a mulher nunca está a "salvo". Nem crianças. Soldados que invadiam territórios "afugentando" os inimigos para longe, achavam que violar mulheres era apenas o esperado. Era a obrigação de TODAS, se eles assim mostrassem vontade.
Crianças meninas também não estavam a salvo disso.
Se por acaso um dia chegarmos a uma situação semelhante, lembrem-se que o mundo é bárbaro, violento tudo isto embrulhado em muita testosterona. Os primeiros a serem prejudicados são os vulneráveis e caridosos.

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