domingo, 7 de fevereiro de 2021

Descontrair na folga, o novo colega e a nova serie!

 Temos um novo colega de casa. Veio ocupar o quarto de baixo. Vou chama-lo de B, porque julgo que e esse o quarto que ocupa.

Parece um rapaz simples mas so a convivencia o dira. Nao sei mais nada dele sem ser o nome e a area de trabalho e que esta desempregado. Mais um que se mudou so para ficar por casa. Deve ser porque a renda e das mais baixas que se podem encontrar.

O que quase sempre atrai os piores. Basta ver o que ca esteve antes e a rapariga inglesa que apareceu para ocupar o quarto super barato na primeira casa em que vivi. Ambos eram aproveitadores, que tiravam comida alheia, sujavam tudo e nunca limpavam ou davam dinheiro para as despesas. 

Um terceiro esta por aparecer. 

E a casa vai voltar a ficar cheia. Os conflitos? Irao aparecer gradualmente.

Talvez porque ele chegou, hoje de noite consegui passar uns momentos na cozinha, a ver televisao. Fazia uns dois meses que nao o fazia. Nao dava. Fosse a que hora fosse, existia sempre alguem a subir e a descer, a passar de um lado para o outro, a impedir a descontracao. O rapaz do andar de baixo, esta noite, manteve-se no quarto ao inves de estar sempre a passar cada vez que me escuta a tentar fazer algo na cozinha. Nestes dois meses nao existiu altura do dia ou da noite em que ele nao entrasse na cozinha atras de mim. Sempre no controlo. A fazer uma especie de bulling. 

Com a chegada do rapaz fui a cozinha a meia noite e nao apareceu ninguem. Consegui sentir tranquilidade. E como estava a sentir-me irrequieta sem vontade de estar no quarto e sabado e o meu unico dia da semana de folga - optei por acender a TV e relaxei como ha muito nao fazia. 

A jantar um prato de massa que fiz as sete da manha, encontrei uma nova serie televisiva: plebs.

Uma comedia inglesa com o tipo de inteligencia, humor, timing dos actores, profissionalismo, cenarios fantasticos, com estudo de epoca para tornar mais realista os detalhes que interessam e guiao que aprecio. Virei fã. Ate que enfim algo feito nos dias de hoje chama a minha atencao.

A accao passa-se no ano 26 ac., em Roma mas os comportamentos, linguagem e situacoes sao bem contemporaneas. O humor esta tambem neste contraste. Numa cena os protagonistas encontram um bebe no lixo e levam-no para casa. 

No emprego de um deles o bebe comeca a chorar e a patroa tira uma chupeta da gaveta para o calar. So que no ano 26 ac. As chupetas eram de Madeira. E esta tinha uma forma um tanto suspeita, maior e mais longa o que faz o protagonista perguntar se aquilo nao sera um objecto para inserir no traseiro...

- Sei la! - responde a patroa. Pode ser.

- como e que eu sei se e uma chupeta ou um tapa-traseiro? 

- porque e que nao a metes na boca para ficar a saber?

- Passo....

E isto fez-me rir. 😆😆 

 







1 comentário:

  1. Que bom que pôde descontrair um pouco.
    Oxalá tenha daqui para a frentes outros momentos assim.
    Abraço, saúde e uma boa semana

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