terça-feira, 31 de julho de 2018

Lista de perfumes femininos muito apreciados


A pensar na luta inglória de quem procura o «seu» aroma, fiz uma pesquisa. Descobri que a lista de perfumes adorados por pessoas pode ser bastante extensa. Incapaz de experimentar cada um e tirar as minhas conclusões, decidi fazer uma lista. E deixar que sejam vocês - que já experimentaram alguns ou andam a experimentar, a dizer se algum destes também entra na vossa lista de favoritos.


Nº1  ºººº Mademoiselle Coco, Chanel
Review: "É o perfume que mais me elogiam, continuamente, homem ou mulher"

Nº 2 ºººº Lady Milion, Paco Rabanne
Review: "Um perfume forte e sexy, definitivamente para sair à noite"

Nº 3 ºººº For her - Narciso Rodriguez
Review: "Amo, tenho ciúme de partilhar"

Nº 4 ºººº For Her - Eudora
Review: "Cheia de personalidade, recebe elogios, mas não é forte nem dura"

Nº 5 ºººº Eau de Addict, Avon
Review: "Um sucesso baseado na preferência de mulheres por todo o mundo. Ambar, sândalo, madeiras cremosas com canela, flor de laranjeira e pessego".

Nº 6 ºººº Absolutely Blooming, Miss Dior
Review: " Delicado, floral, feminino, cheiro de quem acabou de tomar banho"



segunda-feira, 30 de julho de 2018

As prateleiras no supermercado



As prateleiras no supermercado andam vazias de variados artigos.
Mas só esta semana fiquei a pensar no que existe por detrás deste sintoma aparentemente banal.

É que aqui no Reino Unido sempre achei que o comportamento dos retalhistas não é dos melhores. Não lhes parece desadequado manter umas prateleiras vazias de vez em quando em qualquer hora, mesmo nas de maior afluência. Também não parecem ter problemas com o deixarem os carrinhos e carrões com material no meio do caminho, as caixas vazias pelo chão, artigos caidos a torto e a direito, tudo amontoado e sem ordem. 

Por isso passou-me despercebido o facto desta ausência de mantimentos poder estar relacionada com o Brexit



Será que está?
Bom, para um país que importa praticamente tudo, é bem possível. 
Portugal costumava ser diferente mas hoje em dia vai-se aos supermercados e não se encontra produtos nacionais. Legumes, que existiam com fartura, fruta que era em ambudância... Agora as bananas da madeira são raras, pelo que ouvi dizer até a cereja do Fundão este ano anda desaparecida e enfim... vem tudo de fora. Bananas da colômbia e cerejas de Espanha - talvez.



O que acham?
Pensam que o Reino Unido corre risco de ficar mal fornecido de bens de primeira necessidade enquanto tenta sair da UE sem ser afectado?

Deveria Portugal seguir o exemplo e abandonar a Uniao Europeia?


Será o nosso futuro ficar de prateleiras vazias e sem produção própria??

domingo, 29 de julho de 2018

Paixão sensitiva



Estou apaixonada.
Por um aroma.


Conheci-o faz mais de um ano. Preservei a sua embalagem recém encontrada e quase vazia que ia para o lixo, porque o aroma que exalou foi amor à primeira inspiração.

Deste modo podia posteriormente pesquisar pelo nome da marca e do produto.


Foi o que fiz.


Ainda não estou preparada para revelar a minha paixão. Não fomos devidamente apresentadas e, sendo assim, fica estranho falar dela. Apenas a conheço de vista, ainda não lhe toquei. Mantenho o seu aroma comigo e cada vez que lhe toco, quero que me envolva, quero acordar, sair e entrar numa divisória da casa com o seu perfume e inundar os lençois com ele. 

É o impacto que vai criar no bolso que me faz refrear o impulso da aquisição não reflexiva. Preciso de ser bem apresentada e decidir qual amor vai ser o primeiro. Tarefa muito difícil (Como o deve saber a Ana do blogue Escrevi e Vivi, que busca o seu aroma como um Don Quixote). 

Não estou sequer preparada para revelar o seu nome.
Ainda não.

Procurei saber se existem outras marcas com o mesmo cheirinho - mas ao que parece esta descobriu o Jackpot lá pelos anos 70 e tem a receita fechada a sete chaves. O estranho é que tenho a sensação que já a cheirei antes... em casa, num dos muitos cremes para as mãos ou corpo que minha mãe adequiria nos catálogos da Avon e afins e que tanto gostava de experimentar.


Se pudesse, embalava-o e enviava uma amostra para cada um de vocês.
Acho que também iam apaixonar-se.


sexta-feira, 27 de julho de 2018

Ainda o calor, calções e tragédias



O que aconteceu na Grécia encheu-me os olhos com água.

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Um dia depois de falar sobre calções e como há quem os usa quando não lhes caiem bem, foi com agrado que no dia seguinte vi o contrário. Duas raparigas usavam diferentes tipos de calções. Mas ambas escolheram-nos bem e tinham pernas para os usar. De tão normal que pareciam nem sequer davam nas vistas. Até alguém reparar que tudo combina bem.

Exatamente o que a indumentária deve fazer.



A primeira "visão" de calções foi numa adolescente jovem. Vestia um top cor de pele que quase a fazia parecer nua. Mas não. O calção era em ganga - se não me engano. Mas tudo combinava bem, até mesmo o tom de pele do top. 
A rapariga, sem dúvida, podia usar esta combinação de roupa. O calção tinha o cumprimento adequado. Era curto, mas ela caminhava e não mostrava nada nem se reproduzia um movimento estranho naquela zona particular do corpo humano. 



Esta rapariga, no mesmo dia, também sabia usar os seus.

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E  hoje fico-me por aqui.
Um forte abraço!
Muita saúde e felicidade para todos.


segunda-feira, 23 de julho de 2018

Puré de batata nunca sabe o que batata é


Hoje deu-me para epifanias. 


E a analogia do dia é:

Puré de batata versus batata.



Há pessoas que são puré de batata. E olham para ti e vêm puré de batata. A diferença é que podes ser puré de batata hoje, mas já foste uma batata no passado. Enquanto que elas, desconhecem o que é ser batata, vieram directamente do laboratório onde foram processadas sintéticamente e nasceram já em flocos de um material parecido à batata que, quando misturado com um líquido, transforma-se em pasta, puré.

A diferença é brutal. O puré de laboratório nunca conheceu o ser batata. Não conhece o gosto puro e natural de ser batata. Não sabe o prazer que é desenvolver-se em batata, cheirar o cheiro da terra, ser cobiçada e desejada. Toda a sua vida gira em torno da artificialidade de um laboratório. Riem e menosprezam os purés que vieram da batata pura. E olham com inveja para as batatas que desejam emular.


Entenderam alguma coisa? 
Ehhe.


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Noutra nota para o dia de hoje, navegando pela net descobri isto aqui: químico perigoso

O tal do BPA (Bisfenol A) parece ser um criminoso eficaz que está presente por toda a parte. Hoje é este o descoberto. Amanhã qual será?

Vivemos rodeados por venenos, consumimos venenos, tocamos em veneno, respiramos veneno. Como podemos ser ou nos manter saudáveis se nos lavamos com substâncias químicas cancerígenas? 




O BPA está presente em ELEVADA PERCENTAGEM em todo o talão de recibo térmico. Ou seja: TODOS. Porque os antigos de papel e tinta foram substituídos pelos térmicos. E assim cada vez que se toca nestes papéis (cuja tinta desaparece em pouco tempo) estamos a absorver por contacto uma ELEVADA PERCENTAGEM de uma substância muito perigosa para o organismo, cancerígena, capaz de matar, causar infertilidade e problemas hormonais.


Ao que parece já existem um rolos em papel cuja publicidade diz ser 100% livre de BPA.... Mas por acaso você sabe que rolo está no interior da máquina do seu supermercado?

Fica o aviso: da próxima vez que for às compras, deixe o recibo para trás.

Ah, as delícias da vida moderna!



Portuguesinha

sábado, 21 de julho de 2018


Vocês não sabem como sou fisicamente. 

Hoje vi duas mulheres na rua mulheres que, à partida, não repararia nelas. Porque não sou de reparar. Até que olhei para as suas pernas. Depois para os braços. E de volta para as pernas. Nomeadamente para as coxas de uma. Procurava saber onde estavam.

Não me ocorreu tirar uma fotografia mas, agora que estou a escrever sobre isto, gostava que pudessem ter uma ideia do que falo.

Nem uma nem outra podiam ser muito saudáveis. Andavam, fumavam, falavam e mechiam-se normalmente e sem aparente dificuldade, mas sobre a pele, só tinham o esqueleto. Pouco mais. As pernas de ambas? Dois paus rectos. As coxas? Inexistintes.



Adoro usar calções mas é uma peça de indumentária que abandonei lá pelos 16 anos. 
Porque não gosto de me ver com eles e não mais me sinto confortável. Tenho a memória de gostar e a sensação. Mas não é um sentimento que regresse caso cometa a "extravagância" de colocar uns. 

Uma destas mulheres usava calções curtos. Segui as suas pernas de baixo até cima, até ao ponto onde os olhos podem olhar, à procura daquele instante em que se nota a perna a alargar até que se chega àquela curvatura que vai levar à coxa. Mas nada vi. Era tudo uma linha recta. 

Eram pernas direitas como paus.
A primeira mulher, juro, que era tão larga de perna como eu sou no braço. No braço mesmo, não no antebraço. Julgo que o tenho ainda mais espesso que as pernas daquela rapariga que vi na paragem. 

Pernas iguais às que vi!
Dois paus rectos, sem curvas, sem nada.



Tudo isto para dizer que, de certa maneira, sempre nos queixamos de algo
Eu tenho "demasiada" carne e estou ciente disso. Tem instantes em que gostaria, pelo menos por um bom tempo, sentir-me diferente, estar diferente. 


Mas não assim como vi. Pele e osso
Não é nada saudável e cada quilo a mais que o meu corpo carrega, cada grama de gordura, acolhia-a com gosto. Já na renascença associava-se "gordura a formosura" porque só os miseráveis, pobres, raquíticos e doentes eram esqueletos vivos. 


Foi impactante observar que ainda é verdade.

Desejo que aquelas pessoas tenham saúde. 
Entre gordos ou magros, a saúde é o bem mais precioso que se pode possuir.


Portuguesinha

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Ambientadores públicos. Alguém se lembra?


Existiu uma altura em que se usavam nos cubículos dos WC públicos ambientadores automáticos. Cada vez que uma pessoa entrava no espaço, uma ou duas borrifadelas de cheiro perfumado camuflavam qualquer outro odor que o "visitante" pudesse deixar.

Havia quem não gostasse disso. 

Eu cá não me importaria nem um pouco que esta moda retornasse. Mas sei que a razão pela qual desapareceu é muito forte: contenção de despesas.

Hoje o raciocínio não se prende na limpeza, conforto ou higiene. Mas no que fica mais barato. 


Ir à casa de banho no emprego não é uma tarefa que me agrade. Além de bastante barulhentas, estão quase sempre todas cheias de urina. Embora não toque em nada, não é uma experiência que queire que dure. Aliás, entro, faço e desapareço! Sempre com tempo para lavar as mãos.

Por vezes penso nos ambientadores. Como seria bom ter um naquele instante. Os wcs no emprego são os mesmos que os dos clientes. São usados por todos e a limpeza é uma coisa aldrabada. Passam o mesmo pano no assento de todas e puxam o autoclismo. No chão passam primeiro um esfregao para empurrar lixo e depois a mesma esfregona humida faz o resto. É isso que chamam limpeza.

Mas o que menos gosto nestes WCs é o que inventaram para "secar" as mãos: as máquinas de ar quente. Tudo para poupar dinheiro em toalhas ou papel, pois claro. São tão barulhentas! Uma máquina daquelas precisa de um motor potente para atirar ar quente com força. Então quando umas cinco pessoas estão a usar cada uma a sua, o barulho é infernal.


As que menos gosto são estas aqui na imagem acima. De início pensei que seriam para outro propósito pois parecem-me desadequadas. Tenho cá para mim que outros devem ter pensado que se tratava de um urinol, pois o cheio daquele "ar quente" vinha com indícios a urina. É suposto colocar-se ambas as mãos pela abertura. A primeira vez que o fiz, quando a mão tocou ao de leve naquilo, senti que já as tinha contaminado novamente. Mal dá para o fazer sem encostar as mãos e acho isso um despropósito. 

Outra coisa perigosa nos WCs públicos é o SABÃO.
Pois, não sabiam, pois não? Na realidade, não existe sabão. Seja qual for o produto que usamos a pensar que se está a limpar as mãos, é um produto que, no meu caso e no caso de outras pessoas que conheço, é muito agressivo para a pele. Acabando por desenvolver secura e alergia. 

Ambientador de WC público
Se formos a pensar bem é um químico. Um saco com um líquido dentro mas que quando se vai a tirar um pouco sai na forma de espuma, como espuma de barbear. Isto faz com que cada saco dure bastante tempo e economiza muito dinheiro aos proprietários. Mas a sua composição será segura? Estamos longe do tempo em que se usava um simples (mas seguro) e eficaz sabonete. 

É bem capaz de ser melhor ficar só pela água - que também nunca se sabe se é reciclada ou potável. 

E pronto.
Hoje decidi fazer um post sobre um assunto e aliviar um pouco os temas domésticos :)

Aos que estão de férias, gozem ao máximo aos que regressaram, que venham cheios de energia e boa disposição :) Saúde para todos.

Portuguesinha


segunda-feira, 16 de julho de 2018

São duas


São duas raparigas que vêm ocupar os quartos que vão vagar nesta casa.
Uma já conheci e pareceu-me uma pessoa "às direitas". É uma mulher madura, passou-me a sensação de que é capaz de respeitar os outros e entende o que é viver num espaço partilhado. Pelo menos assim o espero.


A outra não vou conhecer sem ser no dia em que se mudar. É a que me deixa temerosa. É jovem e tem uma relação de amizade com uma das raparigas da casa ao lado onde tudo é grito e festa. Por vezes somente isto quer também dizer barulhenta, egoísta, faz o que quer quando bem lhe apetece. Espero que não seja um presente grego. 

Talvez porque ontem ao final do dia consegui escutar a voz e conversa da tal amiga na casa ao lado e não fiquei bem impressionada. Um quarto também vagou lá porque será que não o obteve? Mesmo entre ocasionais festas e convívios ainda se tem sossego nesta casa. Por vezes até é possível ficar umas horas com a casa só para ti. Mesmo com alguém dentro. E isso é bom, numa casa partilhada. 

Porém, há quem não perceba isso e todos os dias decida usufruir do espaço como se fosse só seu. É o que temo.

Espero ficar agradavelmente surpreendida.
O inconveniente destas novas entradas é que são pessoas com a mesma profissão. Uma que lhes permite longos periodos em casa, mais dias de folga e durante mais horas. Muito diferente dos empregos por turnos em horários diurnos e noturnos, com um ou dois dias de folga por semana. 

Esta adição pode significar que a casa deixará de ficar ocasionalmente disponível para aquele que calhar ficar de folga num dia em que mais ninguém a em.

Vamos a ver. 
Pode ser que esteja a colocar o carro à frente dos bóis mas, a verdade é que se deve pensar nestas coisas. Deixar tudo ao acaso e esperar pelo melhor não tem resultado.

Mas o que fazer se não isso?
É esperar pelo melhor!

E quando o Natal chegar, esperar que seja pacífico e tranquilo.
Sim, já estou a pensar - ou melhor - a desejar paz e sossego para esse dia, pois não vou poder ir para Portugal. Os «vizinhos», esses sei que nunca querem por os pés no seu país nativo - querem mais é a liberdade e os luxos deste por cá. Por essa razão, que todo o "barulho" que a quadra possa trazer, fique restrito àqueles muros e que neste não haja invasões.

Boa semana!
Apareçam mais vezes, actualizem vossos blogues. Espero que ande tudo bem com os mais assíduos. Não vos tenho lido mas... esqueci que entramos num periodo de férias. Se for essa a razão da ausência, tenham uns dias fantásticos e maravilhosos!

Portuguesinha