sábado, 30 de junho de 2012
Crise? Já não é de hoje!
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Centro(s) de Emprego




sábado, 2 de junho de 2012
Uma história pessoal - parte 1
Há muito tempo, era eu adolescente, passei por uma pastelaria especializada em fazer uns croissants quentinhos que minha mãe adorava. Decidi fazer-lhe uma surpresa. Tinha comigo dinheiro suficiente para comprar somente a quantidade certa: um croissant para minha mãe, outro para minha irmã e outro para mim.sexta-feira, 1 de junho de 2012
Figuras ridículas na cegueira de uma obsessão

segunda-feira, 21 de maio de 2012
Os pais discriminam os filhos. SIM ou NÃO?
É a verdade. Pronto, está dito.
Preferências entre filhos |
Por observações que tenho feito, cheguei à conclusão que este "mito" é VERDADEIRO.
Os pais, de facto, são capazes de tratar um filho aparentemente beneficiando-o mais em relação a outro.
Mesmo entre as famílias que dizem "gostar por igual", o trato pode ser diferente.
A discriminação não quer dizer que gostem MAIS ou MENOS de um filho.
Mas SIGNIFICA muitas outras coisas e pode resultar também em diferentes resultados:
discriminação |
1) Um pai/mãe que dê preferência de afectos a um filho e não a outro, vai fazer com que o último se sinta menos à vontade de os expressar. Será um indivíduo mais acanhado e reservado.
2) Um pai que prefira gritar mais com um filho do que com o outro, vai fazer com que o clima de tensão entre os dois esteja sempre presente.
3) Um pai que critica de forma desmotivadora as ambições de um filho, vai fazer com que este ponha em causa as suas capacidades.
4) Um pai que não ajude um dos filhos a conquistar as suas metas, compromete o seu futuro e felicidade.
Quero agora saber se concordam com esta (polémica) análise.
Não sendo ainda "pai" (sem ser postiço) mas tendo crianças na família, sei que gosto de AMBAS, cada uma na sua forma e conforme a vivência acumulada com cada uma. Não MAIS, não MENOS.
Como adultos, os pais carregam uma bagagem emocional |
Criança feliz |
Mas cheguei a esta conclusão mais por observação alheia e também um pouco por experiência como filha. Por vezes o que falha na relação entre pais e filhos é apenas a COMUNICAÇÃO, que é defeituosa. Outras vezes é a noção que os pais têm de que a vontade deles tem de ser soberana e a razão nunca pode estar do lado da criança. Não é assim e se forem teimosos podem danificar para sempre a comunicação eficiente entre os dois. Um pai é uma AJUDA PRECIOSA para um filho, o amor de filho para com os pais é incondicional. Isso comprova-se pelo simples facto de se saber que crianças adoptadas que nunca conheceram os pais biológicos (e outras que não têm razões para desconfiar que o são e sentem-se estranhas e incompletas), ao longo da vida jamais deixam de pensar no assunto como algo que precisam de satisfazer. De resto tenho observado mães mais severas para determinados filhos, aos quais parecem descrever a terceiros só por base dos seus defeitos, enquanto que descrevem o segundo só com qualidades. O engraçado é que a mesma observação tem quase sempre provado que estas mães não distinguem assim tão bem quem tem mais o quê e, quando mais adultos, são sempre os filhos mais "maltratados" os que estão mais presentes, aqueles que se preocupam com mais autenticidade com os progenitores.
A questão está lançada. O que têm a acrescentar a este texto?
CONCORDAM ou DISCORDAM?
domingo, 13 de maio de 2012
Descriminação ao que vem de Lisboa
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Puppy Love



Neste momento tenho na família crianças que começam a despertar para o puppy-love! Como quase sempre acontece, o alvo de tanta adoração ou é um jovem cantor(a) ou ator(iz). Na minha geração os miúdos eram doidos pela Madonna, as miúdas pelo DiCaprio, eu fui um pouco diferente... Mas a verdade é que começa aqui uma nova fase na maturidade de uma pessoa. É o inicio para algo maior, uma transição importante e que precisa de ser bem gerida e discretamente acompanhada para que o indivíduo possa crescer da forma mais saudável possível. Porque com o puppy-love surge também o primeiro coração partido, a primeira tormenta... LOL! Com sorte, passa sem ferir e uma nova fase se seguirá.
Como foi o seu primeiro Puppy-Love?
Escrevo este post na esperança de ver aqui partilhada algumas boas histórias!
terça-feira, 1 de maio de 2012
A inteligência limitada do acordo ortográfico
Deparei com esta palavra em alguns textos: «tampouco».
O que é isto? - Pensei. Duas vezes não pode ser erro. Só pode ser a nova grafia do tão falado acordo ortográfico português. E fiquei a pensar: oralmente no lugar do “m” digo um “o”. Porque aprendi “tão pouco”. E não vejo qual é o problema. Aliás, nunca percebi. Parece-me uma IDEIA DE IDIOTAS, esta de fazer um «acordo ortográfico». Como se fosse possível alguém escrever a mesma língua em toda a parte do mundo da mesma forma. Nunca foi, nunca será e não vai ser um «acordo» que vai mudar aquilo que milénios de civilização não conseguiu.
Depois as palavras mudaram, parece-me, para ficarem mais “Brasileiras”. Mas se nunca tivemos qualquer problema com a FORMA como os de lá escrevem ou falam para os entender, porquê esta parvoíce? Se for assim, então porque não mudar tudo para o regionalismo Açoreano? Ou para o Africano PALOP? Ou para o Nortenho? O Madeirense?
Parece-me tudo uma parvoíce de mentes que pouco têm que fazer mas querem fazer algo, algo inútil, sem sentido e para atrapalhar a natureza das coisas… E pergunto: mas será que acham que temos todos tão poucos neurónios assim (leia-se inteligência) que não somos capazes de entender a nossa própria língua em todas as suas maravilhosas variantes?
É até um insulto à natureza deste povo. Um povo que adora comunicar noutras línguas, que no fundo não torce o nariz à diferença, que acolhe o que vem de fora, que andou a explorar a vida e o mar. Um aventureiro não impõe uma norma, adapta-se, aprende e ajusta-se. E assim terá de voltar a acontecer, porque alguém achou que estávamos todos muito burros para entender o português… J







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