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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Uma mistura de fantasias de Natal


Não, não são as de chocolate.

Anúncio televisivo aos chocolates de Leite da Imperial (1980)


Uma coisa engraçada que existe por terras de S. Majestade é a «obsessão» que o povo demonstra por «festas». Aqui, aparentemente, qualquer ocasião do ano é motivo para colocarem fantasias à venda

Cheguei antes do Halloween e deparei com as lojas carregadas de adereços diversos e muitas fantasias. Eram tantas e tão giras que achei que fariam um Carnaval muito interessante. 

Mal vi esta achei-a giríssima. Adorava ver um bando de crianças
durante o Carnaval a passar na rua vestidas assim.

Muuuito mais baratas que em Portugal, e mais ricas, haviam as tartarugas ninja, o super-homem, o homem aranha, a princesa, o cowboy do filme toy story, enfim... Aqui fazem fatos fantasiosos interessantes. Tanto que até achei que o melhor seria comprar uma fantasia e enviar para Portugal, caso contrário provavelmente só no Carnaval é que elas voltariam às prateleiras das lojas.


Errrr! Errado!!!
Mal acabou o halloween, chegou o Natal. Vapt, vupt. Bem de um dia para o outro.   

O que é que o Natal tem a ver com o Carnaval, perguntam vocês?
Aqui? TUDO.



Neste canto do mundo o Natal sempre foi um bocadinho à americana. Ou seja: os adultos usam aquelas roupas com bonequinhos natalícios, muito vermelho e branco, muitos pinheiros, hastes de rena na cabeça... estão a perceber a cena. Mas o que existe para os muito pequeninos é de delirar!! Os fatos temáticos continuam nas prateleiras, tal e qual fantasias que se adaptam ao tema. Um rei mago? Feito! Sai um baltazar! 

Pai Natal, Elfo menina, elfo menino, rena, estrelinha, rei mago pobre, rei mago rico, etc...



















Uma estrelinha? Feito! Uma fada? O boneco de neve do filme "Frozen" em versão pijama fofinho? Lá está. Com uma protuberante cenoura como nariz a sair do meio do peito. Claro que, é um acessório removível para uma noite de sonho tranquila. 

Confesso que adoro estas coisinhas. E tenho pena de já não ter nenhum bebé ou criança até três anos para a poder vestir com algumas destas roupas. 

Vestidinho para criança, com meias a condizer com as listas nas mangas
e um peluche de gengibre enfiado num dos bolsos em forma de coração,
recortados num tecido macio.
Corações brancos do colar até à cintura, com uma lista negra a imitar
um cinto e «fivela» dourada com glitter em forma de coração.

Digam-me lá: No Natal, se vissem uma criança de um ano a entrar em casa vestida assim não iam achar uma fofura? Kkkk.
É que não é exagerado, é inspirado. 


Quando vi esta camisola até que a quis comprar. Mas não têm o tamanho de criança que pretendia :) É muito comum, além dos desenhos natalícios e figuras do Natal, incluírem luzes coloridas nas vestimentas. Eu gostei desta, pela simplicidade e pela boa colocação luminosa. Cada uma das «luzes» acendia na respectiva cor. E sabem que mais? Este género de roupa desaparece das prateleiras com muita rapidez!

Sem dúvida que o NATAL chegou. Não há que negar.
É logo no dia 1 de Novembro.
E pelo dia 12 as lojas já começam a inflacionar o preço dos produtos.

É que, como é Natal, pode ser que poucos se importem, entrem na onda do consumismo e paguem mais sem resmungar nada Ohohohoh!

sábado, 29 de março de 2014

Decorar prateleiras

Fui «visitar» lojas de roupa. Achei tudo desinteressante. Linhas sem interesse algum, lojas "pintadas" de roupas pretas e brancas, quase que a tornar deprimente a chegada da Primavera.

E os preços? Até as mais «baratuchas» tinham peças absurdamente caras para o seu desinteresse. Muito sinceramente achei que mais valia pagar os preços das roupas das lojas dos chineses de qualidade apenas ligeiramente inferior do que muita daquela que vi nos cabides de lojas mais conceituadas. A diferença nas etiquetas é maior do que a diferença nos tecidos.

Eu até sou daquelas pessoas que acha que faz muito tempo que as lojas dos chineses deixaram de ser baratas e acessíveis e tenta por tudo não dar mais dinheiro a quem não precisa. Nada ali é barato como tinha obrigação de ser. Mas mesmo assim os preços que vi nas etiquetas alheias versus originalidade e qualidade fizeram-me concluir que o lugar daquela roupa sem atractivo algum é a prateleira mesmo. A decorar.

O que quero eu sei, mas encontrar...

Dentro de meses tenho um casamento para ir e pela primeira vez apetece esmerar-me na aparência. (deve ser da idade). Sei exatamente o que quero mas e encontrar? Acho que se o esforço for muito vou acabar por não ligar nenhuma e vestir a primeira coisa na qual me sentir confortável e assim não me chateio mais.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A adolescência (e arredores) espelhada no Youtube



 Na altura em que fui uma adolescente tinha muitas ideias na cabeça. Muita vontade de as concretizar também. Faltava-me, como julgo ser normal, "saber para onde me virar" para seguir esses caminhos que sentia precisar traçar. Um adolescente recorre aos adultos que o cercam. Mas se as respostas destes forem "não sei, não me chateies" ou "nem pensar, pára de ser estúpida", algumas coisas que podiam ser vividas logo na adolescência e servir de experiência para a entrada na idade adulta ficam por acontecer. É a pior coisa, julgo eu, que um educador pode fazer a uma criança: limitar a sua liberdade e necessidade de expressão.

Bom, isso agora quanto a mim pouco importa, serve apenas como introdução para o tema que vim apresentar. No youtube encontrei, por acaso, algumas vezes, vídeos realizados por adolescentes, pré-adolescentes ou semi-alguma-coisa da adolescência. Espreitei por curiosidade, com um nadica de nada de sensação de voyurerista por decerto não ser o público alvo. Mas a verdade é que muitos desses canais são divertidos. Imagino aqueles que estão na mesma idade do visado a divertirem-se com as cenas, a querer fazer algo parecido. O youtube, o vídeo em si, é uma forma de expressão muito apelativa. Era o que me apelava aos sentidos quando era criança: queria filmar. Histórias e o quotidiano do que me cercava. Mas na minha adolescência não existia câmaras de vídeo domésticas. E se não existia isso, então é que nem pensar em criar "cenas" para postar no youtube, pois também não existia internet... Nem computadores, muito menos portáteis, ou ipads ou mesmo telemóveis e quando apareceram, não vinham equipados com câmaras de fotografia, muito menos de vídeo. Portanto, a vontade podia estar lá - e estava. Mas os meios não. Por essa razão fico contente que a geração de hoje tenha acesso a tudo isto para se expressar. E gosto de ver que o fazem. Fazem bem, dominando a tecnologia e algumas técnicas mais avançadas. Têm assunto para falar - do aparentemente disparatado ao mais sério, tudo conta. Uma geração pós-gato fedorento, que se faz sentir na linguagem e estilo que adoptam. Acima de tudo, imaginação, criatividade e coragem para fazer o que lhes apetece, com responsabilidade, decerto... :)

Aqui fica uma ou outra cena/canal que calhei encontrar. Os temas assim como as idades variam entre parvoices típicas (e por isso mesmo engraçadas) a compras online e relações amorosas, mas são todos peças de um puzzle que é a vida que, segundos alguns, tem nestas idades a sua melhor fase. 







PS: Passado tantos anos continuo a achar os meninos, a pesar de tudo, mais interessantes que as meninas. Ao menos falam de tudo um pouco ehehe. Meninas falam hoooooras de  maquilhagem, vestidos, malas, etc.   ;)




sábado, 2 de fevereiro de 2013

Roupa minha, há alguém mais bonita do que eu?


Não ligo muito a roupa. Sou preguiçosa. Não gosto de experimentar roupa e ver se cai bem ou não. Não tenho vontade de ir às compras de roupa. O mesmo para sapatos. Em suma: não sou vaidosa.

Mas hoje em dia quem não olha para o que veste e não revela EXTERIORMENTE ter alguma preocupação com a imagem, parece que não é bem visto como elemento da sociedade. Mas... posso? É que não sou criminosa, portanto, gostava que me deixassem ser como sou: não tenho em mim o gene da disposição automática para a aquisição de roupa nova! Não vou a saldos, não procuro as novidades de cada estação, estou a cag*r para isso!

E sim, não deixo por isso de ser uma excelente pessoa e até tenho noção de estilo e faço a própria moda que outros gostam de seguir, se me apetecesse dar importância a isso, claro está. Tenho o guarda fatos cheio e basta-me o que lá tenho. Não ligo a marcas, não ligo a quase nada. Sou simples. Bastam-me uns jeans, umas camisolas e uns sapatos RASOS. Gosto de sentir confortável, ainda que seja numa camisola de 20 anos com algum borboto. Será que posso?