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quarta-feira, 27 de junho de 2018

No Porto


Vale a pena ler o relato de uma alternação (palavra gentil) entre três mulheres e um segurança, na noite de S. João, no porto, enquanto esperavam um autocarro. 

Há tanto de português nisto... 
E não menciono o racismo.
Pelo simples facto de uma das mulheres ter chegado DEPOIS e "cortado" a fila (foi juntar-se às amigas que estavam na frente) um gajo impediu-a de tal (tal é a ânsia pelo assento) e tudo resultou e murros no rosto, sangue, insultos, cuspidelas - uma violência desnecessária. 


A polícia?
Não mugiu nem tossiu.



Tudo porque passou à frente na fila do autocarro...
E aqui na terrinha de sua Majestade, o que me irrita é que esse conceito de ordem de chegada é inexistente. 

As pessoas enfiam-se no autocarro de forma ordenada mas, não por ordem. Não têm noção dessa ética social. É o primeiro que se chegar na porta e todos aqueles que fizerem fila dupla atrás. Nada de respeitar a chegada, posso ser a primeira e não existir ninguém mais por uns bons 10 minutos. Não faz diferença. Aqui na cidade onde estou não respeitam ordem nem dão prioridade a idosos na entrada do veículo. Têm prioridade nos assentos da frente  - como em Portugal. Mas antes disso... esqueçam. 

Se fosse reagir assim por cá... por entrarem no autocarro fora da ordem de chegada... 
Ai, ai. 
Apenas bufo, abano a cabeça ou reviro os olhos.