Estava a olhar para um quadro feito por mim e lembrei de outros tantos parecidos que criei para oferecer à família. Depois surgiu-me uma lembrança: tive um tio pintor. Quase nada sei dele. E se não fossem pelos quadros, talvez nada existisse que provasse/lembrasse a sua existência/passagem por este mundo. Estou mesmo a ver que um dia, também eu não serei nada nem ninguém na memória dos que cá andam. De mim só sobreviverá o que de material criei.
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