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segunda-feira, 21 de maio de 2018


Foi-se o festival, foi-se o casamento real e nada de eu dar notícias.

É bom sinal.
A vida corre pelos trilhos, trabalho, rotina. Nada de muito perturbador a viola.



Eurofestival
Agora sem os três Fs, o «milagre» não se repetiu. Portugal nem sequer saiu bem qualificado no Festival da Eurovisão. Mas ainda bem. Tendo em consideração as amostras de canções que foram lá parar e depressa ganharam a preferência de muitos, fico contente que a nossa tenha se distanciado, em votos, dessas mesmas.

Voltou a rotina de ficar entre os primeiros dos últimos. O que deve agradar mais que tudo aos organizadores. Realizar um espetáculo desta envergadura dá despesa e não lucro. Sem a ESC (Eurovision Song Contest) por trás, seria impossível. Valeu a contribuição do Turismo de Portugal, que soube ordenhar a vaca da eurovisão para mais tarde usar o leite para fazer manteiga, pudins e afins.

 A Portugal cabia apenas e somente a tarefa de ser o afitrião. Como concorrente já estava desqualificado pelo público por esse mesmo motivo. Mas eu gostei "do jardim" e da intérprete da canção. Adorei o pormenor da música começar sem uma intro, ainda por cima porque a presença de uma introdução longa foi a peculiaridade destacada em "Amar pelos Dois" - a canção com a introdução mais longa da ESC.

A melodia é original, não soa a nada que se tenha escutado antes. Nem se apresenta de forma familiar ou similar à de Salvador. Consegue ter o seu próprio perfume.




De todas as canções que escutei deste festival, dou por mim a cantarolar a portuguesa e a do puto da mochila e do camelo.  


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Casamento Religioso ou espetáculo?


Desculpem-me mas isto não me cai bem.

Ou bem que te casas, ou bem que dás um espetáculo. 



Entendo perfeitamente o querer cantar no próprio casamento... Algures durante a cerimónia, como por exemplo, durante o copo d'água. Mas «parar» no casamento em si, de pé no altar, dentro da igreja, ao lado do noivo que daí adiante ignora por completo e desatar a cantar uma longa Avé-Maria com direito a versão internacional... não me cai bem. 

Se ficasse na intimidade, algo feito para os presentes convidados, tudo bem. Mas não... foi capturado por uma equipa profissional de cameras com todos os enquadramentos e movimentos de imagem típicos de quem dá um show televisivo...  e divulgado nas redes sociais. 

A mim não me caiu bem. 
Mas hei... 
Cada um tem a sua sensibilidade.
Pode ser que um dia isto se banalize demasiado e já nem incomode.

Sou muito receptiva a muitas ideias «out of the box» e adoro coisas assim mas... tem de fazer sentido. Exibicionismo, aproveitamento profissional ou alienação dos restantes... Isto é uma mistura de dois momentos íntimos distintos que, a meu ver, não combinam. 

As vísceras das redes sociais não «caíram em cima» disto??
Muito me surpreende Kkkk

quarta-feira, 16 de março de 2016

Como incluir entes que já partiram na tua cerimónia de casamento


Pode parecer uma ideia algo funesta, mas está longe disso. Afinal, quando é que mais nos recordamos daqueles que partiram, se não nos momentos mais importantes das nossas vidas? Quando se trata de uma cerimónia de casamento, a dor da ausência faz-se sentir mais. Deseja-se que o pai, a mãe, a tia, a avó, o irmão, a irmã estivessem ali, em carne e osso, para poder partilhar o momento.

Em algumas partes do mundo ocidental desenvolvido, começou-se a adoptar novos hábitos para incluir os que partiram na cerimónia de casamento. Aqui ficam umas ideias. 

O velho medalhão com fotografias

Nunca sai de moda. E se não lhe apetecer carregá-lo ao pescoço, existe sempre o alfinete. Se ainda assim tal não agradar, que tal adoptar o medalhão a uma pulseira?

Algo novo, algo emprestado, algo azul...

Aqui tudo é possível. Se o falecido for homem e tiver botões de punho, que tal usá-los? Uma mola para gravata, uns brincos, um adorno... Se o falecido tinha algo azul, fica sempre bem incluir um pedaço de tecido dessa cor na indumentária da cerimónia. 

Palavras com significado cozido às roupas

Tanto serve para o noivo quanto para a noiva. Se existe uma frase importante entre a pessoa que faleceu e a que vai casar, que tal cozê-la algures no interior ou exterior da roupa cerimonial, para que a saiba sempre ali, junto de si? Um retalho de tecido de uma peça igualmente apreciada também faz o mesmo efeito. 

Deixe o bouquet falar

Medalhões bem criativos, um pequeno adorno ao ramo de flores

O quadro da memória

Recorra a fotos e reserve um espaço para a presença e lembrança dos que estão ausentes.

O lugar reservado

Seja para uma só pessoa ou para mais que uma, uma cadeira, uma mesa ou qualquer outro espaço simbólico com flores, representa os ausentes de corpo, presentes em espírito. 

A música favorita

Tem de passar, aquela(s) música(s) especiais.
Explique aos convidados a razão do momento.

De corpo e voz

Tem imagens em vídeo? Reserve um momento para as recordar. No copo d'água, antes da refeição e no momento do discurso, mencione a importância dessas pessoas e deixe passar numa tela um minuto de imagens dos saudosos. Depois retorne à normalidade da cerimónia. 

sábado, 29 de março de 2014

O que quero eu sei, mas encontrar...

Dentro de meses tenho um casamento para ir e pela primeira vez apetece esmerar-me na aparência. (deve ser da idade). Sei exatamente o que quero mas e encontrar? Acho que se o esforço for muito vou acabar por não ligar nenhuma e vestir a primeira coisa na qual me sentir confortável e assim não me chateio mais.