Foi-se o festival, foi-se o casamento real e nada de eu dar notícias.
É bom sinal.
A vida corre pelos trilhos, trabalho, rotina. Nada de muito perturbador a viola.
Eurofestival
Agora sem os três Fs, o «milagre» não se repetiu. Portugal nem sequer saiu bem qualificado no Festival da Eurovisão. Mas ainda bem. Tendo em consideração as amostras de canções que foram lá parar e depressa ganharam a preferência de muitos, fico contente que a nossa tenha se distanciado, em votos, dessas mesmas.
Voltou a rotina de ficar entre os primeiros dos últimos. O que deve agradar mais que tudo aos organizadores. Realizar um espetáculo desta envergadura dá despesa e não lucro. Sem a ESC (Eurovision Song Contest) por trás, seria impossível. Valeu a contribuição do Turismo de Portugal, que soube ordenhar a vaca da eurovisão para mais tarde usar o leite para fazer manteiga, pudins e afins.
A Portugal cabia apenas e somente a tarefa de ser o afitrião. Como concorrente já estava desqualificado pelo público por esse mesmo motivo. Mas eu gostei "do jardim" e da intérprete da canção. Adorei o pormenor da música começar sem uma intro, ainda por cima porque a presença de uma introdução longa foi a peculiaridade destacada em "Amar pelos Dois" - a canção com a introdução mais longa da ESC.
A melodia é original, não soa a nada que se tenha escutado antes. Nem se apresenta de forma familiar ou similar à de Salvador. Consegue ter o seu próprio perfume.
De todas as canções que escutei deste festival, dou por mim a cantarolar a portuguesa e a do puto da mochila e do camelo.








