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domingo, 29 de setembro de 2013

Primeiras impressões - o discurso das autarquicas

Não gostei....

De conhecer "a cara" do novo presidente da Câmara Municipal do Porto. Rui Moreira parece um galã. Isso é um mau sinal...
Já no passado o povo elegeu o candidato mais garboso, um tal de Passos Coelho, que era giro e tal. Pois... é esse o receio.

Do discurso de Manuel Alegre. Tão vitorioso, tão pouco humilde. Até pode ter razão, não lha tiro, mas é mau político se não desconfiar que "gabar-se" na bocas das urnas é algo que pode cair mal.


GOSTEI....

Do discurso de Manuel Pisarro, o candidato derrotado do PS à câmara do Porto. Tirando a parte final que é sempre um exagero exacerbado louvar a própria cidade e os habitantes (mas cliché), teve postura e palavras adequadas à situação. E o que é mais importante: pareceu sincero.



Espero, desejo e aguardo com ansiedade os quatro anos de governação do candidato independente que venceu a Câmara do Porto. Também eu, aqui em Lisboa, votei num independente para a freguesia. Vamos esperar para ver o que vai dar... Assim como temos de aguardar para ver o que Rui Moreira vai conseguir fazer pelo Porto. Parece cheio de boas intenções e agrada-me que tenha um discurso próximo à linguagem do povo. Contudo, como vai ser depois de começar a lidar com a viciada máquina política? A ver se não põe o pé na poça ou se a puser, que a saiba tratar :) Boa sorte! Parte uma perna. Merda! Carago! E todas as expressões que os supersticiosos acreditam serem bom agoiro. 

Guilherme Pinto, outro independente eleito para a Câmara de Matosinhos. Também ele discursa sobre as críticas ao regime partidário. E menciona que vai cumprir as DUAS promessas da campanha eleitoral. Emprego e solidariedade. As pessoas são mais importantes. Olé!

Isto promete. Vamos aguardar.
Portugal inteiro precisa das pessoas certas no governo.

domingo, 15 de setembro de 2013

A política do país

Em relação ao post anterior acho que posso dizer que me enganei numa coisa. A minha noção de política também está desactualizada. Ainda a julgo composta, essencialmente, de pessoas bem formadas, com boas noções do que estão a fazer, ainda que possam divergir. Políticos bem intencionados que têm a melhoria do País e do seu povo acima de desejos particulares. Mas não é nada disso. Cada vez mais parece-se com uma palhaçada trapalhona. É por isso natural que os palhaços desejem o pódio do circo.

Mas que Portugal esteja a caminhar para o tipo de candidatos como por vezes se descobre existir lá fora, nos EUA, Canadá e Itália, etc, onde desde prostitutas a perfeitos idiotas sem a mínima insinuação de inteligência concorrem é um conceito pavoroso. Ou seja: o mundo da ficção audiovisual como a TV e as redes sociais e o marketing e propaganda estão a mesclar-se em demasia com politiquices. Catastrófico!